Tanque de combustível da BMW K 1200 GT 2003–2005
O que define a tanque de combustível certa para a K 1200 GT desses anos, e onde encontrar.
Tanque de combustível que serve
K 1200 GT 2003–2005
- Moto
- BMW K 1200 GT
- Anos
- 2003 a 2005
- Cilindrada
- 1.157 cc
- Alimentação
- Injeção eletrônica
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com tanque de combustível para a BMW K 1200 GT
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura tanque de combustível para a BMW K 1200 GT 2003–2005. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaQual tanque de combustível serve na K 1200 GT 2003–2005
Para o tanque de combustível, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a K 1200 GT e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2003–2005), e termina na comparação com a peça antiga.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a K 1200 GT e os anos 2003–2005), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
O que o tanque de combustível faz na K 1200 GT
O tanque guarda o combustível e é o ponto de partida de toda a alimentação do motor. Parece uma peça passiva, mas não é só uma caixa: ele tem o bocal com a tampa, as saídas para o carburador ou para a bomba de combustível, o respiro que deixa o ar entrar conforme o combustível sai e, em muitas motos, o sensor que mostra o nível no painel.
Na maioria das motos de rua o tanque é de chapa de aço estampada e soldada, pintado por fora. Em vários modelos de trilha e em muitas scooters ele é de plástico especial. Em qualquer caso, a limpeza interna do tanque influi direto na saúde do resto da alimentação.
O tanque de combustível na K 1200 GT: o que a ficha diz
Para entender o tanque de combustível desta moto, vale olhar a ficha: a K 1200 GT é uma touring de 1.157 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.
Quem viaja com a K 1200 GT abastece em postos diferentes, e a chance de pegar combustível ruim aumenta. Prefira redes conhecidas e observe a moto depois de cada abastecimento suspeito. Combustível com água vai para o fundo do tanque.
Na K 1200 GT, o tanque é peça grande e cara, e em alguns modelos o que parece tanque é uma capa, com o reservatório em outro lugar. Antes de comprar, confirme com o catálogo qual é a peça certa.
Na K 1200 GT, com injeção, a bomba de combustível costuma ficar dentro do tanque, presa por uma flange. Trocar o tanque significa transferir a bomba, com vedação nova, e lidar com a linha pressurizada. Por isso o serviço é de oficina.
Como saber se o tanque de combustível precisa de reparo ou troca
Alguns sinais de tanque com problema são visíveis; outros aparecem como falhas no motor. Vale juntar as pistas antes de decidir entre limpar, reparar ou trocar.
- Cheiro forte de gasolina. Se a garagem passou a cheirar a gasolina, algo está vazando. Procure com calma: tanque, tampa, mangueiras e, conforme a moto, torneira ou flange da bomba.
- Ferrugem visível no bocal. Ferrugem no gargalo é o sinal mais fácil de enxergar. Ela costuma começar onde a umidade se acumula e se espalha com a moto parada. Quanto antes for tratada, maior a chance de salvar o tanque.
- Trinca no tanque plástico. Em tanque de polímero, procure trincas finas perto das fixações, do bocal e dos cantos, principalmente depois de tombos. Qualquer vazamento ali exige avaliação.
- Amassado grande ou vinco. Amassado pequeno é só estética. Já um amassado fundo, com vinco na chapa ou perto de uma solda, pode enfraquecer o metal, rachar a pintura e abrir caminho para ferrugem e vazamento. Também pode reduzir um pouco a capacidade.
Como escolher o tanque certo para a K 1200 GT
Antes de comprar o tanque, decida entre original, reposição ou usado, e leve os dados da moto. Estes são os pontos que valem conferir.
- Procedência e nota. Exija nota, tanto do novo quanto do usado. No caso de peça usada, prefira desmanches regularizados, que identificam a origem da peça.
- Modelo, ano e chassi. O ponto de partida é a aplicação. Com modelo, ano e chassi, a loja encontra o tanque certo no catálogo da fabricante ou do fornecedor de reposição.
- Fixações e borrachas. Compare os pontos de fixação: suportes, furos dos parafusos e encaixes das borrachas. As borrachas e coxins que isolam o tanque da vibração costumam ser transferidos do antigo, mas vale trocar se estiverem ressecados.
- Inspeção do tanque usado. Tanque usado só depois de inspeção. Lanterna no bocal, olhe o fundo e as costuras. Desconfie de tanque com cheiro de produto químico forte ou recém-lavado por dentro: pode ser tentativa de esconder ferrugem.
Troca do tanque de combustível passo a passo
Tirar o tanque é um serviço frequente na oficina, mas sempre com os cuidados de quem lida com combustível. Esta é a sequência de um trabalho bem feito.
- Preparar o local. Trabalhe ao ar livre ou em garagem bem ventilada, sem nada aceso por perto. Tenha um recipiente certificado para combustível e panos para pequenos respingos.
- Esvaziar o tanque. Retire o combustível pelo dreno, pela torneira ou pelo método do manual. Tanque vazio fica mais leve e reduz o risco de derramar ao inclinar. Em moto injetada, a oficina faz isso sem abrir a linha pressurizada de qualquer jeito.
