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Cagiva Canyon 500 1999

Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Canyon 500 usada.

  • Trail
  • 500 cc
  • Gasolina
Cagiva Canyon 500 1999
Imagem ilustrativa.

FIPE 1999

R$ 11.018

Moto
Cagiva Canyon 500
Ano-modelo
1999
Geração
1998–2002

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 805007-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Cagiva Canyon 500

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Como é a Canyon 500 1999

A Canyon 500 1999, da Cagiva, é uma trail de 500 cc. Ela pertence à geração 1998–2002, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco. Atrás, o freio também é a disco.

A Canyon 500 1999 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Cagiva Canyon 500 1999 vale R$ 11.018. A do ano 1998 sai por R$ 9.393 (+17,3% de diferença); a Canyon 500 2000 está em R$ 11.914. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2002, R$ 16.899), a 1999 vale 35% menos, uma média de 13,3% por ano.

Na comparação com as 12 motos trail 1999 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 6 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma trail

Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.

Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.

Peças e medidas da Canyon 500 1999

Medidas de manutenção da Canyon 500 1999, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma Canyon 500 1999 usada

Uma moto 1999 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
  • Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.

O que a idade pede na Cagiva Canyon 500 1999

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Canyon 500 1999.

  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 27 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.

Documentos e negociação da Canyon 500 1999

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Canyon 500 1999.

A Canyon 500 em outros anos

Anos-modelo da Canyon 500 no catálogo, de 2002 a 1998, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2002 · R$ 16.899
  • 2001 · R$ 12.762
  • 2000 · R$ 11.914
  • 1999 · R$ 11.018
  • 1998 · R$ 9.393

Ficha técnica da Canyon 500 1999

Medidas e especificações
Cilindrada500 cc
CombustívelGasolina
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Canyon 500 1999

As peças desta moto são as da geração 1998–2002. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Canyon 500 1999?

Na referência de outubro de 2026, a Cagiva Canyon 500 1999 vale R$ 11.018 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a Canyon 500 1999?

A Canyon 500 1999 tem 500 cc, com motor quatro tempos e carburador.

A Cagiva Canyon 500 1999 ainda vale a pena?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.