Protetor de motor (crash bar) da Jonny Pegasus 150 2006–2011
O que define a protetor de motor (crash bar) certa para a Pegasus 150 desses anos, e onde encontrar.
Protetor de motor (crash bar) que serve
Pegasus 150 2006–2011
- Moto
- Jonny Pegasus 150
- Anos
- 2006 a 2011
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com protetor de motor (crash bar) para a Jonny Pegasus 150
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura protetor de motor (crash bar) para a Jonny Pegasus 150 2006–2011. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO protetor de motor certo para a Pegasus 150 2006–2011
Não há uma "medida" que resolva o protetor de motor: ele é desenhado para a Pegasus 150. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a Pegasus 150 2006–2011; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
Protetor de motor (crash bar): o que ele protege
Pense no protetor de motor como um para-choque lateral. Ele fica um pouco para fora do motor e das carenagens e, num tombo, é ele que raspa e absorve o primeiro contato com o chão. O tubo pode amassar ou riscar; a ideia é que isso aconteça com ele e não com a tampa da embreagem, a tampa do magneto ou o radiador.
É um acessório, feito sob medida para cada modelo, porque a fixação usa pontos específicos do quadro ou do motor. Por isso, ele precisa ser da aplicação certa e bem instalado: protetor mal preso pode se soltar no impacto ou passar a força do tombo para onde não deveria.
O que muda no protetor de motor da Pegasus 150
A Pegasus 150 2006–2011 é uma street de 150 cc.
Na Pegasus 150, uma queda parada pode trincar a tampa do motor e deixar a moto sem óleo. O protetor ajuda a evitar esse tipo de prejuízo, que tira a moto de circulação justamente quando ela é ferramenta de trabalho.
Quando desconfiar do protetor de motor
O protetor existe para sofrer no lugar da moto, então é normal que ele se desgaste. O problema é quando o dano tira a capacidade de proteger ou afeta a fixação. Estes são os sinais mais comuns.
- Fixação frouxa ou barulho. Se o protetor vibra, faz barulho de metal ou mexe com a mão, alguma fixação afrouxou. Como ele costuma usar parafusos do quadro ou do motor, a folga merece atenção imediata.
- Pontas e sliders gastos. Se o protetor tem pontas de proteção, confira o desgaste. Ponteira gasta deixa o tubo exposto e pode prender no asfalto em vez de deslizar.
- Solda trincada. Trincas nas soldas tiram a resistência do protetor. Ele pode parecer firme parado, mas falhar justamente quando for exigido. Remendo de solda não devolve a confiança da peça original.
- Tubo amassado ou entortado. Depois de uma queda, o tubo pode ficar amassado ou entortado para dentro. Mesmo que a moto pareça inteira, o protetor deformado fica mais perto do motor e protege menos no próximo tombo.
- Pontos de fixação marcados ou deformados. Repare nos suportes onde o protetor se prende. Furo ovalizado, suporte torto ou marca de esforço no quadro mostram que o impacto passou da peça para a moto. Nesse caso, a avaliação deve ser feita na oficina.
O que conferir antes de comprar o protetor de motor
O protetor de motor é feito sob medida para cada moto. A fixação, a altura e o desenho mudam de um modelo para outro, e um protetor errado pode proteger pouco ou atrapalhar a pilotagem.
- Acabamento. Pintura eletrostática ou acabamento resistente ajudam a combater a ferrugem. Cromado tem visual marcante, mas pode descascar com raspadas e mostra cada risco.
- Fixação nos pontos de fábrica. Veja como o protetor se prende. Fixação em pontos firmes do quadro ou do motor, com parafusos adequados, distribui melhor a força. Abraçadeira genérica costuma ser o ponto fraco.
- Original ou de reposição. Alguns fabricantes de motos vendem protetor como acessório original, com fixação garantida para o modelo. O de reposição pode ser boa escolha com aplicação declarada, qualidade de solda e garantia.
- Parafusos e instruções. Kits de boa procedência trazem parafusos do comprimento certo, espaçadores e instruções com a ordem de montagem e os apertos. Parafuso curto demais ou improvisado é risco.
- Acesso para manutenção. Veja se o protetor deixa acesso ao filtro de óleo, ao bujão do cárter, às tampas e ao cavalete. Alguns modelos precisam ser removidos para serviços simples, o que dá trabalho a cada revisão.
Instalando ou trocando o protetor de motor: o jeito certo
Com a ferramenta certa e calma, dá para instalar o protetor. O que não pode é soltar vários parafusos do motor ao mesmo tempo ou apertar sem torque.
- Apoie a moto com segurança. Moto bem apoiada, reta e estável. Trabalhar em parafusos do motor com a moto no cavalete lateral, inclinada, pode desalinhar peças.
