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Yamaha YBR 125 ED 2003

Preço FIPE do ano-modelo 2003, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YBR 125 ED usada.

  • Street
  • 124 cc
  • Gasolina
Yamaha YBR 125 ED 2003
Imagem ilustrativa.

FIPE 2003

R$ 5.875

Moto
Yamaha YBR 125 ED
Ano-modelo
2003
Geração
2002–2008
Calibragem
dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); traseiro 28 psi (2,0 kgf/cm²) até 90 kg de carga / 32 psi (2,25 kgf/cm²) de 90 kg até a carga máxima de 160 kg

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827045-7. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha YBR 125 ED

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YBR 125 ED 2003: o essencial

A YBR 125 ED 2003, da Yamaha, é uma street de 124 cc. Ela pertence à geração 2002–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, o tanque leva 13 litros (reserva de 1,7 L); o banco fica a 780 mm do chão.

Preço FIPE da YBR 125 ED 2003

Pela FIPE de outubro de 2026, a YBR 125 ED ano 2003 está cotada em R$ 5.875. A YBR 125 ED 2002 fica em R$ 5.731 (+2,5% de diferença); a de 2004 custa R$ 6.022. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2008, R$ 6.650), a 2003 vale 12% menos, uma média de 2,4% por ano.

Na comparação com as 17 motos street 2003 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 8 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto street

Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.

Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.

Outras versões da Factor 125 em 2003

Em 2003, a família Factor 125 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • YBR 125 E 2003 (R$ 5.381): freio dianteiro tambor (nesta: disco).
  • YBR 125 K 2003 (R$ 5.272): partida pedal (nesta: elétrica); freio dianteiro tambor (nesta: disco).

Medidas de manutenção da YBR 125 ED 2003

Para a manutenção da YBR 125 ED 2003, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

O que conferir antes de comprar uma YBR 125 ED 2003 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.

O que a idade pede na Yamaha YBR 125 ED 2003

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2003 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 23 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Motos parecidas com a YBR 125 ED 2003

Quem procura uma YBR 125 ED 2003 costuma comparar com outras motos street do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da YBR 125 ED

Anos-modelo da YBR 125 ED no catálogo, de 2008 a 2002, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da YBR 125 ED 2003

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Tanque13 litros (reserva de 1,7 L) conferido
Altura do banco780 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); traseiro 28 psi (2,0 kgf/cm²) até 90 kg de carga / 32 psi (2,25 kgf/cm²) de 90 kg até a carga máxima de 160 kg conferido
Bateria12V 5,5Ah (12N5.5-3B) conferido
Vela de igniçãoNGK CR7HSA conferido
Pneu dianteiro2.75-18 42P conferido
Pneu traseiro90/90-18 57P conferido
Relação (kit)passo 428 | coroa 45 | pinhão 14 | 118 elos conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total conferido
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da YBR 125 ED 2003

As peças desta moto são as da geração 2002–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da YBR 125 ED 2003?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YBR 125 ED 2003 vale R$ 5.875 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da YBR 125 ED 2003?

O tanque da YBR 125 ED 2003 leva 13 litros (reserva de 1,7 L).

Que óleo usar na YBR 125 ED 2003?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a calibragem do pneu da YBR 125 ED 2003?

Com os pneus frios: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); traseiro 28 psi (2,0 kgf/cm²) até 90 kg de carga / 32 psi (2,25 kgf/cm²) de 90 kg até a carga máxima de 160 kg. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual pneu usa a YBR 125 ED 2003?

Dianteiro 2.75-18 42P e traseiro 90/90-18 57P.

Qual a cilindrada da YBR 125 ED 2003?

A YBR 125 ED 2003 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.

Vale a pena comprar uma YBR 125 ED 2003 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.

Manter uma moto 2003 custa caro?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.