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Agrale SXT 27.5 EX 1991

Preço FIPE do ano-modelo 1991, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma SXT 27.5 EX usada.

  • Trail
  • 190 cc
  • Gasolina
Agrale SXT 27.5 EX 1991
Imagem ilustrativa.

FIPE 1991

R$ 2.449

Moto
Agrale SXT 27.5 EX
Ano-modelo
1991
Geração
1991–1997

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 801018-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Agrale SXT 27.5 EX

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A Agrale SXT 27.5 EX 1991 em resumo

A Agrale SXT 27.5 EX 1991 é uma trail de 190 cc. O ano-modelo 1991 faz parte da geração vendida de 1991 a 1997. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação. A alimentação é por carburador. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. A SXT 27.5 EX usa rodas raiadas, com aro e raios.

A SXT 27.5 EX 1991 na tabela FIPE

Pela FIPE de outubro de 2026, a SXT 27.5 EX ano 1991 está cotada em R$ 2.449. A de 1992 custa R$ 2.654. Comparada com a 1997 (R$ 3.780), a moto de 1991 custa 35% a menos: em média, perdeu 7,0% de valor a cada ano.

Entre as 13 motos trail ano 1991 com preço na FIPE, 6 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma trail

A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.

Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.

O que muda entre as SXT 27.5 1991

Em 1991, a família SXT 27.5 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • SXT 27.5 E 1991 (R$ 1.756): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Medidas de manutenção da SXT 27.5 EX 1991

Estas são as medidas que mais se procura para a SXT 27.5 EX 1991. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma SXT 27.5 EX 1991 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.

Cuidados que acompanham uma moto 1991

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 35 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 35 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.

Documentos e negociação da SXT 27.5 EX 1991

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.

Alternativas à SXT 27.5 EX 1991

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos trail são as alternativas mais diretas à SXT 27.5 EX:

Todos os anos da SXT 27.5 EX

A SXT 27.5 EX foi vendida em 7 anos-modelo, de 1991 a 1997. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da SXT 27.5 EX 1991

Medidas e especificações
Cilindrada190 cc
CombustívelGasolina
Óleo do motoróleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção
Características
MotorDois tempos
AlimentaçãoCarburador
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da SXT 27.5 EX 1991

As peças desta moto são as da geração 1991–1997. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da SXT 27.5 EX 1991?

Na referência de outubro de 2026, a Agrale SXT 27.5 EX 1991 vale R$ 2.449 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a SXT 27.5 EX 1991?

A SXT 27.5 EX 1991 tem 190 cc, com motor dois tempos e carburador.

Que óleo usar na SXT 27.5 EX 1991?

A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. Confira no manual o prazo de troca.

Vale a pena comprar uma SXT 27.5 EX 1991 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1991 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.