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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Yamaha YBR 125 Factor Pro K 2014

O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a YBR 125 Factor Pro K desses anos, e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

Medida em conferência

Moto
Yamaha YBR 125 Factor Pro K
Anos
2014
Cilindrada
124 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha YBR 125 Factor Pro K

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha YBR 125 Factor Pro K 2014. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Produtos de marca para a Yamaha YBR 125 Factor Pro K 2014

Pelas aplicações que os fabricantes declaram para o modelo. Confira versão e ano antes de comprar.

O kit relação certo para a YBR 125 Factor Pro K 2014

Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Yamaha YBR 125 Factor Pro K 2014 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.

A medida da relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se possível, leve os números da coroa, do pinhão e da corrente que estão na moto.

Para que serve o kit relação da YBR 125 Factor Pro K

Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.

O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.

Como o kit relação trabalha na YBR 125 Factor Pro K

Na ficha, a YBR 125 Factor Pro K 2014 aparece como uma street de 124 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Com freio traseiro a tambor, regular a corrente mexe também no freio. Toda vez que os esticadores forem ajustados, a folga do pedal precisa ser conferida, e a roda deve girar livre, sem o freio arrastando.

Em motos pequenas usadas para trabalho e entrega, como muitas YBR 125 Factor Pro K, o kit relação roda muito, em trânsito pesado e com saídas seguidas. A lubrificação frequente e a conferência da folga em toda parada para revisão fazem o kit durar bem mais.

Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão

O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.

  • Dentes da coroa em forma de gancho. Dente bom tem o perfil simétrico, com a ponta arredondada. Dente gasto fica fino, pontudo e inclinado para um lado, parecendo um serrote ou um gancho. Quando a coroa chega a esse ponto, ela já não segura bem a corrente.
  • Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.
  • Elos duros ou travados. Elo travado aparece como um ponto em que a corrente não endireita ao passar pelo pinhão ou pela coroa. Às vezes a limpeza e a lubrificação soltam; se o elo continua duro, a corrente está condenada.
  • Esticador no fim do curso. Os esticadores da balança têm um limite. Se as marcas já estão no fim da escala, ou quase, a corrente esticou tanto que não há mais para onde puxar a roda. Na prática, é o próprio limite de uso do kit.
  • Pinhão com dentes afinados. Como cada dente do pinhão trabalha muito mais vezes que um dente da coroa, ele é um bom indicador de desgaste. Dentes com a ponta afiada ou com marcas laterais pedem a troca do conjunto.

O que conferir antes de comprar o kit relação

Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.

  • Estriado do pinhão. O pinhão encaixa no eixo de saída por estrias. Mesmo com passo e dentes certos, um pinhão de outra moto pode ter estriado diferente ou outro jeito de fixação. A aplicação na embalagem precisa citar o seu modelo.
  • Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.
  • Tipo de emenda. A corrente pode fechar com emenda de presilha (clipe) ou com emenda rebitada. A de clipe se monta com alicate; a rebitada pede ferramenta específica. Em motos maiores, a rebitada costuma ser a indicada pelo fabricante.
  • Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.
  • Passo da corrente. O passo é o tamanho do elo, indicado por números como 420, 428, 520, 525 ou 530. Corrente, coroa e pinhão precisam ter o mesmo passo. Peças de passos diferentes não engrenam, mesmo que pareçam parecidas a olho.

Troca do kit relação passo a passo

A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.

  1. Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
  9. Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.

Se a corrente continuar fazendo barulho, saindo da coroa ou gastando de lado depois da troca, leve a moto de volta à oficina. Pode ser alinhamento, coroa mal centralizada ou rolamento da roda com folga. Guarde bem a nota fiscal do kit para a garantia.

Manutenção da corrente no dia a dia

O kit relação dura muito mais quando recebe três cuidados: limpeza, lubrificação e folga certa. Nenhum deles é caro, e todos podem ser feitos em casa.

