Ducati ST4 / ST4S 1997
Preço FIPE do ano-modelo 1997, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma ST4 / ST4S usada.
- Touring
- 916 cc
- Gasolina
FIPE 1997
R$ 13.644
- Moto
- Ducati ST4 / ST4S
- Ano-modelo
- 1997
- Geração
- 1997–2005
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 808007-0. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Ducati ST4 / ST4S
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Anunciar nesta páginaComo é a ST4 / ST4S 1997
A ST4 / ST4S 1997, da Ducati, é uma touring de 916 cc. Ela pertence à geração 1997–2005, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a ST4 / ST4S depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Quanto vale a ST4 / ST4S 1997
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Ducati ST4 / ST4S 1997 vale R$ 13.644. A ST4 / ST4S 1998 está em R$ 15.790. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2005, R$ 26.774), a 1997 vale 49% menos, uma média de 8,1% por ano.
Na comparação com as 21 motos touring 1997 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 2 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma touring
Touring é a moto feita para viajar: proteção aerodinâmica grande, banco confortável para piloto e garupa, malas laterais e, em muitos modelos, baú, som e controle de velocidade. O motor trabalha com folga em velocidade de estrada e a posição é ereta, pensada para passar muitas horas seguidas na estrada.
É uma moto pesada e grande, que pede experiência em manobras. Na usada, quilometragem alta é normal do tipo; o que importa é o histórico de revisões e o estado dos itens de conforto, das malas e de toda a parte elétrica.
Medidas de manutenção da ST4 / ST4S 1997
Estas são as medidas que mais se procura para a ST4 / ST4S 1997. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 10Ah (conferida)
- Vela de ignição: Champion RA59GC (conferida)
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17 (conferida)
- Pneu traseiro: 180/55ZR17 (conferida)
- Relação (kit): passo 525 | coroa 43 | pinhão 15 (DID 525 HV) (conferida)
- Óleo do motor: Shell Advance 4T Ultra | 3,8 L com filtro (conferida)
- Lâmpada do farol: 55W baixo (poli-elipsoidal) + 55W alto (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Óleo de bengala: Shell Advance Fork 7.5 ou Donax TA | 492 ml por tubo
O que conferir antes de comprar uma ST4 / ST4S 1997 usada
Uma moto 1997 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
O que a idade pede na Ducati ST4 / ST4S 1997
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 29 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 29 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
Alternativas à ST4 / ST4S 1997
Para comparar: motos touring 1997 com valor FIPE perto do da ST4 / ST4S.
- Triumph Trophy 900 1997 · R$ 13.776 · 885 cc
- Triumph Sprint 900 1997 · R$ 12.548 · 885 cc
- Ducati ST2 1997 · R$ 12.024 · 944 cc
- Suzuki GSX1100F 1997 · R$ 15.964 · 1.127 cc
- Triumph Trophy 1200 1997 · R$ 16.586 · 1.180 cc
Outros anos da ST4 / ST4S
Anos-modelo da ST4 / ST4S no catálogo, de 2005 a 1997, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da ST4 / ST4S 1997
| Cilindrada | 916 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 10Ah conferido |
| Vela de ignição | Champion RA59GC conferido |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 conferido |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 conferido |
| Relação (kit) | passo 525 | coroa 43 | pinhão 15 (DID 525 HV) conferido |
| Óleo do motor | Shell Advance 4T Ultra | 3,8 L com filtro conferido |
| Lâmpada do farol | 55W baixo (poli-elipsoidal) + 55W alto conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Óleo de bengala | Shell Advance Fork 7.5 ou Donax TA | 492 ml por tubo |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da ST4 / ST4S 1997
As peças desta moto são as da geração 1997–2005. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da ST4 / ST4S 1997?
Na referência de outubro de 2026, a Ducati ST4 / ST4S 1997 vale R$ 13.644 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a medida do pneu da ST4 / ST4S 1997?
Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 180/55ZR17.
Que óleo usar na ST4 / ST4S 1997?
A referência para o motor é Shell Advance 4T Ultra | 3,8 L com filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a ST4 / ST4S 1997?
A ST4 / ST4S 1997 tem 916 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
Uma moto 1997 ainda paga IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.