CDI / módulo de ignição da Agrale SXT 27.5 E 1990–1995
O que define a cdi / módulo de ignição certa para a SXT 27.5 E desses anos, e onde encontrar.
CDI / módulo de ignição que serve
SXT 27.5 E 1990–1995
- Moto
- Agrale SXT 27.5 E
- Anos
- 1990 a 1995
- Cilindrada
- 190 cc
- Alimentação
- Carburador
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com cdi / módulo de ignição para a Agrale SXT 27.5 E
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Anunciar nesta páginaQual CDI serve na SXT 27.5 E 1990–1995
Não há uma "medida" que resolva o CDI: ele é desenhado para a SXT 27.5 E. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a SXT 27.5 E 1990–1995; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
O trabalho do CDI na ignição da SXT 27.5 E
Pense no CDI como o maestro da ignição. Sozinho ele não faz faísca, mas sem ele ninguém sabe a hora de tocar. A bobina de pulso avisa a posição do virabrequim, o CDI calcula o momento ideal da faísca para aquela rotação e libera a descarga para a bobina de ignição, que alimenta a vela.
Existem dois tipos principais: o alimentado pelo estator, que funciona mesmo sem bateria, e o alimentado pela bateria. Algumas motos usam módulos de ignição de outro princípio, como o transistorizado, que fazem o mesmo papel. Em todos os casos, a compra é pela aplicação da moto.
O que muda no CDI da SXT 27.5 E
Na ficha, a SXT 27.5 E 1990–1995 aparece como uma trail de 190 cc. A alimentação é por carburador. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote.
Em muitas motos com câmbio manual, o sensor do descanso lateral corta a ignição quando a moto é engatada com o descanso abaixado. Sensor com defeito pode fazer a moto apagar ao engatar a marcha e parecer falha do CDI.
Motor dois tempos é sensível ao ponto de ignição. Na SXT 27.5 E, CDI fora da aplicação ou com curva alterada pode causar superaquecimento e detonação, com risco para pistão e cilindro. Fique com a especificação original.
Quando desconfiar do CDI
Quando o CDI começa a falhar, a moto costuma dar um destes sinais. Use a lista para orientar o diagnóstico, não para trocar peça direto.
- Dificuldade para pegar. A moto pega só depois de muitas tentativas, mesmo com combustível e vela em dia. Faísca fraca, que pode vir do CDI, dificulta a partida. A bobina de pulso fraca também produz esse sintoma.
- Perda de força sem outra explicação. Se a moto perdeu desempenho, e a parte mecânica e a carburação estão boas, o ponto de ignição pode estar fora. O CDI controla esse ponto em muitas motos, por isso entra na lista.
- Estouros no escapamento. Estouro no escape nem sempre é ignição, mas falha do CDI pode causar queima fora de hora. Confira carburação e vedação do escapamento junto.
- Falha intermitente. Falhas que vão e voltam costumam ser de conexão. Confira o plugue do CDI, o aterramento e a fiação da bobina antes de trocar o módulo.
- Caixa danificada ou com umidade. CDI com a carcaça trincada, resina rachada, conector derretido ou sinais de água entrando tem grande chance de falhar. Umidade dentro do módulo causa falhas que pioram em dias de chuva.
Como escolher o CDI certo para a SXT 27.5 E
CDI não é tudo igual. Conector, tipo de alimentação e curva de ignição mudam de moto para moto, e um CDI que encaixa pode não servir. Confira estes pontos.
- Alimentação pelo estator ou pela bateria. O tipo de alimentação muda tudo: um CDI feito para receber energia do estator não funciona ligado à bateria, e vice-versa. Não compre só pela aparência.
- Original ou reposição. CDI de qualidade ruim pode funcionar no começo e falhar quente ou com umidade. Exija nota fiscal, pergunte a garantia e desconfie de preço muito abaixo do mercado.
- CDI esportivo ou sem limitador. Liberar o giro e adiantar o ponto pode parecer ganho, mas expõe o motor a esforço extra e a detonação. Em moto de uso diário, o CDI com a especificação original é a escolha segura.
- Aplicação exata. Informe modelo, ano e, se tiver, o código impresso no CDI original. Motos parecidas podem usar CDI com curva de ignição diferente, mesmo com o mesmo conector.
Troca do CDI passo a passo
Antes de soltar o CDI, teste o resto da ignição. Depois, a troca é rápida, desde que feita com a moto desligada e sem forçar o conector.
- Teste as peças simples primeiro. Comece por uma vela nova ou sabidamente boa, o cachimbo e o cabo de vela. Depois, confira o interruptor de desligar o motor, a chave de ignição e o sensor do descanso lateral, se houver. Muitas falhas terminam aqui.
