Triumph Tiger 1050 2007–2010
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a Tiger 1050 fabricada de 2007 a 2010. 1ª geração (Tiger 1050).
- Touring
- 1.050 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Vela de ignição | NGK CR8EK | referência |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 | referência |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 | referência |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | referência |
| Filtro de ar | papel seco | referência |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (x2) | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Triumph Tiger 1050
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Anunciar nesta páginaPeças da Tiger 1050 2007–2010
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a Tiger 1050 2007–2010
Entre 2007 e 2010, a Tiger 1050 manteve a mesma base técnica: uma touring de 1.050 cc. 1ª geração (Tiger 1050).
Pela FIPE (outubro de 2026), uma Tiger 1050 desta geração custa entre R$ 28.702 e R$ 37.347, conforme o ano.
Como ler a ficha técnica da Tiger 1050
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Triumph Tiger 1050 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
- Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
- Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
- Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
Como a Tiger 1050 se comporta no uso
No uso real, a touring é feita para dias inteiros de estrada. Você chega ao destino menos cansado, o garupa viaja quase como num sofá e a bagagem cabe nas malas sem improviso. Equipamentos de conforto e proteção aerodinâmica deixam até a chuva e o frio mais toleráveis.
O contrapeso está nas manobras lentas e no estacionamento: empurrar a moto em rampa ou em chão de cascalho exige técnica e força. No trânsito urbano, o porte da Tiger 1050 é exagerado para o anda e para. E em estrada de chão, o peso e a distância do solo limitam. Na rodovia, porém, poucas motos fazem tão bem o que ela faz.
Peças de troca: as medidas da Tiger 1050
Referências de manutenção da Tiger 1050 2007–2010, peça por peça:
- Vela de ignição: NGK CR8EK
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 180/55ZR17
- Óleo do motor: SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (x2)
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da Tiger 1050: o que cada sistema pede
Manter a Tiger 1050 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
- Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, sem frenagens fortes nos primeiros dias.
- Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
- Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
- Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.
- Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor totalmente frio e ferramentas próprias.
A Tiger 1050 2007–2010 ano a ano
Valor de cada ano da Tiger 1050 2007–2010 na FIPE. O link leva à página do ano:
- Tiger 1050 2010: R$ 37.347
- Tiger 1050 2009: R$ 31.760
- Tiger 1050 2008: R$ 30.707
- Tiger 1050 2007: R$ 28.702
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 23%.
Checagem rápida e avisos da Tiger 1050: o que observar
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Tiger 1050 2007–2010 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
- Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
- Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
- Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
O que vale instalar na Triumph Tiger 1050
Antes de encher a Triumph Tiger 1050 de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.
- Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.
- Cavalete central. O cavalete central deixa a moto em pé e reta, com a roda traseira fora do chão. Facilita lubrificar e ajustar a corrente, calibrar, conferir o nível do óleo e estacionar em espaço apertado. Também é mais estável que o lateral em chão de terra. Peça um feito para o modelo e aprenda a técnica de subir, que pede jeito e não força.
- Alforjes e sacolas laterais. Alforjes de couro ou sintético e sacolas laterais aumentam muito a capacidade de bagagem em viagem, mantendo o peso baixo e equilibrado. Use afastadores, para que as sacolas não encostem no escapamento nem na roda. Distribua o peso igual dos dois lados e confira as fixações nas paradas, porque o movimento da estrada afrouxa as cintas.
Perguntas frequentes
Qual óleo vai na Tiger 1050 2007–2010?
A referência é SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA. O intervalo de troca está no manual.
Qual o valor da Tiger 1050 2007–2010 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 37.347, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Torque em baixa rotação é melhor?
A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.
Posso usar pneu de medida diferente na Tiger 1050?
O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.
Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?
Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.
Ficha técnica
| Cilindrada | 1.050 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da Tiger 1050 por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Tiger 1050 2010 | R$ 37.347 |
| Tiger 1050 2009 | R$ 31.760 |
| Tiger 1050 2008 | R$ 30.707 |
| Tiger 1050 2007 | R$ 28.702 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 826033-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.