Kawasaki Vulcan 1500 Nomad 1998–1999
Ficha técnica, preço FIPE e as 66 peças com página própria para a Vulcan 1500 Nomad fabricada de 1998 a 1999. 1ª geração (carburada).
- Touring
- 1.470 cc
- Gasolina
- Carburador
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 1500 Nomad
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Anunciar nesta páginaPeças da Vulcan 1500 Nomad 1998–1999
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por cardã, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Vulcan 1500 Nomad 1998–1999: visão geral
Esta é a ficha da Kawasaki Vulcan 1500 Nomad vendida nos anos-modelo de 1998 a 1999: uma touring de 1.470 cc. No catálogo, a Vulcan 1500 Nomad tem 2 gerações; esta é a 1ª, a mais antiga. 1ª geração (carburada).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 27.221 (1998) a R$ 30.893 (1999).
Como ler a ficha técnica da Vulcan 1500 Nomad
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: dois amortecedores
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Vulcan 1500 Nomad e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
- Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Transmissão por correia ou cardã. Se a Vulcan 1500 Nomad não usa corrente, a força chega à roda por correia ou por eixo cardã. Na prática, isso significa menos sujeira, menos ajustes e mais tempo entre intervenções. A correia não gosta de pedras e cortes; o cardã é robusto, mas acrescenta peso e pode causar uma leve reação na suspensão ao acelerar e desacelerar.
- Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a Vulcan 1500 Nomad tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
A Vulcan 1500 Nomad no dia a dia
No uso real, a touring é feita para dias inteiros de estrada. Você chega ao destino menos cansado, o garupa viaja quase como num sofá e a bagagem cabe nas malas sem improviso. Equipamentos de conforto e proteção aerodinâmica deixam até a chuva e o frio mais toleráveis.
O contrapeso está nas manobras lentas e no estacionamento: empurrar a moto em rampa ou em chão de cascalho exige técnica e força. No trânsito urbano, o porte da Vulcan 1500 Nomad é exagerado para o anda e para. E em estrada de chão, o peso e a distância do solo limitam. Na rodovia, porém, poucas motos fazem tão bem o que ela faz.
Bateria, pneus, vela e óleo da Vulcan 1500 Nomad 1998–1999
Referências de manutenção da Vulcan 1500 Nomad 1998–1999, peça por peça:
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da Vulcan 1500 Nomad: o que cada sistema pede
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Vulcan 1500 Nomad 1998–1999, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Carburador. O carburador tem passagens muito finas que entopem com resíduos do combustível, principalmente quando a moto fica parada. A limpeza e a regulagem de marcha lenta e mistura entram no plano de revisões do manual. Sinais de que precisa de atenção: marcha lenta irregular, engasgos ao acelerar, partida difícil e cheiro forte de combustível.
- Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
- Óleo do cardã. O cardã leva a força por um eixo até um conjunto de engrenagens na roda traseira, e esse conjunto trabalha banhado em óleo próprio. A troca é simples e segue o intervalo do manual, com o óleo especificado. Fique atento a manchas de óleo na roda ou no pneu traseiro, que indicam retentor vazando e pedem reparo rápido.
- Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
- Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha deve ser trocado, mesmo com sulco.
- Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor totalmente frio e ferramentas próprias.
- Filtro de óleo. Trocar só o óleo e manter o filtro velho é colocar óleo limpo num circuito sujo. O manual diz em quais revisões o filtro entra, e vale seguir à risca. Na troca, aperte só com a mão e um pouco mais, para não amassar a vedação, e confira se não ficou nenhuma junta velha grudada no motor.
A Vulcan 1500 Nomad 1998–1999 ano a ano
Valor de cada ano da Vulcan 1500 Nomad 1998–1999 na FIPE. O link leva à página do ano:
- Vulcan 1500 Nomad 1999: R$ 30.893
- Vulcan 1500 Nomad 1998: R$ 27.221
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 12%.
O que mudou nas outras gerações da Vulcan 1500 Nomad
Na geração seguinte, Vulcan 1500 Nomad 2000–2002, mudou:
- Alimentação: carburador → injeção eletrônica
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
O que vigiar na Vulcan 1500 Nomad no dia a dia
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Vulcan 1500 Nomad 1998–1999 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
- Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura com excesso de combustível.
- Pneus: pressão e banda. Pressão errada é um dos defeitos mais comuns e mais fáceis de evitar. Tenha um calibrador e confira a cada semana, ou antes de toda viagem. Na mesma olhada, veja os indicadores de desgaste no sulco e qualquer objeto preso na borracha. Moto que puxa para um lado ou balança na reta pode estar com pneu murcho.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
Acessórios para a Vulcan 1500 Nomad 1998–1999: o que ajuda de verdade
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Vulcan 1500 Nomad, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Alforjes e sacolas laterais. Para viajar com a moto, bagagem nas laterais é melhor que mochila nas costas. Alforjes e malas laterais mantêm o centro de gravidade baixo e deixam o garupa mais confortável. Respeite a carga máxima, use suportes próprios e verifique se nada encosta no escapamento quente ou nos raios.
- Protetor de motor e de carenagem. O protetor de motor, aquela barra de aço presa ao quadro, absorve o impacto num tombo parado ou em velocidade baixa e protege tanque, tampas do motor e carenagem. Em motos altas e pesadas, ele evita estragos comuns em manobra. Escolha peça feita para o modelo, com fixação firme, e confira se não encosta nas pernas ao pilotar.
- Trava de disco. Um antifurto simples e eficiente, principalmente para quem estaciona na rua. A trava de disco não deixa a moto ser empurrada e desestimula o furto rápido. Alguns modelos têm alarme sonoro. O cuidado é um só: lembrar de tirar antes de sair. Um cordão colorido preso ao manete resolve esse problema.
- Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.
Perguntas frequentes
Qual o valor da Vulcan 1500 Nomad 1998–1999 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 30.893, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?
Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.
Por que a ficha não traz velocidade máxima?
Velocidade máxima depende de muitas coisas: peso de quem pilota, posição, vento, temperatura e regulagem. Por isso o número, quando aparece, é só referência, e o velocímetro costuma marcar acima do real. Para entender o desempenho da moto, olhe torque, potência e peso, que são medidos com mais rigor.
Qual óleo usar na Vulcan 1500 Nomad?
Use o óleo com a viscosidade e a especificação indicadas no manual do proprietário, próprio para motos. Na maioria das motos quatro tempos, o mesmo óleo lubrifica câmbio e embreagem, e óleo de carro pode fazer a embreagem patinar. Troque no intervalo do manual e não misture produtos de especificações diferentes.
Ficha técnica
| Cilindrada | 1.470 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Cardã |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da Vulcan 1500 Nomad por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Vulcan 1500 Nomad 1999 | R$ 30.893 |
| Vulcan 1500 Nomad 1998 | R$ 27.221 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817020-7. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da Vulcan 1500 Nomad
- 2000–2002
- 1998–1999