  • Confira a folga regularmente. Meça a folga girando a roda e procurando o ponto mais esticado. Ajuste por ele, nunca pelo mais frouxo. O valor certo está no manual e, em muitas motos, numa etiqueta perto da balança.
  • Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
  • Mantenha os protetores no lugar. Tampa do pinhão e protetor da corrente não são enfeite: evitam que roupas, cadarços ou galhos sejam puxados pela corrente e seguram parte da sujeira e do lubrificante.
  • Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Água tira o lubrificante e deixa a corrente vulnerável à ferrugem. Depois de rodar na chuva ou de lavar a moto, seque a corrente e lubrifique de novo, mesmo que não esteja no prazo.

O que não fazer com a corrente da moto

Antes de trocar ou mexer na corrente, vale conhecer os erros mais comuns. Quase todos são fáceis de evitar.

  • Rodar com a corrente frouxa. Folga demais não é só barulho. A corrente pode pular dos dentes, enroscar e travar a roda, além de bater e danificar a carcaça do motor e a balança.
  • Mudar a relação sem pensar no conjunto. Trocar coroa ou pinhão por números diferentes muda a força, a rotação na estrada e, em muitas motos, a leitura do velocímetro. Pode pedir corrente com outro número de elos. Pense antes de mudar.
  • Montar a presilha ao contrário. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha deve apontar para o sentido em que a corrente anda. Ao contrário, ela pode enganchar em algo e se soltar.
  • Trocar só a corrente. Corrente nova em coroa e pinhão gastos não assenta nos dentes e estica rápido. Em pouco tempo, ela fica igual à velha. A troca econômica de verdade é a do kit inteiro.

A Factor 125 ao longo dos anos

No catálogo, a Factor 125 aparece em 9 gerações, somando 9 versões entre 2000 e 2025. Atenção: o kit relação não é o mesmo em toda a família. Aparecem 2 referências.

  • passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 126 elos: Factor 125i ED 2017–2025.
  • passo 428 | coroa 45 | pinhão 14 | 118 elos: YBR 125 E 2000–2008, YBR 125 ED 2002–2008, YBR 125 K 2001–2008.

Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.

Quanto vale a YBR 125 Factor Pro K 2014

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha YBR 125 Factor Pro K ano 2014 vale R$ 4.728. É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da Factor 125

VersãoAnosMedida
YBR 125 Factor Pro K (esta página) 2014 em conferência
Factor 125i ED 2017–2025 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 126 elos conferido
YBR 125 Factor E 2009–2016 em conferência
YBR 125 Factor ED 2009–2016 em conferência
YBR 125 Factor K 2009–2016 em conferência
YBR 125 Factor Pro E 2014 em conferência
YBR 125 E 2000–2008 passo 428 | coroa 45 | pinhão 14 | 118 elos
YBR 125 ED 2002–2008 passo 428 | coroa 45 | pinhão 14 | 118 elos conferido
YBR 125 K 2001–2008 passo 428 | coroa 45 | pinhão 14 | 118 elos

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da YBR 125 Factor Pro K 2014

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha YBR 125 Factor Pro K 2014

Perguntas frequentes

Por que a corrente da moto faz ruído?

As causas mais comuns são folga errada, corrente seca, kit gasto ou roda desalinhada. Também pode ser a corrente batendo no protetor ou na guia da balança. Comece limpando, lubrificando e regulando; se o ruído continuar, avalie o desgaste do kit.

É normal o kit novo afrouxar logo?

Nos primeiros dias, um pouco de acomodação é normal, e por isso a primeira regulagem vem cedo. Se continua esticando rápido, desconfie de coroa ou pinhão reaproveitados, desalinhamento, falta de lubrificação ou corrente de qualidade abaixo da original.

Qual a folga certa da corrente?

Cada moto tem o seu valor. A medição é feita empurrando a corrente para cima e para baixo no meio do trecho inferior. Gire a roda, procure o ponto mais apertado e regule por ele, com os esticadores alinhados.

Posso trocar só a corrente?

Não é recomendado. Coroa e pinhão desgastam junto com a corrente e mudam de formato. Corrente nova em dentes gastos não assenta e estica rapidamente. A troca do kit completo é a que realmente resolve.

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