tudo de moto

Cavalete central da Yamaha YS 150 Fazer ED 2014–2015

O que define a cavalete central certa para a YS 150 Fazer ED desses anos, e onde encontrar.

Cavalete central que serve

YS 150 Fazer ED 2014–2015

Moto
Yamaha YS 150 Fazer ED
Anos
2014 a 2015

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com cavalete central para a Yamaha YS 150 Fazer ED

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura cavalete central para a Yamaha YS 150 Fazer ED 2014–2015. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Cavalete central de reposição para a Yamaha YS 150 Fazer ED 2014–2015

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2014 a 2018
FIT15025Mola cavalete central Fazer 150/XTZ 150 2014-2018EMBUS
FIT15025Mola cavalete central Fazer 150/XTZ 150 2014-2018EMBUS

Peças compatíveis de catálogos de reposição para esta versão e estes anos. Todos os códigos de cavalete central da Yamaha Fazer 150.

O cavalete central certo para a YS 150 Fazer ED 2014–2015

Para o cavalete central, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a YS 150 Fazer ED e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2014–2015), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a YS 150 Fazer ED 2014–2015; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Cavalete central: o que ele faz e como funciona

O cavalete central é o apoio que deixa a moto em pé, reta, sem depender do cavalete lateral. Ele é preso ao quadro (ou, em muitas scooters, ao conjunto do motor) por um eixo articulado, e duas molas o mantêm recolhido enquanto você roda. Quando você pisa na alavanca e puxa a moto para trás, ele gira, apoia as duas pernas no chão e levanta uma das rodas, em geral a traseira.

É o jeito mais estável de estacionar em piso firme e o mais prático para pequenos serviços: lubrificar e regular a corrente, conferir a roda, calibrar e limpar. Moto reta no cavalete também ocupa menos espaço na garagem.

O cavalete central na YS 150 Fazer ED: o que a ficha diz

Para entender o cavalete central desta moto, vale olhar a ficha: a YS 150 Fazer ED é uma street de 149 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável. Atrás, são dois amortecedores, um de cada lado da balança.

Com transmissão por corrente, o cavalete central é um grande aliado da manutenção. A roda livre permite conferir a folga e lubrificar a corrente em toda a volta, sem ligar a moto.

Motos como a YS 150 Fazer ED são muito usadas no trabalho, com várias subidas e descidas no cavalete por dia e, às vezes, carga no bagageiro. Nesse ritmo, pino, buchas e molas gastam mais rápido, e vale conferir o conjunto a cada revisão.

Sinais de que o cavalete central da YS 150 Fazer ED precisa de atenção

Antes de trocar o cavalete inteiro, vale olhar peça por peça: muitas vezes o defeito está na mola, no pino ou no batente, que custam bem menos.

  • Trinca ou solda quebrada. Olhe as soldas do cavalete, principalmente perto do eixo e da alavanca onde você pisa. Trinca ali é sinal de fadiga, e a peça pode quebrar com a moto em cima.
  • Ferrugem forte. O cavalete fica perto do chão e pega água, lama e sal. Se a ferrugem já abriu furos ou afinou o tubo, a peça perdeu resistência e deve ser trocada.
  • Não recolhe sozinho. Cavalete que fica meio aberto depois de tirar a moto do apoio está com a mola cansada ou com o eixo travando. É defeito de segurança, porque a ponta pode tocar o asfalto numa curva ou numa lombada.
  • Batidas e barulho rodando. Um batido metálico em buracos e lombadas pode vir do cavalete encostando no quadro ou no escapamento. Normalmente o batente de borracha gastou ou caiu, ou a mola está frouxa.

O que conferir antes de comprar o cavalete central

O cavalete central é feito para a geometria de cada moto: distância até o chão, posição do escapamento e pontos de fixação. Por isso, a compra é pela aplicação, e não pelo visual.

  • Original ou de reposição. Na reposição, a variação de qualidade é grande. Peça para ver a peça, compare com a antiga e desconfie de cavalete muito diferente do original em altura ou formato.
  • Pontos de fixação. O encaixe no quadro é o que garante firmeza. Cavalete de outro modelo, mesmo parecido, pode ter distância entre os apoios diferente. Compare com a peça antiga ou com o desenho do kit.
  • Qualidade do aço e das soldas. Cavalete leve demais e com solda falhada costuma entortar cedo. Compare com o original: a espessura do tubo e o acabamento das soldas mostram a qualidade.
  • Acabamento contra ferrugem. Pintura bem aplicada ou tratamento contra corrosão ajudam muito, porque o cavalete vive perto do chão molhado. Pintura que descasca com a unha não vai durar.

Como trocar o cavalete central da YS 150 Fazer ED

Para trocar o cavalete, a moto precisa ficar firme sem ele. A sequência abaixo vale para a maioria das motos; os detalhes de fixação estão no manual.

  1. Apoie a moto com segurança. Antes de tudo, garanta um apoio que não dependa do cavalete central. Cavalete de oficina, elevador ou cavalete lateral com a moto calçada. Nunca fique com o corpo embaixo da moto mal apoiada.
  2. Recolha e solte as molas. Com o cavalete recolhido, a mola fica menos esticada. Use um puxador de mola ou um alicate apropriado para tirar as pontas dos ganchos. Proteja as mãos e os olhos: a mola pode escapar com força.
  3. Libere o acesso. Em algumas motos, é preciso tirar a pedaleira, soltar o escapamento ou uma proteção para chegar ao eixo. Confira no manual o que precisa sair antes de forçar qualquer peça.
  4. Retire o pino e o cavalete. Solte a porca, a trava ou o parafuso do eixo e puxe o pino. Segure o cavalete para ele não cair. Repare na ordem das arruelas e buchas, ou fotografe antes.
  5. Limpe e confira os suportes. Limpe os furos dos suportes no quadro e veja se não estão ovalizados ou trincados. Suporte gasto deixa folga mesmo com cavalete e pino novos, e o reparo é de oficina.
  6. Lubrifique e monte o cavalete novo. Com o pino engraxado, encaixe o cavalete, as buchas e as arruelas e aperte a porca ou a trava. O cavalete deve girar sem folga lateral e sem prender.
  7. Recoloque molas e batente. Monte as molas e o batente e reinstale escapamento, pedaleira ou tampas que tenham saído. Confira se nenhuma mola ficou torcida ou mal encaixada.
  8. Teste antes de rodar. Teste o funcionamento: subir, descer e ver o cavalete recolher por completo. Ande devagar e incline a moto com cuidado nas primeiras curvas para confirmar que nada raspa.

Guarde a nota fiscal da peça e, se a oficina fizer a troca, peça para mostrar os suportes e o pino antigo. Isso ajuda a entender se o desgaste foi normal ou se havia outro problema.

Cuidados que aumentam a vida do cavalete

O cavalete pede pouco: graxa no eixo, molas em ordem e uso correto. Esses cuidados evitam folga, barulho e, principalmente, o cavalete pendurado.

  • Confira as molas. Mola enferrujada perde força e pode quebrar. Uma olhada rápida ao lavar a moto mostra se ela está esticada, torta ou corroída.
  • Engraxe o pino de tempos em tempos. O eixo do cavalete trabalha em contato com água e poeira. Uma limpeza e um pouco de graxa no pino, nas revisões, deixam o movimento leve e evitam folga e ferrugem.
  • Retoque a pintura. Um retoque simples de tinta nas partes raspadas protege o aço. Ferrugem em cavalete começa pequena e, se ignorada, chega às soldas.

O que não fazer com o cavalete central

Alguns erros parecem pequenos, mas custam uma peça nova ou um tombo. Vale conhecer os mais comuns.

  • Trocar a mola com chave de fenda. Mola de cavalete guarda muita força. Improvisar ferramenta é pedir para ela escapar e acertar a mão ou o rosto.
  • Rodar com o cavalete pendurado. Cavalete que não recolhe é defeito de segurança, não de conforto. Improviso com abraçadeira ou elástico só esconde o problema até a próxima curva.
  • Soldar o cavalete trincado. Remendo de solda em cavalete trincado pode até segurar por um tempo, mas a região fica mais fraca e volta a trincar. Para uma peça que segura a moto inteira, a troca é o caminho seguro.

A Fazer 150 ao longo dos anos

No catálogo, a Fazer 150 aparece em 2 gerações, somando 2 versões entre 2014 e 2025. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o cavalete central de uma YS 150 Fazer SED 2014–2025, compare o código ou a peça física.

Quanto vale a YS 150 Fazer ED 2014–2015

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha YS 150 Fazer ED dos anos 2014–2015 vai de R$ 11.048 (2014) a R$ 11.595 (2015). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

Cavalete central nos outros anos e versões da Fazer 150

VersãoAnos
YS 150 Fazer ED (esta página) 2014–2015
YS 150 Fazer SED 2014–2025

Outras peças da YS 150 Fazer ED 2014–2015

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha YS 150 Fazer ED 2014–2015

Perguntas frequentes

O cavalete central de outra moto serve na YS 150 Fazer ED?

Em geral, não sem conferir. O cavalete central é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Minha moto não veio com cavalete central. Posso instalar?

Depende do modelo. Algumas motos têm os pontos de fixação no quadro e kit próprio, original ou de reposição. Em outras, não há espaço por causa do escapamento ou da altura. Adaptar suporte soldado no quadro não é recomendado.

Vale a pena soldar o cavalete?

Em geral, não vale. Trinca em cavalete é sinal de fadiga do material. Mesmo bem soldada, a peça pode falhar com a moto em cima. O mais seguro é trocar.

Qual o jeito certo de colocar a moto no cavalete?

O segredo é usar o peso do corpo. Moto reta, cavalete apoiado com as duas pernas, pé firme na alavanca e um movimento único para baixo e para trás. Puxar só com os braços cansa e pode desequilibrar.

Com que frequência engraxar o cavalete?

Sim. Um pouco de graxa no pino de tempos em tempos evita ferrugem, rangido e desgaste das buchas. Quem roda muito na chuva ou na terra deve conferir com mais frequência.

Cavalete central da Yamaha Fazer 150: todas as versões e anos

Cavalete central de moto: guia geral e lista de motos