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Kawasaki Vulcan 1500 Nomad 2000–2002

Ficha técnica, preço FIPE e as 68 peças com página própria para a Vulcan 1500 Nomad fabricada de 2000 a 2002. 2ª geração (Nomad Fi, injeção eletrônica).

  • Touring
  • 1.470 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Kawasaki Vulcan 1500 Nomad
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 1500 Nomad

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Peças da Vulcan 1500 Nomad 2000–2002

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por cardã, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Vulcan 1500 Nomad 2000–2002: visão geral

Entre 2000 e 2002, a Vulcan 1500 Nomad manteve a mesma base técnica: uma touring de 1.470 cc. É a 2ª de 2 gerações da Vulcan 1500 Nomad no catálogo, a atual. 2ª geração (Nomad Fi, injeção eletrônica).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma Vulcan 1500 Nomad desta geração custa entre R$ 33.811 e R$ 35.901, conforme o ano.

Como ler a ficha técnica da Vulcan 1500 Nomad

  • Potência: 64 cv (47 kW) a 4.700 rpm
  • Torque: 11,4 kgf.m (112 N.m) a 3.000 rpm
  • Peso: 331 kg (seco)
  • Tanque: 16 litros
  • Altura do banco: 720 mm
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores
  • Relação peso/potência: cerca de 5,2 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Vulcan 1500 Nomad e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Suspensão traseira bichoque. Bichoque são os dois amortecedores traseiros, um de cada lado da roda. É uma solução simples, robusta e barata de manter, muito usada em motos de entrada, cubs e custom. Costuma ter curso menor que a monoamortecida e ser mais firme em buraco, mas aguenta bem peso. Muitos modelos oferecem regulagem de mola em posições, útil para garupa.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Transmissão por correia ou cardã. Se a Vulcan 1500 Nomad não usa corrente, a força chega à roda por correia ou por eixo cardã. Na prática, isso significa menos sujeira, menos ajustes e mais tempo entre intervenções. A correia não gosta de pedras e cortes; o cardã é robusto, mas acrescenta peso e pode causar uma leve reação na suspensão ao acelerar e desacelerar.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
  • Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.

Como a Vulcan 1500 Nomad se comporta no uso

A touring é a moto que encurta distâncias. Carenagem grande, para-brisa alto, banco largo para piloto e garupa e malas integradas tornam a viagem longa uma experiência confortável. O motor de 1.470 cc roda em velocidade de estrada com folga, e a estabilidade com carga total é o ponto forte.

Na cidade, o tamanho cobra. O peso e a largura das malas atrapalham no corredor e na garagem, e o calor do motor aparece no trânsito parado. Em piso ruim, a suspensão filtra bem, mas o peso pede velocidade baixa em buraco. Estrada de terra, só firme e com calma. Para trabalho e entregas, ela não faz sentido.

Bateria, pneus, vela e óleo da Vulcan 1500 Nomad 2000–2002

Na hora de comprar peça para a Vulcan 1500 Nomad desses anos, estas são as referências da ficha:

Plano de manutenção da Vulcan 1500 Nomad, sistema por sistema

Manter a Vulcan 1500 Nomad em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção ajuda bastante.
  • Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor totalmente frio e ferramentas próprias.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria direito, sem deixar ar no sistema.

Preço FIPE de cada ano da geração

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 6% menos que o mais novo na tabela.

Diferenças para as outras gerações

Em relação à geração anterior, Vulcan 1500 Nomad 1998–1999, mudou:

  • Alimentação: carburador → injeção eletrônica

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

Sinais que a Kawasaki Vulcan 1500 Nomad dá antes de um problema

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Vulcan 1500 Nomad.

  • Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando de lado: tudo isso tem causa e solução.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
  • Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
  • Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.

Acessórios para a Vulcan 1500 Nomad 2000–2002: o que ajuda de verdade

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Vulcan 1500 Nomad, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Cavalete central. Para quem faz pequenas manutenções em casa ou estaciona em garagem apertada, o cavalete central ajuda muito. A moto fica firme, nivelada e com a traseira suspensa, o que deixa trabalhos simples bem mais fáceis. Confira se ele não diminui a altura livre do solo nem raspa nas curvas depois de instalado.
  • Bolha ou para-brisa. Uma bolha mais alta ou um para-brisa desvia o vento do peito e do capacete. Na estrada, você cansa menos, ouve menos ruído e enfrenta melhor a chuva e o frio. Na cidade, o ganho é menor. Escolha a altura certa para você: bolha baixa demais joga turbulência no capacete; alta demais atrapalha a visão na chuva.
  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.

Perguntas frequentes

Quantos litros tem o tanque da Vulcan 1500 Nomad 2000–2002?

O tanque da Vulcan 1500 Nomad desses anos comporta 16 litros.

Quanto custa uma Vulcan 1500 Nomad 2000–2002?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 35.901, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Qual o peso da Vulcan 1500 Nomad 2000–2002?

A ficha do fabricante informa 331 kg (seco).

Qual a potência da Vulcan 1500 Nomad 2000–2002?

Segundo o fabricante, 64 cv (47 kW) a 4.700 rpm.

A Vulcan 1500 Nomad serve para quem é baixo?

Depende da altura do banco, da largura dele e da sua altura de cavalo. Apoiar a ponta dos dois pés ou um pé inteiro já costuma ser suficiente com prática. Sente na moto antes de decidir, com ela em pé. Banco rebaixado, botas de sola mais alta e técnica de parada ajudam bastante quem fica no limite.

A velocidade máxima da ficha é real?

Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.

Quanto a Vulcan 1500 Nomad roda com um tanque?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Ficha técnica

Características
Cilindrada1.470 cc
CombustívelGasolina
Potência64 cv (47 kW) a 4.700 rpm conferido
Torque11,4 kgf.m (112 N.m) a 3.000 rpm conferido
Peso331 kg (seco) conferido
Tanque16 litros conferido
Altura do banco720 mm conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Vulcan 1500 Nomad por ano

Ano-modeloPreço médio
Vulcan 1500 Nomad 2002R$ 35.901
Vulcan 1500 Nomad 2001R$ 35.025
Vulcan 1500 Nomad 2000R$ 33.811

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817020-7. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Vulcan 1500 Nomad