Yamaha XJ6 F 2010–2017
Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a XJ6 F fabricada de 2010 a 2017.
- Touring
- 600 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Vela de ignição | NGK CR9EK | referência |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 M/C (58W) | referência |
| Pneu traseiro | 160/60ZR17 M/C (69W) | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Yamaha XJ6 F
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha XJ6 F 2010–2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças da XJ6 F 2010–2017
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a XJ6 F 2010–2017
A Yamaha XJ6 F nos anos-modelo de 2010 a 2017 é uma touring de 600 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período.
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 31.498 (2010) a R$ 40.569 (2017).
O que cada número da ficha da Yamaha XJ6 F 2010–2017 quer dizer
- Peso: 215 kg (em ordem de marcha; 220 kg na XJ6 FA com ABS)
- Tanque: 17,3 litros (reserva de 3,2 L)
- Altura do banco: 785 mm
- Calibragem dos pneus: carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–185 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Yamaha XJ6 F ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
- Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e encurta a vida do kit.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a XJ6 F tem injeção, uma luz no painel avisa de qualquer falha.
- Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
- Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
Cidade, estrada e garupa com a XJ6 F
No uso real, a touring é feita para dias inteiros de estrada. Você chega ao destino menos cansado, o garupa viaja quase como num sofá e a bagagem cabe nas malas sem improviso. Equipamentos de conforto e proteção aerodinâmica deixam até a chuva e o frio mais toleráveis.
O contrapeso está nas manobras lentas e no estacionamento: empurrar a moto em rampa ou em chão de cascalho exige técnica e força. No trânsito urbano, o porte da XJ6 F é exagerado para o anda e para. E em estrada de chão, o peso e a distância do solo limitam. Na rodovia, porém, poucas motos fazem tão bem o que ela faz.
Bateria, pneus, vela e óleo da XJ6 F 2010–2017
As medidas que a XJ6 F 2010–2017 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
- Vela de ignição: NGK CR9EK
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17 M/C (58W)
- Pneu traseiro: 160/60ZR17 M/C (69W)
- Fluido de freio: DOT 4
Plano de manutenção da XJ6 F, sistema por sistema
Manter a XJ6 F em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
- Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
- Líquido de arrefecimento. O líquido de arrefecimento evita superaquecimento, congelamento e corrosão por dentro do motor. Ele perde os aditivos com o tempo, então tem troca prevista no manual mesmo que o nível esteja certo. Complete só com o produto indicado, nunca com água pura. Confira mangueiras, abraçadeiras e a colmeia do radiador, que pode entupir com sujeira.
- Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
- Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
- Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
- Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção ajuda bastante.
A XJ6 F 2010–2017 ano a ano
Valor de cada ano da XJ6 F 2010–2017 na FIPE. O link leva à página do ano:
- XJ6 F 2017: R$ 40.569
- XJ6 F 2016: R$ 38.541
- XJ6 F 2015: R$ 37.450
- XJ6 F 2014: R$ 36.052
- XJ6 F 2013: R$ 34.857
- XJ6 F 2012: R$ 34.006
- XJ6 F 2011: R$ 32.286
- XJ6 F 2010: R$ 31.498
O ano mais antigo da geração vale 22% menos que o mais novo na tabela.
O que vigiar na XJ6 F no dia a dia
A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a XJ6 F.
- Vazamentos e manchas no chão. Uma mancha nova no chão da garagem é o jeito mais fácil de pegar um vazamento no começo. A cor ajuda: óleo do motor é escuro, fluido de freio é claro e oleoso, líquido de arrefecimento costuma ser colorido e adocicado e combustível evapora deixando cheiro. Procure de onde vem antes que o nível chegue ao mínimo.
- Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.
- Luz de injeção no painel. Painel com a luz da injeção acesa não é para ignorar. A causa pode ser simples, como um conector solto, ou séria, como sensor danificado que muda a mistura e esquenta o motor. Evite apagar a luz desligando a bateria: a falha some da memória e o diagnóstico fica mais difícil. Leve para leitura com equipamento.
- Pneus: pressão e banda. Pressão errada é um dos defeitos mais comuns e mais fáceis de evitar. Tenha um calibrador e confira a cada semana, ou antes de toda viagem. Na mesma olhada, veja os indicadores de desgaste no sulco e qualquer objeto preso na borracha. Moto que puxa para um lado ou balança na reta pode estar com pneu murcho.
Acessórios para a XJ6 F 2010–2017: o que ajuda de verdade
Antes de encher a Yamaha XJ6 F de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.
- Baú e bagageiro. Levar coisas nas costas cansa e desequilibra; no baú, o peso fica na moto. Prefira bagageiro feito para o modelo, preso nos pontos originais, e baú com trava e vedação. Coloque os itens pesados no fundo e perto do centro. Lembre que carga atrás muda a calibragem ideal e a regulagem do farol.
- Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota antes de sair.
- Bolha ou para-brisa. Uma bolha mais alta ou um para-brisa desvia o vento do peito e do capacete. Na estrada, você cansa menos, ouve menos ruído e enfrenta melhor a chuva e o frio. Na cidade, o ganho é menor. Escolha a altura certa para você: bolha baixa demais joga turbulência no capacete; alta demais atrapalha a visão na chuva.
- Capa de chuva. Quem roda todo dia vai pegar chuva, cedo ou tarde. Uma capa impermeável que caiba no baú ou sob o banco é o acessório mais barato de ter à mão. Escolha uma que não fique larga demais, para não bater com o vento, e com detalhes refletivos para ser visto no trânsito molhado e escuro.
Perguntas frequentes
A XJ6 F 2010–2017 é alta?
A altura do banco é de 785 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.
Quanto custa uma XJ6 F 2010–2017?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 40.569, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual o tamanho do tanque da XJ6 F 2010–2017?
O tanque da XJ6 F desses anos comporta 17,3 litros (reserva de 3,2 L).
Qual o peso da XJ6 F 2010–2017?
A ficha do fabricante informa 215 kg (em ordem de marcha; 220 kg na XJ6 FA com ABS).
Pneu sem câmara furado tem conserto?
Na maioria dos casos, sim: furo pequeno na área de rodagem é reparado e o pneu segue rodando. Câmara dentro de pneu sem câmara não é recomendada, porque esquenta e pode falhar sem aviso. Furos na lateral, cortes e bolhas pedem troca do pneu. Leve um kit de reparo para emergências.
Quanto a XJ6 F roda com um tanque?
Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.
Posso usar qualquer óleo na moto?
Não. O óleo certo é o do manual, com viscosidade e norma específicas para motos. Óleos de carro podem ter aditivos que fazem a embreagem patinar. Respeitar a especificação vale mais do que a marca. Siga também o prazo de troca, por tempo ou quilometragem, o que vier primeiro.
Ficha técnica
| Cilindrada | 600 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 215 kg (em ordem de marcha; 220 kg na XJ6 FA com ABS) conferido |
| Tanque | 17,3 litros (reserva de 3,2 L) conferido |
| Altura do banco | 785 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–185 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da XJ6 F por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| XJ6 F 2017 | R$ 40.569 |
| XJ6 F 2016 | R$ 38.541 |
| XJ6 F 2015 | R$ 37.450 |
| XJ6 F 2014 | R$ 36.052 |
| XJ6 F 2013 | R$ 34.857 |
| XJ6 F 2012 | R$ 34.006 |
| XJ6 F 2011 | R$ 32.286 |
| XJ6 F 2010 | R$ 31.498 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827077-5. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.