- Desligar a bateria e abrir o acesso. Bateria desligada pelo negativo, para não haver faísca em conectores. Em seguida, remova o que estiver no caminho: banco, tampas e, em algumas motos, carenagens ou o próprio banco do garupa.
- Soltar mangueiras e conectores. Desconecte tudo o que liga o tanque à moto: combustível, plugues elétricos e mangueiras de respiro. Uma foto antes de soltar evita inverter mangueiras na montagem.
- Retirar o tanque. Solte os parafusos de fixação e levante o tanque com cuidado, conferindo se nada ficou preso por baixo. Apoie em superfície macia, com a saída para cima, longe de fontes de calor.
- Transferir as peças. Passe para o tanque novo a tampa, a torneira ou a bomba, o sensor de nível, borrachas e emblemas, conforme o caso. Use vedações novas na torneira e na flange da bomba. Confira se o tanque novo está limpo por dentro.
- Montar e conferir as mangueiras. Assente o tanque nas borrachas, aperte as fixações sem exagero e reconecte mangueiras e conectores. Mangueira de respiro dobrada ou esmagada sob o tanque causa falha de alimentação depois.
- Abastecer pouco e testar. Coloque um pouco de combustível, ligue a bateria e procure vazamentos em volta da torneira, da bomba e das mangueiras antes de ligar o motor. Depois, confira o marcador e a marcha lenta, e faça um teste rodando.
Se a moto começar a falhar depois da troca, confira o respiro do tanque e as mangueiras: dobra ou entupimento causam vácuo e falta de combustível. Qualquer cheiro de gasolina persistente é motivo para voltar à oficina antes de rodar.
Cuidados que protegem o tanque de combustível
O tanque dura a vida da moto quando é bem tratado. Os maiores inimigos são a umidade por dentro e os riscos e quedas por fora.
- Lave e encere com cuidado. Água em excesso na tampa e produto agressivo na pintura encurtam a vida do tanque. Lavagem com cuidado, secagem e uma cera de tempos em tempos fazem diferença.
- Cuidado com a moto parada. Moto parada por muito tempo com pouco combustível deixa espaço para umidade condensar dentro do tanque de aço, e o combustível envelhece. Rodar com regularidade é o melhor remédio. Para paradas longas, peça orientação à oficina.
- Limpe a gasolina derramada. Combustível que escorre na pintura ao abastecer pode manchar o verniz e danificar adesivos com o tempo. Limpe logo com pano macio e não encha até transbordar.
Erros que estragam o tanque ou colocam você em risco
Tanque parece peça simples, e é por isso que muita gente improvisa. Veja os erros que mais dão problema.
- Tapar vazamento com massa ou cola. Massa epóxi ou cola por fora pode segurar um vazamento por um tempo, mas não é reparo definitivo. O combustível volta a passar e o risco de incêndio continua. Use só como emergência, até chegar à oficina.
- Tratar ferrugem com receita caseira. Produtos fortes usados sem neutralizar e secar bem deixam o tanque enferrujando de novo, às vezes mais rápido. Revestimento interno mal aplicado descasca e entope a alimentação. Tratamento de tanque é serviço para quem faz isso com método.
- Guardar gasolina de qualquer jeito. O combustível drenado do tanque precisa de recipiente adequado. Improvisar com garrafa é perigoso para você e para quem mora na casa.
Serve em outro ano da K 1200 GT?
No catálogo, a K 1200 GT aparece em 2 gerações, somando 1 versão entre 2003 e 2008. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas o tanque de combustível pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão K 1200 GT 2006–2008.
A K 1200 GT na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a BMW K 1200 GT ano 2003 vale R$ 38.800. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do tanque de combustível chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.
Tanque de combustível nos outros anos e versões da K 1200 GT
| Versão | Anos |
|---|---|
| K 1200 GT | 2006–2008 |
| K 1200 GT (esta página) | 2003–2005 |
Outras peças da K 1200 GT 2003–2005
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar o tanque de combustível de outro modelo na K 1200 GT?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a K 1200 GT 2003–2005. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
O que olhar num tanque de desmanche?
Olhe por dentro com lanterna: sem ferrugem, sem descamação, sem revestimento solto. Por fora, procure soldas refeitas, furos tapados, amassados com massa e umidade nos cantos. Confira as fixações, a rosca da tampa e a saída da torneira ou da bomba. E compre com nota.
Posso usar o tanque de outra versão?
Às vezes sim, às vezes não. Versões carburada e injetada da mesma moto, por exemplo, costumam ter tanques diferentes. Confira a aplicação pelo código da peça original antes de fechar negócio.
Amassado no tanque precisa trocar?
Nem sempre. O que importa é se a chapa trincou ou se a solda foi afetada. Sem vazamento e sem vinco profundo, a funilaria resolve. Com vazamento, não use a moto até avaliar.
Quantos litros cabem no tanque?
Consulte o manual do proprietário: ele traz a capacidade total e a da reserva. Lembre que um tanque de reposição deve ter a mesma capacidade, o mesmo formato e as mesmas fixações do original.