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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Shineray Max 150 2011–2013

O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a Max 150 desses anos, e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

Medida em conferência

Moto
Shineray Max 150
Anos
2011 a 2013
Cilindrada
150 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Shineray Max 150

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Shineray Max 150 2011–2013. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual kit relação serve na Max 150 2011–2013

A medida do kit relação desta geração da Max 150 ainda está em conferência. Até lá, leve a peça antiga à loja ou consulte o manual: o código impresso na peça resolve a maioria dos casos.

A medida da relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se possível, leve os números da coroa, do pinhão e da corrente que estão na moto.

Corrente, coroa e pinhão: o que o kit relação faz na Max 150

Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.

O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.

O kit relação na Max 150: o que a ficha diz

A Max 150 2011–2013 é uma street de 150 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Na Max 150, a corrente costuma ser leve e barata de manter, mas sofre com o uso intenso do dia a dia. Quem roda muito deve criar o hábito de lubrificar e regular com frequência, e não só na revisão.

Sinais de que o kit relação da Max 150 está gasto

Corrente gasta não arrebenta do nada: antes ela faz barulho, perde a regulagem e marca os dentes. Vale conhecer os sinais para trocar no tempo certo, sem esperar a pane.

  • Esticador no fim do curso. Os esticadores da balança têm um limite. Se as marcas já estão no fim da escala, ou quase, a corrente esticou tanto que não há mais para onde puxar a roda. Na prática, é o próprio limite de uso do kit.
  • Pinhão com dentes afinados. O pinhão tem menos dentes e gira mais vezes que a coroa, então costuma gastar mais rápido. Com a tampa aberta, repare se os dentes estão finos, pontudos ou com degrau. Pinhão gasto também condena o kit.
  • Regulagem que não segura. Você regula a folga e, pouco tempo depois, a corrente está frouxa de novo. Quando isso vira rotina, os pinos e as buchas da corrente já gastaram, e ela continua esticando a cada saída mais forte.
  • Dentes da coroa em forma de gancho. Dente bom tem o perfil simétrico, com a ponta arredondada. Dente gasto fica fino, pontudo e inclinado para um lado, parecendo um serrote ou um gancho. Quando a coroa chega a esse ponto, ela já não segura bem a corrente.

O que conferir antes de comprar o kit relação

Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.

  • Passo da corrente. O primeiro número que importa é o passo. Uma corrente 428 não trabalha numa coroa 520, e vice-versa. Confira o passo gravado nas placas da corrente ou indicado na ficha antes de pensar em qualquer outro detalhe.
  • Dentes da coroa e do pinhão. O número de dentes define a relação. Para manter o comportamento original da moto, use os mesmos números da peça de fábrica. Os dentes costumam vir gravados na própria coroa e no pinhão.
  • Tipo de emenda. A corrente pode fechar com emenda de presilha (clipe) ou com emenda rebitada. A de clipe se monta com alicate; a rebitada pede ferramenta específica. Em motos maiores, a rebitada costuma ser a indicada pelo fabricante.
  • Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.

Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa

A troca do kit relação envolve tirar a roda traseira, soltar o pinhão e fechar a corrente. É serviço comum de oficina; em casa, só vale a pena para quem tem ferramentas, torquímetro e experiência com a roda traseira e o freio.

  1. Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
  5. Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
  9. Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.

Se a corrente continuar fazendo barulho, saindo da coroa ou gastando de lado depois da troca, leve a moto de volta à oficina. Pode ser alinhamento, coroa mal centralizada ou rolamento da roda com folga. Guarde bem a nota fiscal do kit para a garantia.

Erros comuns com o kit relação

Antes de trocar ou mexer na corrente, vale conhecer os erros mais comuns. Quase todos são fáceis de evitar.

  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo usado de motor e graxa comum parecem resolver, mas grudam areia, sujam a roda e podem chegar ao pneu e ao freio, o que é perigoso. Lubrificante de corrente existe por um motivo.
  • Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.
  • Tirar elo para ganhar regulagem. Encurtar corrente gasta é gambiarra. O fim do curso do esticador é exatamente o aviso de que o kit acabou.

Cuidados que aumentam a vida da relação

A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.

  • Mantenha os protetores no lugar. O protetor da corrente e a tampa do pinhão seguram respingos e evitam que algo se enrosque na transmissão. Também protegem você. Não rode sem eles.
  • Limpe sem agredir. Areia e graxa velha formam uma pasta que lixa a corrente e os dentes. Limpe com produto próprio ou o indicado pelo fabricante e escova macia. Evite gasolina, thinner e escova de aço, sobretudo na corrente com retentor.
  • Confira a folga regularmente. A folga muda com o uso. Confira com frequência, no meio do trecho de baixo da corrente, com a moto apoiada como o manual indica. Muitas motos trazem a folga certa numa etiqueta na balança.

Valor da Max 150 e custo do reparo

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Shineray Max 150 dos anos 2011–2013 vai de R$ 3.094 (2011) a R$ 4.199 (2013). Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2013R$ 4.199
2012R$ 3.880
2011R$ 3.094

Outras peças da Max 150 2011–2013

Ficha técnica completa da Shineray Max 150 2011–2013

Perguntas frequentes

Mudar a relação deixa a moto mais forte?

Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.

Posso usar emenda de presilha em qualquer moto?

Nas motos de baixa cilindrada, a emenda de clipe costuma ser a original. Nas maiores, em geral o fabricante pede emenda rebitada. Trocar rebite por clipe nessas motos aumenta o risco de a corrente abrir.

Por que a corrente nova esticou tão rápido?

Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.

Com que frequência devo lubrificar a corrente?

A frequência depende do uso. Normalmente, lubrificar com regularidade e sempre depois que a corrente molhar já resolve. Aplique na corrente limpa, do lado de dentro, e tire o excesso.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos