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Virabrequim da Honda CG 150 Titan ESD 2004–2008

O que define a virabrequim certa para a CG 150 Titan ESD desses anos, e onde encontrar.

Virabrequim que serve

CG 150 Titan ESD 2004–2008

Moto
Honda CG 150 Titan ESD
Anos
2004 a 2008
Cilindrada
149 cc
Motor
Quatro tempos
Refrigeração
A ar
Alimentação
Carburador

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com virabrequim para a Honda CG 150 Titan ESD

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura virabrequim para a Honda CG 150 Titan ESD 2004–2008. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Virabrequim de reposição para a Honda CG 150 Titan ESD 2004–2008

CódigoPeçaVersõesCor / tipoMarca
2004 a 2015
FIT3330Rolamento virabrequim direito agulha Fan 125 09-18/FAN 150 10-15/TITAN 150 04-15/(AGULHA 30*58*17) 91500-DF0-CTitanAmazon Fix
FIT3330Rolamento virabrequim direito agulha Fan 125 09-18/FAN 150 10-15/TITAN 150 04-15/(AGULHA 30*58*17) 91500-DF0-CTitanAmazon Fix
Todos os anos
FIT9726Virabrequim completo Titan 150/FAN 150/NXTitanSMARTFOX
FIT9726Virabrequim completo Titan 150/FAN 150/NXTitanSMARTFOX

Peças compatíveis de catálogos de reposição para esta versão e estes anos. Todos os códigos de virabrequim da Honda CG 150.

Qual virabrequim comprar para a CG 150 Titan ESD 2004–2008

Para o virabrequim, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a CG 150 Titan ESD e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2004–2008), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a CG 150 Titan ESD 2004–2008; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Virabrequim da CG 150 Titan ESD: o eixo que faz o motor girar

O virabrequim é o eixo principal do motor. A biela empurra o moente, que fica fora do centro do eixo, e esse empurrão vira rotação, como o pedal de uma bicicleta fazendo o pedivela girar. Dali, o giro segue para a embreagem e o câmbio e, no fim, chega à roda traseira.

Ele também move outras peças: em uma ponta, costuma ficar o rotor do magneto, que gera energia para a moto; na outra, a engrenagem que leva força à embreagem. Nos motores quatro tempos, é do virabrequim que sai o movimento da corrente de comando. Por isso, um problema nele afeta o motor inteiro.

O virabrequim na CG 150 Titan ESD: o que a ficha diz

A CG 150 Titan ESD 2004–2008 é uma street de 149 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. Não há filtro de óleo de troca: a limpeza do óleo fica com a tela e com as trocas no prazo.

Sem filtro de óleo de elemento, a sujeira circula mais entre as trocas. Respeitar o prazo do manual, ou encurtá-lo em uso severo, protege os rolamentos e o moente.

Em boa parte dos motores pequenos, como costuma ser o caso de motos na faixa da CG 150 Titan ESD, o virabrequim é montado sob prensa e apoiado em rolamentos. O recondicionamento com kit biela e alinhamento é serviço comum de retífica de moto.

Na CG 150 Titan ESD, o motor de partida move o virabrequim por meio de engrenagens e de uma embreagem unidirecional. Na desmontagem, vale examinar esse conjunto e a engrenagem de partida.

Quando desconfiar do virabrequim

Nenhum destes sintomas, sozinho, condena o virabrequim. Eles também aparecem com outras peças girantes. O diagnóstico de oficina é que confirma.

  • Vibração acima do normal. Vibração que aumentou no guidão, nas pedaleiras ou no banco, sem suporte solto ou outra causa externa, pode indicar virabrequim desalinhado ou rolamentos com folga.
  • Batida de biela. Um "toc-toc" grave e ritmado, mais forte sob carga, costuma vir da cabeça da biela, que gira no moente do virabrequim. Quando a folga está ali, o reparo envolve o virabrequim.
  • Rotor raspando no estator. Marcas de raspagem dentro da tampa do magneto ou no estator mostram que o eixo está balançando. Além do virabrequim, o sistema de carga pode ter sido danificado.
  • Motor que travou ou levou pancada. Depois de um travamento ou de uma queda em que o lado do motor bateu forte, vale pedir para conferir o alinhamento do virabrequim se a moto passar a vibrar.
  • Ronco grave que acompanha o giro. Um ronco ou zumbido grave, vindo do fundo do motor, que sobe junto com a rotação, é sintoma típico de rolamento do virabrequim gasto. Ele aparece com a moto parada, acelerando em ponto morto, o que ajuda a separar de ruídos de roda ou de transmissão.

O que conferir antes de comprar o virabrequim

Leve modelo, ano e número do motor à loja. Pontas, roscas, chavetas e moente precisam ser idênticos aos do original, e pequenas diferenças impedem a montagem.

  • Pontas, roscas e chavetas. As pontas do virabrequim recebem o rotor e a engrenagem primária. Elas precisam estar perfeitas: rosca sem amassado, cone sem marca e rasgo de chaveta na medida.
  • Procedência e garantia. Virabrequim é peça de alto custo e alta exigência. Compre com nota fiscal, de procedência conhecida, e prefira deixar peça e montagem com o mesmo responsável.
  • Novo, recondicionado ou retificado. Nem sempre é preciso comprar virabrequim novo. O retificador mede e indica se dá para recondicionar ou retificar, o que pode sair bem mais em conta.
  • Bronzinas na medida. Bronzina não se compra no olho. Depois de medir os colos, o retificador indica a medida ou a classe certa, e só então a compra é feita.
  • Alinhamento e balanceamento. Um virabrequim fora de centro vibra e destrói rolamentos. Se for recondicionado, o alinhamento faz parte do serviço e deve ser conferido antes da montagem.

Como é feita a troca do virabrequim da CG 150 Titan ESD

A sequência abaixo mostra como a troca é feita por uma oficina cuidadosa, do diagnóstico à primeira partida.

  1. Diagnóstico. O mecânico ouve o motor, confere folga na ponta do eixo, avalia o óleo e a vibração. Só com o diagnóstico fechado faz sentido abrir o motor.
  2. Retirada do motor. O óleo é drenado e o motor é solto do quadro: cabos, alimentação, escapamento, corrente ou correia de transmissão, chicote e fixações.
  3. Desmontagem até o cárter. Saem cabeçote, cilindro, pistão, tampas laterais, rotor do magneto, embreagem e engrenagens ligadas ao virabrequim. O rotor é retirado com extrator próprio.
  4. Abertura do cárter. Com o cárter aberto, o virabrequim e o câmbio ficam expostos. O mecânico confere os alojamentos dos rolamentos e o estado das faces de vedação.
  5. Medição e recondicionamento. Com relógio comparador e micrômetro, a retífica define o caminho. No virabrequim montado, troca o kit biela e alinha; no inteiriço, retifica os colos ou indica eixo novo.
  6. Montagem no cárter. O virabrequim é instalado com os apoios novos e o cárter é fechado com torque e vedação corretos. O eixo precisa girar livre, sem pontos duros.
  7. Montagem do restante do motor. O motor é fechado em ordem inversa, com juntas e retentores novos. A chaveta do rotor precisa estar correta, porque dela depende o ponto de ignição.
  8. Instalação e primeira partida. Motor de volta ao quadro, óleo novo e, na partida, atenção ao ronco, à vibração, à pressão de óleo quando houver indicador e a vazamentos. O mecânico orienta o amaciamento.

Um serviço de virabrequim bem feito deixa o motor como novo por dentro. Guarde as notas: elas comprovam o reparo, valem para a garantia e ajudam na revenda.

Manutenção que poupa o virabrequim

O virabrequim foi feito para durar a vida do motor. Quando falha antes, quase sempre há falta de cuidado com o óleo ou com o jeito de usar a moto.

  • Retentor vazando não espera. Retentor da ponta do virabrequim vazando deixa o nível de óleo cair e, em alguns casos, suja a transmissão. Troque logo e peça para conferir a folga do eixo.
  • Investigue ruídos cedo. Ronco de rolamento e batida de biela pioram com o uso. Levar à oficina no começo pode limitar o conserto aos rolamentos ou ao kit biela.
  • Óleo certo, no nível e no prazo. Rolamentos, bronzinas e biela dependem do óleo. Use a especificação do manual, confira o nível com frequência e troque no prazo, encurtando o intervalo em uso severo.
  • Aqueça antes de exigir. Logo depois da partida, o óleo ainda está chegando a todos os pontos. Rode com calma nos primeiros minutos antes de pedir rotação alta.

Erros que encurtam a vida do virabrequim

O serviço de virabrequim é caro, e alguns erros fazem ele precisar ser repetido. Estes são os mais vistos na retífica.

  • Ignorar a causa do desgaste. Pergunte ao mecânico por que o virabrequim falhou. A resposta mostra o que corrigir na manutenção e no uso da moto para o serviço durar.
  • Montar o rotor sem a chaveta certa. A chaveta posiciona o rotor no virabrequim e define o ponto de ignição. Chaveta ausente, errada ou cisalhada deixa o motor fora de ponto.
  • Não alinhar depois de prensar. No virabrequim montado, a prensagem tira o eixo de centro. Sem o alinhamento, o motor vibra e destrói os rolamentos em pouco tempo.
  • Trocar só os rolamentos sem medir. Rolamento novo em virabrequim empenado ou com biela folgada volta a roncar logo. O eixo precisa ser medido antes de decidir o que trocar.

Serve em outro ano da CG 150?

No catálogo, a CG 150 aparece em 19 gerações, somando 12 versões entre 2004 e 2016. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o virabrequim de uma CG 150 Titan ESD 2009, CG 150 Start 2015–2016, CG 150 Cargo ESD 2014–2015, compare o código ou a peça física.

Quanto vale a CG 150 Titan ESD 2004–2008

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 150 Titan ESD dos anos 2004–2008 vai de R$ 8.840 (2004) a R$ 9.801 (2008). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2008R$ 9.801
2007R$ 9.561
2006R$ 9.327
2005R$ 9.099
2004R$ 8.840

Virabrequim nos outros anos e versões da CG 150

VersãoAnos
CG 150 Titan ESD 2009
CG 150 Titan ESD (esta página) 2004–2008
CG 150 Start 2015–2016
CG 150 Cargo ESD 2014–2015
CG 150 Cargo ESD 2013
CG 150 Fan ESDi 2014–2015
CG 150 Fan ESDi 2011–2013
CG 150 Titan EX 2014–2015
CG 150 Titan EX 2010–2013
CG 150 Titan Mix ESD 2014–2015
CG 150 Titan Mix ESD 2009–2013
CG 150 Fan ESi 2010–2013
CG 150 Titan Mix KS 2009–2011
CG 150 Titan Mix ES 2009–2010
CG 150 Titan ES 2009
CG 150 Titan ES 2004–2008
CG 150 Titan KS / Job 2009
CG 150 Titan KS / Job 2004–2008
CG 150 Sport 2005–2008

Outras peças da CG 150 Titan ESD 2004–2008

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda CG 150 Titan ESD 2004–2008

Perguntas frequentes

O virabrequim de outra moto serve na CG 150 Titan ESD?

Em geral, não sem conferir. O virabrequim é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Como saber se o rolamento do virabrequim está ruim?

Rolamento gasto costuma roncar de forma constante e acompanhar o giro. Se o barulho aparece com a moto parada e acelerada em neutro, ele vem do motor, e o virabrequim é suspeito.

O retentor do virabrequim vaza. Preciso trocar o virabrequim?

Comece trocando o retentor e peça para conferir a folga da ponta do eixo. Se houver folga, o problema está nos apoios do virabrequim, e trocar só o retentor não resolve.

Biela e virabrequim são trocados juntos?

Em virabrequim montado, a biela faz parte do conjunto e o recondicionamento já troca o kit biela. Em virabrequim inteiriço, a biela pode ser reaproveitada se as medições estiverem boas, mas bronzinas e parafusos costumam ser novos.

O que é virabrequim montado?

Montado é o virabrequim feito de partes prensadas, comum em motores pequenos e nos dois tempos. Inteiriço é de peça única, mais comum em motores de mais de um cilindro. Cada um tem seu jeito de reparo.

Virabrequim da Honda CG 150: todas as versões e anos

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