Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Shineray Fire 150 2014–2018
O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a Fire 150 desses anos, e onde encontrar.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
Medida em conferência
- Moto
- Shineray Fire 150
- Anos
- 2014 a 2018
- Cilindrada
- 150 cc
- Transmissão final
- Corrente
- Câmbio
- Manual
- Embreagem
- Por cabo
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Shineray Fire 150
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Shineray Fire 150 2014–2018. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
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A medida do kit relação desta geração da Fire 150 ainda está em conferência. Até lá, leve a peça antiga à loja ou consulte o manual: o código impresso na peça resolve a maioria dos casos.
Ainda não temos a relação conferida para esta geração. Enquanto isso, leia os números gravados na coroa e no pinhão, veja o passo marcado nas placas da corrente e conte os elos. Com esses dados, qualquer loja acha o kit.
Para que serve o kit relação da Fire 150
Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.
O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.
O kit relação na Fire 150: o que a ficha diz
Para entender o kit relação desta moto, vale olhar a ficha: a Fire 150 é uma street de 150 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.
Em motos pequenas usadas para trabalho e entrega, como muitas Fire 150, o kit relação roda muito, em trânsito pesado e com saídas seguidas. A lubrificação frequente e a conferência da folga em toda parada para revisão fazem o kit durar bem mais.
Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão
Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.
- Regulagem que não segura. Corrente que pede regulagem cada vez mais seguida está no fim. No começo da vida ela estica pouco; perto do fim, o alongamento acelera, e a regulagem dura cada vez menos.
- Esticador no fim do curso. Os esticadores da balança têm um limite. Se as marcas já estão no fim da escala, ou quase, a corrente esticou tanto que não há mais para onde puxar a roda. Na prática, é o próprio limite de uso do kit.
- Dentes da coroa em forma de gancho. Olhe a coroa de lado: se os dentes estão afinados, com a ponta afiada e curvados no sentido do giro, o desgaste já foi longe. Coroa assim come corrente nova em pouco tempo, por isso a troca é sempre do kit.
- Elos duros ou travados. Elo travado aparece como um ponto em que a corrente não endireita ao passar pelo pinhão ou pela coroa. Às vezes a limpeza e a lubrificação soltam; se o elo continua duro, a corrente está condenada.
Como escolher o kit relação certo para a Fire 150
A medida da relação é o ponto de partida, mas um bom balconista confere mais coisas antes de entregar a caixa. Estes são os detalhes que fazem diferença.
- Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
- Furação e encaixe da coroa. O encaixe da coroa no cubo é específico do modelo: número de furos, distância entre eles e diâmetro do centro. Coroa que "quase serve" não serve, porque fica descentralizada e empena o conjunto.
- Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.
- Estriado do pinhão. O pinhão encaixa no eixo de saída por estrias. Mesmo com passo e dentes certos, um pinhão de outra moto pode ter estriado diferente ou outro jeito de fixação. A aplicação na embalagem precisa citar o seu modelo.
Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa
Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Se ficar em dúvida, deixe com a oficina.
- Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
- Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
- Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque especificado pelo fabricante. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
- Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
- Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
- Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
- Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque especificado pelo fabricante e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
- Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.
A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.
O que não fazer com a corrente da moto
Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.
- Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.
- Rodar com a corrente frouxa. Folga demais não é só barulho. A corrente pode pular dos dentes, enroscar e travar a roda, além de bater e danificar a carcaça do motor e a balança.
- Montar a presilha ao contrário. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha deve apontar para o sentido em que a corrente anda. Ao contrário, ela pode enganchar em algo e se soltar.
Cuidados que aumentam a vida da relação
A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.
- Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Água tira o lubrificante e deixa a corrente vulnerável à ferrugem. Depois de rodar na chuva ou de lavar a moto, seque a corrente e lubrifique de novo, mesmo que não esteja no prazo.
- Pilote sem trancos. Cada tranco na transmissão é um puxão forte na corrente. Saídas suaves e reduções sem tranco fazem diferença na vida do kit, sobretudo em quem roda muito no trânsito.
- Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
Valor da Fire 150 e custo do reparo
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Shineray Fire 150 dos anos 2014–2018 vai de R$ 4.183 (2014) a R$ 5.651 (2018). Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2018 | R$ 5.651 |
| 2017 | R$ 5.513 |
| 2016 | R$ 5.364 |
| 2015 | R$ 5.123 |
| 2014 | R$ 4.183 |
Outras peças da Fire 150 2014–2018
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Vale a pena colocar coroa maior?
Coroa maior ou pinhão menor deixam a moto mais "curta": mais força na saída e mais giro em velocidade. Em troca, o motor trabalha mais alto na estrada e, em muitas motos, o velocímetro passa a errar. Para uso normal, a relação original é a mais equilibrada.
É normal o kit novo afrouxar logo?
Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.
Corrente com retentor vale a pena?
Em geral, vale para quem roda bastante. Os retentores seguram a lubrificação interna e protegem contra sujeira. A manutenção continua necessária, com produtos que não ataquem a borracha, e a largura precisa caber na moto.
Preciso trocar coroa e pinhão junto com a corrente?
Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos