Bobina de pulso (sensor) da MVK MA/Foxx 100-3 2000–2007
O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a MA/Foxx 100-3 desses anos, e onde encontrar.
Bobina de pulso (sensor) que serve
MA/Foxx 100-3 2000–2007
- Moto
- MVK MA/Foxx 100-3
- Anos
- 2000 a 2007
- Cilindrada
- 100 cc
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bobina de pulso (sensor) para a MVK MA/Foxx 100-3
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Anunciar nesta páginaQual bobina de pulso serve na MA/Foxx 100-3 2000–2007
A bobina de pulso da MVK MA/Foxx 100-3 2000–2007 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a MA/Foxx 100-3 e os anos 2000–2007), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
Bobina de pulso: o sensor que marca o tempo da ignição
A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.
Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.
Sinais de que a bobina de pulso da MA/Foxx 100-3 está com defeito
Estes são os sintomas que mais levam à bobina de pulso. Nenhum deles, sozinho, prova o defeito: vela, cachimbo e conectores devem ser conferidos antes.
- Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
- Partida difícil. Se a moto custa a pegar na partida, mas anda bem depois, a bobina de pulso pode estar gerando um sinal no limite. A medição de tensão de pico durante a partida mostra isso.
- Falhas intermitentes. Cortes rápidos e aleatórios, como se a chave fosse desligada por um segundo, costumam vir de mau contato no circuito do pulso. Mexer no chicote com o motor ligado ajuda a localizar.
- Limalha grudada no sensor. O sensor tem ímã e atrai partículas metálicas do óleo ou do motor. Limalha acumulada na ponta pode atrapalhar o sinal. Muita limalha também indica desgaste interno que merece atenção.
- Moto que apaga quente e volta fria. Desligar sozinha com o motor quente e voltar depois de algum tempo parada é um clássico da bobina de pulso. CDI e bobina de ignição também podem causar isso, então o ideal é medir as três peças com o motor quente.
O que conferir antes de comprar a bobina de pulso
Antes de comprar, tenha certeza de que o defeito é da bobina de pulso: CDI, bobina de ignição e fiação produzem sintomas parecidos. Depois, confira estes pontos.
- Aplicação da moto. Informe modelo, ano e, se tiver, o código da peça original. Sensores com a mesma aparência podem gerar sinais diferentes, e o módulo da sua moto espera um sinal específico.
- Junta da tampa. Se a bobina de pulso fica atrás de uma tampa do motor, a troca exige junta nova. Compre junto para não ter que reaproveitar a antiga.
- Avulsa ou junto com o estator. Se o estator também está fraco ou queimado, vale avaliar a troca do conjunto. Se só a bobina de pulso falhou, a peça avulsa costuma resolver.
- Original ou reposição. Bobina de pulso de qualidade ruim pode funcionar fria e falhar quente, exatamente o defeito que você queria resolver. Prefira procedência conhecida, com nota e garantia.
- Garantia e nota. Peça eletrônica nem sempre tem troca fácil. Pergunte as condições de garantia antes de comprar e guarde a nota fiscal.
Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz
A peça é pequena, mas o acesso exige abrir o motor em muitas motos. A sequência abaixo mostra o que deve ser feito, com os detalhes do manual de serviço.
- Confirme a medição. Meça a bobina de pulso no conector, de preferência com o motor quente, e compare com o manual. Confira também a fiação até o módulo. Só abra o motor se a medição apontar para o sensor.
- Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
- Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
- Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
- Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
- Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
- Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
- Teste com o motor quente. Religue tudo, dê a partida e deixe o motor aquecer bem. Faça uma volta e confira se a falha que aparecia quente desapareceu. Verifique também vazamentos na tampa.
Quando o acesso exige tirar o rotor ou quando a posição do sensor define o ponto de ignição, o serviço deve ser feito na oficina, com o manual de serviço e as ferramentas certas.
Cuidados com a bobina de pulso
Estes cuidados protegem a bobina de pulso e o resto da ignição. Quase todos fazem parte da revisão normal da moto.
- Evite superaquecimento. Motor que trabalha quente demais, por falta de óleo, mistura pobre ou problema de arrefecimento, acelera o envelhecimento da bobina de pulso. Resolver o superaquecimento protege a ignição toda.
- Conector limpo e seco. O sinal da bobina de pulso é fraco, e qualquer oxidação no conector atrapalha. Mantenha o plugue limpo, seco e bem encaixado.
- Atenção à limalha. Limalha no óleo é aviso do motor. O ímã do sensor e do rotor junta essas partículas, e muita sujeira ali pede avaliação.
- Fiação bem presa. Depois de qualquer serviço no motor, confira se o chicote da bobina de pulso voltou para as presilhas. Fio encostado no escapamento derrete.
O que não fazer com a bobina de pulso
Alguns erros com a bobina de pulso custam uma tampa aberta à toa, ou um motor fora do ponto. Vale conhecer.
- Reaproveitar a junta. Toda abertura de tampa pede junta nova. É barata e evita sujeira no motor, perda de óleo e uma segunda abertura.
- Ignorar a folga. Instalar a bobina de pulso sem conferir a folga indicada pode deixar a moto falhando ou danificar o sensor novo.
- Trocar sem medir. Apagar quente pode vir de bobina de pulso, CDI, bobina de ignição ou fiação. Abrir o motor para trocar o sensor sem medir é arriscar o serviço à toa.
Quanto vale a MA/Foxx 100-3 2000–2007
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da MA/Foxx 100-3 nesta geração ficam entre R$ 1.166 e R$ 1.933. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2007 | R$ 1.933 |
| 2006 | R$ 1.716 |
| 2005 | R$ 1.499 |
| 2003 | R$ 1.343 |
| 2001 | R$ 1.235 |
| 2000 | R$ 1.166 |
Outras peças da MA/Foxx 100-3 2000–2007
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na MA/Foxx 100-3?
Em geral, não sem conferir. A bobina de pulso é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.
Sem faísca na vela: o que testar?
Pode. Mas antes confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor, chave de ignição e conectores. Depois, meça bobina de ignição, bobina de pulso e alimentação do módulo. O diagnóstico vai do mais simples para o mais trabalhoso.
A troca da bobina de pulso é difícil?
Na maioria das motos, sim: o sensor fica atrás de uma tampa lateral, junto ao rotor, e a troca envolve óleo e junta nova. Em algumas, ele fica do lado de fora da carcaça e o acesso é mais simples. O manual de serviço mostra o caso da sua moto.
A bobina de pulso vem junto com o estator?
Em muitas motos, a bobina de pulso fica na mesma base do estator, e algumas peças de reposição vêm em conjunto. Mas se só o sensor falhou, a troca avulsa costuma resolver. A medição de cada parte define o que trocar.
Posso adaptar bobina de pulso de outro modelo?
Só se a aplicação confirmar. Mesmo com o mesmo formato, o sinal gerado pode ser diferente do que o módulo da sua moto espera. Fixação, folga até o rotor e conector também precisam bater.
Precisa regular a distância do sensor ao rotor?
Quando há especificação, sim. Em muitas motos a folga é definida pela própria fixação e não tem ajuste. O manual de serviço diz se a sua moto pede conferência e qual o valor.
Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos