tudo de moto

Bico injetor da Yamaha Factor 150 E 2016–2018

O que define a bico injetor certa para a Factor 150 E desses anos, e onde encontrar.

Bico injetor que serve

Factor 150 E 2016–2018

Moto
Yamaha Factor 150 E
Anos
2016 a 2018
Cilindrada
149 cc
Alimentação
Injeção eletrônica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bico injetor para a Yamaha Factor 150 E

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bico injetor para a Yamaha Factor 150 E 2016–2018. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Bico injetor de reposição para a Yamaha Factor 150 E 2016–2018

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
FIT13041Bico injetor Fazer 150/XTZ 150/FACTOR 150CAWU
FIT13041Bico injetor Fazer 150/XTZ 150/FACTOR 150CAWU

Peças compatíveis de catálogos de reposição para esta versão e estes anos. Todos os códigos de bico injetor da Yamaha Factor 150.

O bico injetor certo para a Factor 150 E 2016–2018

O bico injetor da Yamaha Factor 150 E 2016–2018 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Factor 150 E e os anos 2016–2018), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

O trabalho do bico injetor na Factor 150 E

Na moto injetada, o bico faz o papel que nas motos antigas era do carburador, mas de um jeito diferente. Em vez de o combustível ser puxado pelo ar, ele é empurrado pela bomba e dosado por tempo de abertura. A central calcula, a cada ciclo, quanto combustível o motor precisa, e o bico executa.

Por dentro, há uma bobina que levanta uma agulha ou esfera, deixando a gasolina passar por furos calibrados na ponta. São passagens muito finas. Verniz de gasolina velha, sujeira que passou pelo filtro e anéis de vedação ressecados estão entre os problemas mais comuns. Muitos casos se resolvem com limpeza em bancada; outros pedem bico novo.

Como o bico injetor trabalha na Factor 150 E

A Factor 150 E 2016–2018 é uma street de 149 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida.

Na partida elétrica, o motor de partida puxa muita corrente e a tensão da bateria cai. Se a bateria estiver fraca, bomba e bico podem não receber o suficiente, e a moto gira sem pegar. Antes de culpar o bico, confira a bateria.

Na Factor 150 E, que é arrefecida a ar, mistura pobre por bico sujo deixa o motor ainda mais quente. Vela muito clara e motor esquentando além do normal pedem avaliação da injeção.

Na Factor 150 E, a limpeza do bico em bancada costuma resolver boa parte das falhas de marcha lenta e aceleração. A troca fica para bico que não passa no teste de vazão ou de vedação.

Como saber se o bico injetor precisa de limpeza ou troca

O bico injetor costuma levar a culpa de muita coisa. Bomba fraca, filtro entupido, sensor com defeito e bateria ruim dão sintomas parecidos. Por isso vale observar o conjunto e fazer o diagnóstico antes de comprar peça.

  • Consumo maior que o normal. Se a moto passou a gastar mais sem mudança no seu jeito de pilotar, o bico pode estar gotejando ou pulverizando mal, desperdiçando combustível. Vela escura reforça a suspeita.
  • Perda de força. Com vazão abaixo da necessária, o motor não recebe combustível suficiente em carga e rotação altas. A moto fica fraca nas subidas e nas ultrapassagens.
  • Cheiro de gasolina. Se você sente cheiro de gasolina com a moto ligada ou logo depois de desligar, procure manchas em volta do bico. Anel ressecado é causa comum e a correção deve ser imediata.
  • Partida difícil a quente. Quando a dificuldade aparece só com o motor quente, depois de alguns minutos desligado, um bico que não veda é um dos suspeitos. Cheiro de gasolina no escapamento reforça.

Bico injetor: limpar, testar ou trocar

Bico injetor não tem medida universal. Encaixe parecido não garante vazão nem resistência iguais. Estes são os pontos que a oficina e o balconista conferem.

  • Compre pela aplicação. O bico muda entre motores e às vezes entre anos do mesmo modelo. O código gravado e os dados da moto são o caminho mais seguro para comprar certo.
  • Diagnóstico antes da compra. Peça para a oficina ler os códigos de falha, medir a pressão de combustível e conferir a bateria. Bomba fraca, filtro da bomba entupido ou sensor com defeito imitam bico ruim.
  • Anéis de vedação e filtro de entrada. Os anéis de vedação do bico devem ser novos a cada montagem. Muitos bicos também têm um pequeno filtro na entrada. Confira se vêm com a peça ou se são vendidos à parte.
  • Procedência e qualidade. Bico de procedência duvidosa pode ter vazão diferente da informada ou vedação ruim. Prefira peça original ou de reposição com boa procedência, com nota fiscal.

Bico injetor: como a oficina faz a troca

A sequência abaixo mostra o que é feito na troca. O acesso muda bastante de moto para moto, e o manual de serviço indica o procedimento de alívio de pressão do seu modelo.

  1. Motor frio e local ventilado. Nada de cigarro, solda ou ferramenta que faça faísca por perto. Motor frio e ambiente ventilado são o ponto de partida.
  2. Desligar a bateria. Negativo da bateria fora antes de mexer na injeção. Assim nenhum circuito é energizado durante o serviço e a bomba não liga por acidente.
  3. Aliviar a pressão de combustível. A linha de combustível fica pressurizada mesmo com a moto desligada. O manual de serviço indica como aliviar essa pressão antes de soltar qualquer conexão. Tenha um pano para recolher o que escorrer.
  4. Acesso ao bico. Libere o acesso com calma, cuidando das travas plásticas, e limpe a área em volta do bico. Sujeira que cai no coletor vai direto para o motor.
  5. Retirar o bico antigo. Conector solto pela trava, linha de combustível solta e bico retirado sem alavancas. Repare na posição em que ele estava montado.
  6. Preparar e montar o bico novo. Instale anéis de vedação novos, lubrificados de leve conforme o manual indicar, muitas vezes com um pouco de óleo limpo. O bico entra reto, sem torcer nem cortar os anéis, na mesma posição do antigo.
  7. Conferir vazamento antes da partida. Reconecte linha, conector e bateria. Ligue a chave, sem dar partida, e deixe a bomba pressurizar o sistema. Confira com atenção se não há nenhuma gota em volta do bico e das conexões.
  8. Partida e verificação final. Motor ligado, marcha lenta estável e luz de injeção apagada. Se o manual pedir algum procedimento de aprendizado da central, ele é feito nessa etapa.

Se a moto continuar falhando depois da troca, o problema pode estar na bomba, no filtro de combustível, em sensores ou na parte de ignição. Volte à oficina com a informação de que o bico já foi trocado ou testado, para o diagnóstico seguir adiante.

Erros que fazem a injeção continuar falhando

Muita moto troca bico e continua falhando, ou ganha um vazamento novo. Estes são os erros mais vistos no balcão e na bancada.

  • Testar o bico ligando direto na bateria. Acionar o bico ligando os fios direto na bateria, por tempo longo, pode danificar a bobina interna. O teste deve ser feito com equipamento próprio, que controla o tempo de abertura.
  • Usar bico de outra moto porque encaixa. A central foi programada para o bico original. Com outro bico, ela calcula certo e o motor recebe errado, e a regulagem nunca fica boa.
  • Reaproveitar os anéis de vedação. Anéis novos a cada montagem. Vazamento de combustível sob pressão perto do motor quente não é detalhe: é risco de incêndio.

Manutenção do bico injetor no dia a dia

Estes cuidados ajudam o bico injetor a manter a pulverização e a vazão corretas por mais tempo, e valem para qualquer moto injetada.

  • Combustível de procedência. Gasolina adulterada, com água ou com sujeira entope o bico e o filtro da bomba. Abasteça em postos de confiança e desconfie se a moto mudar de comportamento logo depois de abastecer.
  • Bateria e parte elétrica em ordem. O bico é acionado eletricamente. Bateria fraca, conectores oxidados e fiação danificada atrapalham o funcionamento e podem gerar códigos de falha. Confira a parte elétrica nas revisões.
  • Aditivo com critério. Aditivos de limpeza podem ajudar a manter o sistema limpo, mas não substituem o teste e a limpeza em bancada quando o bico já está falhando. Use apenas produtos de procedência e, se o manual tiver orientação, siga-a.

A Factor 150 ao longo dos anos

No catálogo, a Factor 150 aparece em 4 gerações, somando 4 versões entre 2016 e 2026. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o bico injetor de uma Factor 150 2025–2026, Factor 150 DX 2025–2026, Factor 150 ED 2016–2024, compare o código ou a peça física.

Quanto vale a Factor 150 E 2016–2018

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha Factor 150 E dos anos 2016–2018 vai de R$ 10.630 (2016) a R$ 12.195 (2018). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2018R$ 12.195
2017R$ 10.896
2016R$ 10.630

Bico injetor nos outros anos e versões da Factor 150

VersãoAnos
Factor 150 E (esta página) 2016–2018
Factor 150 2025–2026
Factor 150 DX 2025–2026
Factor 150 ED 2016–2024

Outras peças da Factor 150 E 2016–2018

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha Factor 150 E 2016–2018

Perguntas frequentes

Posso usar o bico injetor de outro modelo na Factor 150 E?

Em geral, não sem conferir. O bico injetor é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

O bico injetor tem prazo de limpeza?

Depende do uso, da qualidade do combustível e do tempo que a moto fica parada. Siga o plano de manutenção do manual e antecipe se aparecerem marcha lenta irregular, falhas ou consumo alto. Não há uma quilometragem única que valha para todas as motos.

Combustível adulterado entope o bico?

Sim. O bico tem furos muito finos e é sensível a sujeira e a combustível de má qualidade. Abasteça em postos de confiança e mantenha o filtro de combustível em dia.

A central precisa aprender o bico novo?

Em alguns modelos, sim; em outros, não. Mesmo quando não é obrigatório, vale ler e apagar os códigos de falha antigos para começar o acompanhamento do zero e perceber se algo novo aparecer.

Luz de injeção acesa quer dizer bico com defeito?

Pode ser, mas pode ser muita outra coisa. Leve a moto para ler o código de falha com scanner antes de comprar qualquer peça. O código aponta o circuito com problema.

Bico injetor da Yamaha Factor 150: todas as versões e anos

Bico injetor de moto: guia geral e lista de motos