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Yamaha YBR 125 ED 2007

Preço FIPE do ano-modelo 2007, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YBR 125 ED usada.

  • Street
  • 124 cc
  • Gasolina
Yamaha YBR 125 ED 2007
Imagem ilustrativa.

FIPE 2007

R$ 6.487

Moto
Yamaha YBR 125 ED
Ano-modelo
2007
Geração
2002–2008
Calibragem
dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); traseiro 28 psi (2,0 kgf/cm²) até 90 kg de carga / 32 psi (2,25 kgf/cm²) de 90 kg até a carga máxima de 160 kg

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827045-7. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha YBR 125 ED

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha YBR 125 ED 2007. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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A Yamaha YBR 125 ED 2007 em resumo

A YBR 125 ED 2007, da Yamaha, é uma street de 124 cc. Ela pertence à geração 2002–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, o tanque leva 13 litros (reserva de 1,7 L); o banco fica a 780 mm do chão.

Quanto vale a YBR 125 ED 2007

Pela FIPE de outubro de 2026, a YBR 125 ED ano 2007 está cotada em R$ 6.487. A YBR 125 ED 2006 fica em R$ 6.328 (+2,5% de diferença); a YBR 125 ED 2008 está em R$ 6.650. Comparada com a 2008 (R$ 6.650), a moto de 2007 custa 2% a menos: em média, perdeu 2,5% de valor a cada ano.

Entre as 47 motos street ano 2007 com preço na FIPE, 36 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A YBR 125 ED e o jeito street de andar

Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.

Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.

O que muda entre as Factor 125 2007

A YBR 125 ED não era a única Factor 125 de 2007: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

  • YBR 125 E 2007 (R$ 6.372): freio dianteiro tambor (nesta: disco).
  • YBR 125 K 2007 (R$ 6.258): partida pedal (nesta: elétrica); freio dianteiro tambor (nesta: disco).

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da YBR 125 ED 2007

Estas são as medidas que mais se procura para a YBR 125 ED 2007. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

YBR 125 ED 2007 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Sinais de moto de trabalho. Se a moto trabalhou com entrega, rodou muito e no ritmo de para e anda, que gasta embreagem, freios, transmissão e suspensão mais rápido. Os sinais são bagageiro reforçado ou furado, marcas de baú, banco gasto e hodômetro baixo demais para o estado geral. Avalie com mais rigor e ajuste o preço.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.

Cuidados que acompanham uma moto 2007

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2007 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 19 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 19 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.

Documentos e negociação da YBR 125 ED 2007

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.

Alternativas à YBR 125 ED 2007

Para comparar: motos street 2007 com valor FIPE perto do da YBR 125 ED.

Todos os anos da YBR 125 ED

Anos-modelo da YBR 125 ED no catálogo, de 2008 a 2002, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da YBR 125 ED 2007

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Tanque13 litros (reserva de 1,7 L) conferido
Altura do banco780 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); traseiro 28 psi (2,0 kgf/cm²) até 90 kg de carga / 32 psi (2,25 kgf/cm²) de 90 kg até a carga máxima de 160 kg conferido
Bateria12V 5,5Ah (12N5.5-3B) conferido
Vela de igniçãoNGK CR7HSA conferido
Pneu dianteiro2.75-18 42P conferido
Pneu traseiro90/90-18 57P conferido
Relação (kit)passo 428 | coroa 45 | pinhão 14 | 118 elos conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total conferido
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da YBR 125 ED 2007

As peças desta moto são as da geração 2002–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a YBR 125 ED 2007 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YBR 125 ED 2007 vale R$ 6.487 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da YBR 125 ED 2007?

Dianteiro 2.75-18 42P e traseiro 90/90-18 57P.

Qual a calibragem do pneu da YBR 125 ED 2007?

Com os pneus frios: dianteiro 25 psi (1,75 kgf/cm²); traseiro 28 psi (2,0 kgf/cm²) até 90 kg de carga / 32 psi (2,25 kgf/cm²) de 90 kg até a carga máxima de 160 kg. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a cilindrada da YBR 125 ED 2007?

A YBR 125 ED 2007 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual o óleo da YBR 125 ED 2007?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.

Quantos litros cabem no tanque da YBR 125 ED 2007?

O tanque da YBR 125 ED 2007 leva 13 litros (reserva de 1,7 L).

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.