- Leia as instruções do kit. Confira se o kit veio completo e entenda a ordem de montagem. Cada protetor tem seus espaçadores e parafusos, e trocar um pelo outro muda o alinhamento.
- Retire o protetor antigo, se houver. Remova o protetor velho sem pressa. Observe se algum suporte ou rosca da moto ficou danificado no tombo antes de instalar o novo.
- Solte um parafuso de cada vez. Quando o protetor usa parafusos do motor, troque um por vez: solte, posicione o protetor e o espaçador, coloque o parafuso novo sem aperto final e só então passe para o próximo. Nunca deixe o motor solto.
- Posicione sem apertar. Com tudo encaixado e ainda sem aperto, veja o alinhamento dos dois lados. Ajustar agora é fácil; depois do aperto, nem tanto.
- Aperte com torquímetro. Faça o aperto final com torquímetro, nos valores do manual da moto ou do fabricante do protetor. Parafuso de motor apertado de menos solta; apertado demais pode espanar a rosca.
- Confira folgas. Teste os pedais, vire o guidão, abra o cavalete lateral e central. Nada pode encostar no protetor. Escapamento quente em contato com o tubo também é problema.
- Reaperte depois dos primeiros dias. Depois de rodar um pouco, confira de novo o aperto. Espaçadores e buchas podem se acomodar com a vibração, e um reaperto evita folga.
Se a instalação envolve parafusos do motor e você não tem torquímetro, leve à oficina. Fixação do motor mal apertada pode causar vibração, folga e dano no quadro.
Cuidados com o protetor de motor
Um protetor que soltou, enferrujou ou entortou já não protege como deveria. Veja o que fazer para mantê-lo pronto para o próximo tombo.
- Mantenha as ponteiras. Ponteira gasta deixa o tubo raspar direto no chão e prender no asfalto. É uma peça barata que melhora muito o funcionamento do protetor.
- Confira o aperto nas revisões. Uma conferida no aperto, de tempos em tempos, evita folga e barulho. Protetor solto não protege e pode forçar os pontos de fixação.
- Cuidado com acessórios presos nele. Acessórios fixados no protetor podem afrouxar com a vibração e encostar em outras peças. Prefira suportes feitos para o modelo.
O que não fazer com o protetor de motor
Antes de instalar, trocar ou reaproveitar o protetor, evite estes tropeços, que comprometem a proteção e a fixação do motor.
- Desentortar e reinstalar. Protetor desentortado a marteladas ou com maçarico perde resistência. No próximo tombo, ele dobra mais fácil e pode empurrar a tampa do motor.
- Apoiar os pés no protetor rodando. Em protetores sem pedaleira própria, apoiar os pés no tubo em movimento tira os pés dos comandos e da posição de equilíbrio. Em uma freada de emergência, isso faz diferença.
- Usar protetor genérico com abraçadeira. A fixação é metade do protetor. Peça genérica, sem pontos de fixação para o modelo, tende a falhar justamente no tombo.
Valor da Pegasus 150 e custo do reparo
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Jonny Pegasus 150 dos anos 2006–2011 vai de R$ 2.305 (2006) a R$ 2.861 (2011). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2011 | R$ 2.861 |
| 2010 | R$ 2.737 |
| 2008 | R$ 2.586 |
| 2006 | R$ 2.305 |
Outras peças da Pegasus 150 2006–2011
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
O protetor de motor de outra moto serve na Pegasus 150?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Pegasus 150 2006–2011. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Protetor de motor vibrando, o que é?
Na maioria das vezes, é parafuso frouxo, espaçador faltando ou peça encostando em outra. Confira o aperto com o torque certo e as folgas. Se continuar soltando, a peça ou a fixação podem não ser as adequadas.
Preciso tirar o protetor para fazer revisão?
Em alguns casos, sim. Um bom desenho deixa acesso ao filtro de óleo, ao bujão e às tampas. Se a revisão exigir tirar o protetor, peça para a oficina reapertar tudo com torque na montagem.
Mata-cachorro protege a perna?
O protetor protege a moto. Para o piloto, o que conta são capacete, jaqueta, luvas, calça e botas apropriadas. Não conte com o protetor para evitar ferimentos nem para pilotar com menos cuidado.
Protetor de motor vale a pena?
Para a maioria dos usos, vale. Ele reduz bastante o dano em tombos parados e de baixa velocidade, que são os mais comuns, protegendo tampas do motor, pedais e carenagens. Um conserto evitado costuma pagar o protetor.
Dá para consertar protetor de motor amassado?
Não é recomendado. Desentortar, principalmente com calor, enfraquece o aço e as soldas. O protetor pode parecer bom, mas não protegerá da mesma forma no próximo tombo. O mais seguro é trocar a peça.
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