Bateria da Honda CG 150 Sport 2005–2008
O que define a bateria certa para a CG 150 Sport desses anos, e onde encontrar.
Bateria que serve
Medida em conferência
- Moto
- Honda CG 150 Sport
- Anos
- 2005 a 2008
- Partida
- Elétrica
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com bateria para a Honda CG 150 Sport
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A medida da bateria desta geração da CG 150 Sport ainda está em conferência. Até lá, leve a peça antiga à loja ou consulte o manual: o código impresso na peça resolve a maioria dos casos.
A medida desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se puder, leve a bateria antiga: o código impresso nela resolve.
O trabalho da bateria na CG 150 Sport
A bateria guarda a energia que a moto precisa enquanto o motor está desligado e entrega a força do primeiro giro: é dela que sai a corrente para o motor de partida, para o painel, para a buzina e, com a moto parada, para as luzes. Com o motor funcionando, quem passa a alimentar a parte elétrica é o sistema de carga (o estator, também chamado de bobina do magneto, e o regulador retificador), que ao mesmo tempo devolve à bateria a carga gasta na partida.
Por isso a bateria trabalha em ciclos: descarrega um pouco a cada partida e recarrega rodando. Quando ela já não segura carga, o primeiro sinal costuma aparecer justamente na hora de ligar a moto.
Como a bateria trabalha na CG 150 Sport
A CG 150 Sport 2005–2008 é uma street de 149 cc. A partida é elétrica, só no botão. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável.
Como saber se a bateria precisa de troca
Estes são os sinais mais comuns de bateria fraca. Quanto mais deles aparecem juntos, mais perto da troca ela está.
- Buzina e pisca fracos com o motor desligado. Teste simples: chave ligada, motor desligado, buzine e acione o pisca. Som fraco e pisca arrastado mostram que a bateria tem pouca reserva, mesmo que a moto ainda pegue.
- Caixa estufada ou trincada. Bateria com a caixa inchada, deformada ou trincada deve ser trocada na hora, sem tentar recarregar. Estufamento costuma vir de excesso de carga, e por isso vale conferir o regulador retificador junto com a troca.
- Precisa de carga com frequência. Bateria que pede carregador toda semana já não segura carga. Antes de condenar, vale medir se o sistema de carga está repondo energia; se estiver, o problema é da bateria mesmo.
- Cheiro de ácido ou de ovo podre. Odor de enxofre (parecido com ovo podre) perto do banco costuma indicar bateria fervendo por excesso de carga. Pare de usar, troque a bateria e confira o regulador retificador antes de instalar a nova.
- Clique sem giro. O relé de partida estala, mas nada gira. Bateria descarregada é a causa mais comum, mas um terminal solto ou zinabrado produz o mesmo sintoma. Limpar e apertar os polos é o primeiro teste, e é de graça.
Como escolher a bateria certa para a CG 150 Sport
A escolha fica fácil quando você leva as informações certas para a loja. Com elas, dá para comparar marcas e tipos sem errar a aplicação.
- Código do modelo da bateria. O código impresso na bateria (como YTX7A-BS ou YTZ5S) é a forma mais rápida de achar uma equivalente: as lojas cruzam esse código com as tabelas dos fabricantes de bateria.
- Selada, convencional ou de lítio. Hoje a maioria das motos sai de fábrica com bateria selada, que dispensa manutenção. A convencional ainda existe em modelos mais antigos e precisa de cuidado com o nível. A de lítio economiza peso, mas não é escolha automática: confira se o fabricante a indica para a sua moto.
- Capacidade (Ah). A capacidade, em ampère-hora, diz quanta energia a bateria guarda. Use a da ficha. Uma capacidade um pouco maior costuma funcionar, desde que caiba no suporte; uma menor descarrega mais rápido e sofre mais.
- Posição dos polos. Duas baterias do mesmo tamanho podem ter o positivo de lados opostos. Se os cabos da moto não alcançam ou ficam esticados, a bateria não serve. Repare de que lado fica o positivo na bateria antiga.
- Data de fabricação. Pergunte a data de fabricação ou procure o código de data na caixa. Uma bateria que ficou muito tempo na prateleira pode chegar à moto já enfraquecida.
Como trocar a bateria da CG 150 Sport
Com chave de boca ou de fenda e alguns minutos, dá para trocar a bateria sem oficina. A ordem abaixo evita faísca e curto-circuito.
- Desligue tudo. Tire a chave do contato e desligue o alarme, se houver. Trabalhar com tudo desligado evita faísca e disparo de alarme.
- Abra o compartimento. Ache a bateria: na maioria das motos ela fica sob o banco ou atrás de uma tampa lateral. Solte as fixações com calma para não quebrar travas plásticas.
- Solte primeiro o negativo. Desconecte o cabo negativo (preto, sinal de menos) antes do positivo. Se a ferramenta encostar no quadro enquanto você solta o negativo, não há curto.
- Depois o positivo. Solte o cabo positivo (vermelho, sinal de mais), retire a cinta ou presilha de fixação e tire a bateria na vertical, sem incliná-la.