- Meça bobinas e alimentação. Com o manual de serviço, meça a bobina de ignição, a bobina de pulso e a alimentação do CDI: a bobina de excitação do estator ou a tensão da bateria, conforme o tipo. Só depois disso o CDI fica como suspeito.
- Desligue tudo. Chave desligada e, se a moto tiver bateria, cabo negativo solto. Nunca conecte ou desconecte o CDI com a ignição ligada.
- Localize e solte o conector. Ache o módulo, em geral numa capa de borracha perto da bateria, e solte o conector pela trava. Fio puxado solta terminal e cria mau contato.
- Confira o conector. Antes de ligar o novo, examine o plugue. Terminal verde ou frouxo pode ser o verdadeiro problema e vai atrapalhar o CDI novo também.
- Instale o CDI novo. Ligue o conector, fixe o módulo no suporte com a borracha e acomode os fios. CDI solto sofre com vibração.
- Teste a partida e o funcionamento. Religue a bateria, se houver, e dê a partida. Deixe o motor esquentar e faça uma volta, passando por várias rotações, para ver se a falha sumiu também quente.
Quando há dúvida no diagnóstico, um eletricista de moto com o manual de serviço mede cada parte da ignição. Isso custa menos do que comprar CDI, bobina e estator para ver qual resolve.
O que não fazer com o CDI da moto
O CDI é campeão de troca desnecessária. Estes são os erros mais comuns no balcão e na oficina.
- Testar faísca do jeito errado. Teste de faísca improvisado é risco para você e para a ignição. Use vela encostada no motor ou um testador próprio.
- Esquecer o interruptor de desligar. Antes de condenar o CDI, confira o botão de desligar o motor e a fiação dele. Ele trabalha justamente cortando a ignição.
- Adaptar fios. Emendas no chicote da ignição viram ponto de mau contato e oxidação. Se o conector não bate, a peça não é a certa.
O que estraga o CDI
A maior parte dos CDIs que queimam foi vítima de outra coisa: ligação malfeita, regulador ruim, umidade. Veja como evitar.
- Tensão de carga em ordem. Uma medição simples da carga com o motor ligado mostra se o regulador está trabalhando direito. Tensão alta demais estraga módulos e lâmpadas.
- Mexa só com a chave desligada. Conectar ou desconectar o CDI com a ignição ligada pode gerar picos de tensão que danificam o módulo. Sempre desligue a chave antes de mexer no plugue, e nunca com o motor funcionando.
- Conector limpo. Na revisão, solte e confira o plugue do CDI. Um pouco de produto para contato elétrico ajuda a evitar oxidação.
Serve em outro ano da SXT 27.5?
A família SXT 27.5 reúne 2 versões e 2 gerações no catálogo, de 1990 a 1997. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas o CDI pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão SXT 27.5 EX 1991–1997.
A SXT 27.5 E na tabela FIPE
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da SXT 27.5 E nesta geração ficam entre R$ 1.712 e R$ 2.130. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 1995 | R$ 2.130 |
| 1994 | R$ 1.896 |
| 1993 | R$ 1.849 |
| 1992 | R$ 1.803 |
| 1991 | R$ 1.756 |
| 1990 | R$ 1.712 |
CDI / módulo de ignição nos outros anos e versões da SXT 27.5
| Versão | Anos |
|---|---|
| SXT 27.5 E (esta página) | 1990–1995 |
| SXT 27.5 EX | 1991–1997 |
Outras peças da SXT 27.5 E 1990–1995
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar o CDI de outro modelo na SXT 27.5 E?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a SXT 27.5 E 1990–1995. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Dá para saber se o CDI está bom?
Na prática, por eliminação. Mede-se tudo em volta do CDI e, se não houver faísca com tudo em ordem, testa-se um CDI bom da mesma moto. Oficinas especializadas às vezes têm testador próprio.
O que pode queimar o CDI?
As causas mais comuns são tensão alta vinda do regulador, curto na bobina de ignição, ligação errada de fios ou acessórios, umidade e solda elétrica feita com o módulo ligado. Corrija a causa antes de instalar o novo.
A moto corta o giro antes do normal. É o CDI?
O CDI pode estar limitando o giro antes da hora, mas carburação pobre ou entupida, filtro sujo, vela gasta e escapamento obstruído também causam esse sintoma. Elimine essas causas antes de trocar o módulo.
A moto está sem faísca. O que testar primeiro?
Siga do mais simples para o mais caro: vela, cachimbo, interruptores, conectores, bobinas e, por fim, o CDI. Na maioria das vezes, a falha aparece antes de chegar a ele.
CDI / módulo de ignição de moto: guia geral e lista de motos