Agrale SXT 27.5 EX 1991–1997
Ficha técnica, preço FIPE e as 58 peças com página própria para a SXT 27.5 EX fabricada de 1991 a 1997.
- Trail
- 190 cc
- Gasolina
- Carburador
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Agrale SXT 27.5 EX
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Agrale SXT 27.5 EX 1991–1997. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças da SXT 27.5 EX 1991–1997
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Na SXT 27.5, em todas as versões e anos: kit cilindro (cilindro, pistão e anéis).
Que moto é a SXT 27.5 EX 1991–1997
Entre 1991 e 1997, a SXT 27.5 EX manteve a mesma base técnica: uma trail de 190 cc.
Pela FIPE (outubro de 2026), uma SXT 27.5 EX desta geração custa entre R$ 2.449 e R$ 3.780, conforme o ano.
Ficha da SXT 27.5 EX 1991–1997: o que os dados mudam na prática
- Câmbio: manual
- ABS: não
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da SXT 27.5 EX e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz toda a diferença.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da SXT 27.5 EX, e isso muda o que levar na viagem.
- Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Motor dois tempos. O motor dois tempos produz uma explosão a cada volta, não a cada duas, por isso é leve e tem muita disposição para o tamanho. Ele não tem óleo no cárter como o quatro tempos: o lubrificante vai misturado ao combustível ou num reservatório próprio. Costuma soltar fumaça, gostar de giro alto e pedir revisões de cilindro e pistão mais cedo.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
- Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
Como a SXT 27.5 EX se comporta no uso
Na prática, a trail é uma street que aprendeu a andar fora do asfalto. Ela vai ao centro, estaciona, carrega garupa e, quando o calçamento acaba, segue em frente sem que você precise reduzir a velocidade até quase parar. Para entregas em bairros sem pavimento e para quem mora em zona rural, é a escolha natural.
Onde ela sofre é no extremo dos dois mundos. Em trilha pesada, o peso e o pneu de uso misto cobram; no asfalto de estrada, o vento, a suspensão macia e o pneu de cravo limitam o ritmo e o conforto. No meio do caminho, que é onde a maioria roda, poucas motos são tão versáteis.
Medidas das peças da SXT 27.5 EX 1991–1997
As medidas que a SXT 27.5 EX 1991–1997 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção
Plano de manutenção da SXT 27.5 EX, sistema por sistema
O manual da Agrale SXT 27.5 EX traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.
- Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
- Óleo dois tempos. No dois tempos, o óleo de lubrificação é queimado junto com o combustível. Por isso ele precisa ser reposto sempre, seja num reservatório próprio, seja misturado na gasolina na proporção do manual. Use óleo específico para motores dois tempos de moto e nunca rode com o reservatório vazio: sem lubrificação, pistão e cilindro travam rapidamente.
- Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem atenção imediata.
- Embreagem por cabo. A embreagem por cabo precisa de uma pequena folga no manete, regulada pelo esticador no punho ou no motor. Sem folga, a embreagem patina; com folga demais, as marchas arranham e a moto anda com o manete apertado. Lubrifique o cabo no intervalo do manual e troque se estiver desfiado ou pesado demais.
- Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
- Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
- Carburador. Moto carburada gosta de rodar. Parada por semanas, o combustível evapora na cuba e deixa verniz nos giclês. Se for guardar a moto, feche a torneira de combustível e deixe o motor ligado até a cuba esvaziar. Na revisão, a limpeza com produto adequado e a regulagem certa devolvem a marcha lenta estável.
Os anos da SXT 27.5 EX 1991–1997
Valor de cada ano da SXT 27.5 EX 1991–1997 na FIPE. O link leva à página do ano:
- SXT 27.5 EX 1997: R$ 3.780
- SXT 27.5 EX 1996: R$ 3.362
- SXT 27.5 EX 1995: R$ 3.280
- SXT 27.5 EX 1994: R$ 2.894
- SXT 27.5 EX 1993: R$ 2.727
- SXT 27.5 EX 1992: R$ 2.654
- SXT 27.5 EX 1991: R$ 2.449
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 35%.
O que vigiar na SXT 27.5 EX no dia a dia
A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a SXT 27.5 EX.
- Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.
- Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
- Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam kit no limite.
- Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura com excesso de combustível.
Acessórios que fazem sentido na SXT 27.5 EX
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a SXT 27.5 EX, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Faróis auxiliares. Faróis auxiliares iluminam as laterais da estrada e ajudam você a ser visto, o que é útil em viagens noturnas, neblina e estrada de chão. A instalação precisa de relé, fusível e chave própria, e a potência total deve caber no que o sistema de carga da moto gera. Regule para não ofuscar outros motoristas.
- Baú e bagageiro. Um bagageiro firme e um baú bem fixado transformam a SXT 27.5 EX em moto de carga: capacete, compras, mochila de trabalho e ferramentas viajam protegidos da chuva. Respeite o peso máximo indicado para o bagageiro e não exagere no tamanho do baú, que pega vento e muda o equilíbrio da moto. Com garupa, confira se o baú não empurra as costas dele.
- Protetor de motor e de carenagem. Tombo parado acontece com todo mundo, e o protetor faz a diferença entre um susto e uma conta grande. Ele segura o peso da moto no chão e preserva peças caras de substituir. Em motos de estrada, alguns modelos permitem prender faróis auxiliares. Evite peças genéricas que exigem furar ou adaptar o quadro.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar iluminado sempre que puder.
Perguntas frequentes
Qual óleo vai na SXT 27.5 EX 1991–1997?
A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. O intervalo de troca está no manual.
Quanto custa uma SXT 27.5 EX 1991–1997?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 3.780, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
A SXT 27.5 EX serve para quem é baixo?
Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.
Todas as SXT 27.5 EX de 1991–1997 são iguais?
Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.
Torque em baixa rotação é melhor?
A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.
Ficha técnica
| Cilindrada | 190 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Dois tempos |
| Alimentação | Carburador |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
Preço FIPE da SXT 27.5 EX por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| SXT 27.5 EX 1997 | R$ 3.780 |
| SXT 27.5 EX 1996 | R$ 3.362 |
| SXT 27.5 EX 1995 | R$ 3.280 |
| SXT 27.5 EX 1994 | R$ 2.894 |
| SXT 27.5 EX 1993 | R$ 2.727 |
| SXT 27.5 EX 1992 | R$ 2.654 |
| SXT 27.5 EX 1991 | R$ 2.449 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 801018-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.