- Limpe os terminais dos cabos. Aproveite para limpar os terminais dos cabos com escova. Se houver zinabre, use água com bicarbonato, enxágue e seque bem antes de ligar a bateria nova.
- Instale a nova e ligue o positivo. Coloque a bateria nova no suporte, prenda a cinta e ligue primeiro o positivo, depois o negativo. É a ordem inversa da retirada.
- Proteja os polos. Passe uma camada fina de vaselina ou graxa própria nos polos já apertados. Isso retarda a oxidação. Recoloque a capa protetora do positivo, se houver.
- Teste antes de fechar. Ligue a chave, confira painel, luzes e buzina e dê a partida. Só depois recoloque banco e tampas. Acerte o relógio, se o painel tiver.
Se a moto continuar com partida fraca com a bateria nova, o problema pode estar no sistema de carga, no motor de partida ou nos cabos. Nesse caso, vale uma avaliação na oficina. E lembre-se de deixar a bateria velha na loja: ela precisa de descarte correto.
Erros que encurtam a vida da bateria
Alguns erros parecem pequenos, mas custam uma bateria nova. Vale conhecer os mais comuns.
- Pegar no tranco com frequência. Empurrar a moto engatada para pegar resolve uma emergência, mas não carrega a bateria. Se virou rotina, a bateria precisa de atenção.
- Esquecer o respiro na convencional. Bateria convencional tem mangueira de respiro que leva os gases e respingos para longe do quadro. Montar sem ela corrói peças em volta.
- Inverter os cabos. Ligar positivo no negativo, mesmo por um instante, pode queimar fusíveis, regulador e módulos. Confira as cores e os sinais antes de apertar.
Como fazer a bateria da CG 150 Sport durar mais
A maior parte das baterias morre antes do tempo por descarga profunda e por falta de uso. Alguns hábitos simples ajudam muito.
- Proteja do calor e da água. Evite jato de alta pressão no compartimento da bateria e não deixe a moto parada no sol forte o dia inteiro se puder evitar. Calor e umidade são inimigos da bateria.
- Evite descarga completa. Cada vez que a bateria vai a zero ela perde parte da capacidade. Cuidado com chave esquecida ligada e acessórios ligados com o motor desligado.
- Rode com regularidade. O pior para a bateria é a moto parada. Mesmo desligada, há consumo pequeno e contínuo. Quem usa pouco a moto deve fazer rodadas mais longas de vez em quando ou usar carregador de manutenção.
Serve em outro ano da CG 150?
No catálogo, a CG 150 aparece em 19 gerações, somando 12 versões entre 2004 e 2016. Em todas as gerações com a medida na ficha, a bateria é a mesma: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10). Em 4 gerações a medida ainda está em conferência.
Quanto vale a CG 150 Sport 2005–2008
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 150 Sport dos anos 2005–2008 vai de R$ 8.896 (2005) a R$ 9.581 (2008). Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2008 | R$ 9.581 |
| 2007 | R$ 9.347 |
| 2006 | R$ 9.119 |
| 2005 | R$ 8.896 |
Bateria nos outros anos e versões da CG 150
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| CG 150 Sport (esta página) | 2005–2008 | em conferência |
| CG 150 Start | 2015–2016 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| CG 150 Cargo ESD | 2014–2015 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| CG 150 Cargo ESD | 2013 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Fan ESDi | 2014–2015 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| CG 150 Fan ESDi | 2011–2013 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan EX | 2014–2015 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| CG 150 Titan EX | 2010–2013 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan Mix ESD | 2014–2015 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| CG 150 Titan Mix ESD | 2009–2013 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Fan ESi | 2010–2013 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan Mix KS | 2009–2011 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan Mix ES | 2009–2010 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan ES | 2009 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan ES | 2004–2008 | em conferência |
| CG 150 Titan ESD | 2009 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan ESD | 2004–2008 | em conferência |
| CG 150 Titan KS / Job | 2009 | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| CG 150 Titan KS / Job | 2004–2008 | em conferência |
Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.
Outras peças da CG 150 Sport 2005–2008
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Bateria estufada é perigosa?
Deve ser trocada logo. O inchaço indica que a bateria superaqueceu ou foi sobrecarregada; insistir pode causar vazamento de ácido. Teste o sistema de carga para não estragar a substituta.
Posso deixar a moto parada muito tempo sem estragar a bateria?
Para paradas longas, carregador de flutuação é a melhor solução. A alternativa é soltar o negativo e dar carga lenta periodicamente.
Bateria de amperagem maior faz mal para a moto?
Em geral, sim, desde que a tensão seja a mesma e a bateria caiba no suporte com os polos do lado certo. Uma capacidade um pouco maior dá mais reserva. O que não convém é usar capacidade menor que a original.
Preciso dar carga na bateria nova?
Depende do tipo. Bateria que vem seca, com ácido separado, precisa ser ativada e carregada conforme a instrução. Bateria selada já ativada pode ser instalada, mas vale medir a tensão: se estiver baixa, dê carga lenta antes.
Por que a bateria nova arriou?
Quase sempre é a moto, não a bateria: regulador retificador ou estator que não carregam, ou algum consumo escondido com a chave desligada. Peça para medir a tensão de carga e a fuga de corrente.