Amortecedor traseiro da Jonny Quick 150 2011–2014
O que define a amortecedor traseiro certa para a Quick 150 desses anos, e onde encontrar.
Amortecedor traseiro que serve
Quick 150 2011–2014
- Moto
- Jonny Quick 150
- Anos
- 2011 a 2014
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com amortecedor traseiro para a Jonny Quick 150
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura amortecedor traseiro para a Jonny Quick 150 2011–2014. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
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Não há uma "medida" que resolva o amortecedor traseiro: ele é desenhado para a Quick 150. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a Quick 150 2011–2014; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
Para que serve o amortecedor traseiro da Quick 150
Conforme o projeto, a traseira usa dois amortecedores, um de cada lado da balança, ou um amortecedor central, muitas vezes ligado à balança por uma articulação. Em qualquer dos casos, a função é a mesma: absorver as irregularidades do piso e controlar o movimento da roda.
Por fora, o que se vê é a mola enrolada em volta de um corpo metálico. Por dentro, há óleo e, em muitos modelos, gás sob pressão para evitar espuma. Com o uso, o óleo perde qualidade, os retentores gastam e o amortecedor deixa de controlar a mola. O sintoma aparece no conforto, nas curvas e no desgaste do pneu traseiro.
Quando desconfiar do amortecedor traseiro
O amortecedor perde eficiência aos poucos, e o piloto vai se acostumando. Por isso vale prestar atenção nos sinais, que aparecem primeiro em lombadas, curvas e com garupa.
- Pneu traseiro com desgaste irregular. Desgaste ondulado ou em "escamas" no pneu de trás costuma ter a suspensão como culpada. Trocar o pneu sem cuidar do amortecedor faz o novo gastar do mesmo jeito.
- Traseira flutuando em curva. Em curvas com piso ondulado, a traseira parece "nadar" ou balançar. O pneu perde contato por instantes e a moto fica menos precisa. É um sinal de que o amortecimento já não acompanha.
- Moto arriada atrás. A traseira fica mais baixa do que era, sobretudo com o piloto em cima. Mola cansada perde altura com o tempo. Antes de condenar, confira se a pré-carga não foi mudada.
- Óleo na haste ou no corpo. Mancha de óleo na haste, no corpo ou escorrendo pela mola indica retentor vazando. Com o óleo saindo, o amortecimento acaba logo. Limpe e observe: se a mancha volta, o vazamento é real.
- Traseira quicando depois das lombadas. Depois de passar uma lombada ou um buraco, a traseira sobe e desce mais de uma vez antes de assentar. É o sinal clássico de amortecimento perdido: a mola trabalha, mas o óleo já não segura o retorno.
Amortecedor traseiro: o que olhar na hora da compra
Com as informações certas, dá para escolher entre original, reposição e recondicionamento sem errar. Leve modelo, ano e, se possível, a peça antiga.
- Procedência e garantia. Amortecedor de procedência duvidosa pode ter calibração interna pobre e vazar cedo. Prefira peça com marca de fabricante, embalagem íntegra e garantia, com nota fiscal.
- Tipo de fixação. Os olhais precisam casar com os pontos do quadro e da balança, com a mesma largura e o mesmo diâmetro de parafuso. Compare lado a lado com o original.
- Peça usada: muito cuidado. Amortecedor usado pode parecer bom parado e estar sem amortecimento. Se for comprar, comprima e solte com a mão para sentir resistência, procure vazamento e risco na haste e prefira procedência conhecida.
- Regulagens disponíveis. Muitos amortecedores têm regulagem de pré-carga da mola; alguns também de retorno e de compressão. Ter regulagem ajuda a adaptar a moto à garupa e à carga, mas precisa ser usada com critério.
- Recondicionar ou trocar. Alguns amortecedores, sobretudo os de maior qualidade, aceitam revisão com troca de óleo, retentores e recarga de gás. Outros, mais simples, são selados e não compensam. Uma oficina especializada em suspensão diz qual é o seu caso.
Como é feita a troca do amortecedor traseiro da Quick 150
Com dois amortecedores laterais, a troca é mais simples; com amortecedor central, envolve desmontar mais peças. Em qualquer caso, a moto precisa estar bem apoiada.
- Apoiar a moto e sustentar a balança. A moto fica no cavalete central ou num elevador, firme. Como o amortecedor segura a balança, ela precisa ser sustentada por baixo antes de soltar qualquer parafuso, para não cair de uma vez.
- Abrir o acesso. O acesso varia muito. Em alguns modelos, o amortecedor está à vista; em outros, fica escondido no meio da moto e exige desmontar várias peças antes de chegar aos parafusos.
- Soltar as fixações. O parafuso de baixo, na balança ou na articulação, e o de cima, no quadro, são soltos. Com dois amortecedores, trocar um lado de cada vez mantém a balança no lugar e facilita.
- Conferir buchas e articulação. Aproveita-se a desmontagem para examinar as buchas e, se houver, a articulação. Rolamento seco ou bucha gasta anula o ganho do amortecedor novo.
- Instalar o novo na posição certa. O amortecedor novo entra na mesma posição do antigo: lado de cima para cima e, se tiver reservatório ou válvula, voltados como indica o manual. Os parafusos entram sem forçar.
- Apertar no torque. Os parafusos de fixação são apertados com torquímetro, nos valores do manual. Alguns fabricantes pedem o aperto final com a moto apoiada nas rodas, para não forçar as buchas.
- Ajustar a pré-carga. Se houver regulagem, a pré-carga é ajustada para o uso: o manual indica a posição padrão e as posições para garupa ou carga. Nos pares, os dois lados ficam sempre na mesma posição.
- Remontar e testar. Peças retiradas voltam ao lugar. Com a moto no chão, comprima a traseira algumas vezes: deve descer com resistência e voltar sem quicar. Depois, uma volta curta confirma o resultado.
Depois da troca, observe nos primeiros dias se há barulho ou vazamento. Guarde a nota da peça e do serviço para a garantia. Se o comportamento continuar estranho, a balança e as buchas precisam ser examinadas.
Manutenção do amortecedor traseiro no dia a dia
Cuidar do amortecedor é, em boa parte, cuidar de como a moto é usada. Estes cuidados valem para qualquer modelo.
- Mantenha a haste limpa. Haste limpa é retentor protegido. Uma passada de pano úmido depois de rodar em estrada de chão evita que a sujeira entre na vedação.
- Cuidado com jato de alta pressão. Na lavagem, não mire a lavadora nos retentores nem nas articulações. A água entra, remove a graxa e acelera o desgaste.
- Revise buchas e articulação. O amortecedor trabalha junto com buchas e, em muitos modelos, com uma articulação. Manter essas peças lubrificadas e sem folga prolonga a vida de todo o conjunto.
Erros que estragam o amortecedor traseiro
Muitos problemas de suspensão vêm de escolha errada ou de montagem apressada. Estes são os erros mais vistos com o amortecedor traseiro.
- Ignorar buchas e articulação. Trocar o amortecedor e manter buchas gastas ou articulação seca faz o problema continuar. A suspensão fica com folga ou dura, e o amortecedor novo trabalha forçado.
- Trocar só um lado do par. Em moto com dois amortecedores, trocar só o que vaza deixa um lado novo e outro cansado. A traseira trabalha desigual e a moto pode ficar instável. O par é trocado junto.
- Abrir ou aquecer o amortecedor. Amortecedores com gás estão sob pressão. Abrir, furar ou aquecer para soltar parafuso pode causar acidente. Revisão interna só em oficina especializada, com equipamento próprio.
Quanto vale a Quick 150 2011–2014
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Quick 150 nesta geração ficam entre R$ 2.483 e R$ 3.025. É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2014 | R$ 3.025 |
| 2013 | R$ 2.801 |
| 2012 | R$ 2.646 |
| 2011 | R$ 2.483 |
Outras peças da Quick 150 2011–2014
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
O amortecedor traseiro de outra moto serve na Quick 150?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a Quick 150 2011–2014. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Posso trocar só um amortecedor traseiro?
Em moto com dois amortecedores, sim: o par deve ser trocado junto, para os dois lados trabalharem igual. Em moto com amortecedor central, a troca é de uma peça só, mas vale revisar buchas e articulação junto.
Amortecedor vazando um pouco pode rodar?
O vazamento tende a piorar rápido, e com menos óleo o amortecimento acaba. Rodar assim reduz a aderência e a estabilidade. Dá para ir com atenção até a oficina, mas não é para adiar.
Amortecedor mais duro é melhor para andar com garupa?
O ideal é ajustar a pré-carga do amortecedor original. Trocar por mola dura demais tira aderência e conforto. Se a moto arria mesmo com a pré-carga ajustada, o amortecedor pode estar cansado.
Como regular a pré-carga do amortecedor?
Ela adapta a suspensão à carga. Mais pré-carga para garupa e bagagem, menos para andar sozinho. A ferramenta e as posições estão no manual. Mude aos poucos e teste.
Posso rebaixar a moto trocando o amortecedor?
Faz diferença no comportamento. Além de tirar curso, muda o ângulo da moto e pode deixar o descanso inadequado. Não é uma mudança para fazer sem avaliação de especialista.