Yamaha Factor 150 ED 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Factor 150 ED usada.
- Street
- 149 cc
- Flex
- 12,4 cv
FIPE 2016
R$ 10.898
- Moto
- Yamaha Factor 150 ED
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2016–2024
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827099-6. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha Factor 150 ED
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Anunciar nesta páginaFactor 150 ED 2016: o essencial
A Yamaha Factor 150 ED 2016 é uma street de 149 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2016–2024, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, a potência é de 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol); o torque, 1,3 kgf.m a 5.500 rpm (gasolina e etanol); o tanque leva 15,7 litros (reserva de 2,2 L).
A Factor 150 ED 2016 na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha Factor 150 ED 2016 vale R$ 10.898. A Factor 150 ED 2017 está em R$ 11.171. Comparada com a 2024 (R$ 15.953), a moto de 2016 custa 32% a menos: em média, perdeu 4,7% de valor a cada ano.
Na comparação com as 34 motos street 2016 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 22 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A Factor 150 ED e o jeito street de andar
Street é a moto de uso diário: posição de pilotagem neutra, guidão alto, motor simples e manutenção em conta. Na faixa de baixa cilindrada, é a moto que mais roda no Brasil, levando gente para o trabalho, fazendo entregas e substituindo o ônibus em muitas cidades. Por isso há peça em qualquer loja e mecânico em qualquer bairro.
Para quem compra usada, a street tem uma vantagem e um cuidado. A vantagem é a reposição fácil. O cuidado é que muitas trabalharam pesado, então o estado real pesa mais do que o ano no documento.
O que muda entre as Factor 150 2016
A Factor 150 ED não era a única Factor 150 de 2016: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- Factor 150 E 2016 (R$ 10.630): freio dianteiro tambor (nesta: disco); freio combinado (cbs) não (nesta: sim); rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não).
Medidas de manutenção da Factor 150 ED 2016
Para a manutenção da Factor 150 ED 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Vela de ignição: NGK MR8D (conferida)
- Pneu dianteiro: 80/100-18 M/C 47S (conferida)
- Pneu traseiro: 90/90-18 M/C 57S REINF (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | coroa 39 | pinhão 14 | 124 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro (conferida)
- Filtro de ar: papel seco (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Factor 150 ED 2016 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Factor 150 ED, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
Cuidados que acompanham uma moto 2016
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
A Factor 150 ED 2016 é flex
Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Factor 150 ED 2016.
Alternativas à Factor 150 ED 2016
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos street são as alternativas mais diretas à Factor 150 ED:
- Suzuki Intruder 125 2016 · R$ 10.449 · 124 cc
- Motorino Custom 150 2016 · R$ 11.415 · 150 cc
- Shineray XY 250-5 2016 · R$ 10.360 · 250 cc
- Honda CG 125 Cargo 2016 · R$ 10.191 · 125 cc
- Dafra Next 250 2016 · R$ 11.617 · 249 cc
- Honda CG 150 Start 2016 · R$ 11.650 · 149 cc
- Honda CG 160 Cargo 2016 · R$ 11.681 · 163 cc
- Yamaha YBR 125 Factor ED 2016 · R$ 9.655 · 124 cc
Todos os anos da Factor 150 ED
Anos-modelo da Factor 150 ED no catálogo, de 2024 a 2016, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Factor 150 ED 2016
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Potência | 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol) |
| Torque | 1,3 kgf.m a 5.500 rpm (gasolina e etanol) |
| Tanque | 15,7 litros (reserva de 2,2 L) |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) |
| Vela de ignição | NGK MR8D conferido |
| Pneu dianteiro | 80/100-18 M/C 47S conferido |
| Pneu traseiro | 90/90-18 M/C 57S REINF conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 39 | pinhão 14 | 124 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro conferido |
| Filtro de ar | papel seco conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Factor 150 ED 2016
As peças desta moto são as da geração 2016–2024. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Factor 150 ED 2016?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha Factor 150 ED 2016 vale R$ 10.898 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na Factor 150 ED 2016?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas libras vai no pneu da Factor 150 ED 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantos cavalos tem a Factor 150 ED 2016?
Pela ficha do fabricante, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol), com torque de 1,3 kgf.m a 5.500 rpm (gasolina e etanol).
Qual a medida do pneu da Factor 150 ED 2016?
Dianteiro 80/100-18 M/C 47S e traseiro 90/90-18 M/C 57S REINF.
Qual a capacidade do tanque da Factor 150 ED 2016?
O tanque da Factor 150 ED 2016 leva 15,7 litros (reserva de 2,2 L).
Qual a primeira manutenção depois da compra?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.