Yamaha XJ6 F 2014
Preço FIPE do ano-modelo 2014, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XJ6 F usada.
- Touring
- 600 cc
- Gasolina
FIPE 2014
R$ 36.052
- Moto
- Yamaha XJ6 F
- Ano-modelo
- 2014
- Geração
- 2010–2017
- Calibragem
- carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–185 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827077-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XJ6 F
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Anunciar nesta páginaXJ6 F 2014: o essencial
A Yamaha XJ6 F 2014 é uma touring de 600 cc. O ano-modelo 2014 faz parte da geração vendida de 2010 a 2017. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, o peso, 215 kg (em ordem de marcha; 220 kg na XJ6 FA com ABS); o tanque leva 17,3 litros (reserva de 3,2 L); o banco fica a 785 mm do chão.
A XJ6 F 2014 na tabela FIPE
O preço médio da XJ6 F 2014 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 36.052. A XJ6 F 2013 fica em R$ 34.857 (+3,4% de diferença); a XJ6 F 2015 está em R$ 37.450. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2017, R$ 40.569), a 2014 vale 11% menos, uma média de 3,9% por ano.
Entre as 15 motos touring ano 2014 com preço na FIPE, 1 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma touring
Touring é a moto feita para viajar: proteção aerodinâmica grande, banco confortável para piloto e garupa, malas laterais e, em muitos modelos, baú, som e controle de velocidade. O motor trabalha com folga em velocidade de estrada e a posição é ereta, pensada para passar muitas horas seguidas na estrada.
É uma moto pesada e grande, que pede experiência em manobras. Na usada, quilometragem alta é normal do tipo; o que importa é o histórico de revisões e o estado dos itens de conforto, das malas e de toda a parte elétrica.
O que muda entre as XJ6 2014
A XJ6 F não era a única XJ6 de 2014: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- XJ6 N 2014 (R$ 39.577): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XJ6 F 2014
Para a manutenção da XJ6 F 2014, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Vela de ignição: NGK CR9EK
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17 M/C (58W)
- Pneu traseiro: 160/60ZR17 M/C (69W)
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–185 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi
Comprando uma Yamaha XJ6 F 2014 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas acompanham a moto.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
Cuidados que acompanham uma moto 2014
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 12 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não arriscar o motor.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
Outras motos touring 2014 na mesma faixa de preço
Para comparar: motos touring 2014 com valor FIPE perto do da XJ6 F.
- Suzuki GSX1250F 2014 · R$ 36.569 · 1.255 cc
- Triumph Tiger Sport 1050 2014 · R$ 37.297 · 1.050 cc
- Suzuki GSX650F 2014 · R$ 33.400 · 656 cc
A XJ6 F em outros anos
A XJ6 F foi vendida em 8 anos-modelo, de 2010 a 2017. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da XJ6 F 2014
| Cilindrada | 600 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 215 kg (em ordem de marcha; 220 kg na XJ6 FA com ABS) conferido |
| Tanque | 17,3 litros (reserva de 3,2 L) conferido |
| Altura do banco | 785 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–185 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi conferido |
| Vela de ignição | NGK CR9EK |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 M/C (58W) |
| Pneu traseiro | 160/60ZR17 M/C (69W) |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XJ6 F 2014
As peças desta moto são as da geração 2010–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XJ6 F 2014?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XJ6 F 2014 vale R$ 36.052 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos litros cabem no tanque da XJ6 F 2014?
O tanque da XJ6 F 2014 leva 17,3 litros (reserva de 3,2 L).
Quanto pesa a XJ6 F 2014?
O peso informado pelo fabricante é 215 kg (em ordem de marcha; 220 kg na XJ6 FA com ABS).
Qual pneu usa a XJ6 F 2014?
Dianteiro 120/70ZR17 M/C (58W) e traseiro 160/60ZR17 M/C (69W).
Quantas libras vai no pneu da XJ6 F 2014?
Com os pneus frios: carga 0–90 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi / carga 90–185 kg: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a cilindrada da XJ6 F 2014?
A XJ6 F 2014 tem 600 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
Como fica o seguro de uma XJ6 F 2014?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.