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CDI / módulo de ignição da Honda NX 150 1990–1993

O que define a cdi / módulo de ignição certa para a NX 150 desses anos, e onde encontrar.

CDI / módulo de ignição que serve

NX 150 1990–1993

Moto
Honda NX 150
Anos
1990 a 1993
Cilindrada
149 cc
Alimentação
Carburador
Partida
Elétrica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com cdi / módulo de ignição para a Honda NX 150

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O CDI certo para a NX 150 1990–1993

Não há uma "medida" que resolva o CDI: ele é desenhado para a NX 150. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a NX 150 e os anos 1990–1993), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

O trabalho do CDI na ignição da NX 150

O CDI, sigla em inglês para ignição por descarga capacitiva, é o módulo que decide quando a vela vai soltar a faísca. Ele carrega um capacitor com tensão alta e, quando recebe o sinal da bobina de pulso, que informa a posição do motor, descarrega essa energia de uma vez na bobina de ignição. A bobina multiplica a tensão e manda para a vela a faísca que queima a mistura.

Além de disparar a faísca, o CDI controla o avanço da ignição conforme a rotação e, em muitas motos, também limita o giro máximo. Por isso, CDI com defeito pode deixar a moto sem faísca ou apenas fraca e falhando.

O CDI na NX 150: o que a ficha diz

A NX 150 1990–1993 é uma trail de 149 cc. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. A partida é elétrica, só no botão.

Em motos com partida elétrica, a bateria pode participar da alimentação da ignição, conforme o tipo de CDI. Por isso, na NX 150, bateria e fusíveis em ordem vêm antes da troca do módulo.

Em motor quatro tempos carburado como o da NX 150, falha só em alta, com vela e carburação em dia, pode apontar para o CDI. Mesmo assim, teste bobina de ignição e bobina de pulso antes.

Se a NX 150 apaga ao engatar a primeira, confira o descanso lateral e o sensor dele, se houver. É um corte de segurança da ignição que, com defeito, imita CDI ruim.

Como saber se o problema é o CDI

O CDI é uma das últimas peças a condenar numa falha de ignição. Os sintomas abaixo levantam a suspeita, mas quase todos também podem vir de vela, cachimbo, bobina, bobina de pulso ou fiação.

  • Moto que morre quente e volta fria. Funciona bem frio, apaga depois de rodar um tempo e só volta a pegar quando esfria. Componentes eletrônicos do CDI podem falhar com o calor. Bobina de ignição e bobina de pulso também podem ter esse comportamento, então teste as três.
  • Perda de força sem outra explicação. Motor fraco, que demora a subir de giro, mesmo com carburação, filtro e vela em ordem, pode ter o avanço da ignição errado. Em CDI com defeito, a curva de avanço deixa de funcionar direito.
  • Dificuldade para pegar. Partida difícil com faísca amarelada e fraca pode ter origem no CDI, na bobina de ignição ou na bobina de pulso. Comparar a faísca com uma peça de teste ajuda a decidir.
  • Falha intermitente. Falhas que vão e voltam costumam ser de conexão. Confira o plugue do CDI, o aterramento e a fiação da bobina antes de trocar o módulo.
  • Sem faísca nenhuma. O motor gira, tem combustível, mas não pega, e a vela não solta faísca. Antes de culpar o CDI, troque a vela por uma boa, confira o cachimbo, a bobina de ignição, a bobina de pulso e o interruptor de desligar o motor. Se tudo estiver bom, o CDI vira o suspeito principal.

CDI original, paralelo ou esportivo: o que olhar

Na compra do CDI, o conector igual é só o começo. Veja o que um balconista experiente confere.

  • Conector e pinos. O plugue do chicote precisa encaixar sem adaptação. Conte os pinos e confira a posição dos fios com o CDI antigo.
  • CDI esportivo ou sem limitador. Liberar o giro e adiantar o ponto pode parecer ganho, mas expõe o motor a esforço extra e a detonação. Em moto de uso diário, o CDI com a especificação original é a escolha segura.
  • CDI usado. Um CDI usado pode resolver, desde que testado e da aplicação certa. Confira se a carcaça não está trincada, se a resina está inteira e se o conector não tem oxidação.
  • Aplicação exata. Informe modelo, ano e, se tiver, o código impresso no CDI original. Motos parecidas podem usar CDI com curva de ignição diferente, mesmo com o mesmo conector.

Diagnóstico e troca do CDI

Antes de soltar o CDI, teste o resto da ignição. Depois, a troca é rápida, desde que feita com a moto desligada e sem forçar o conector.

  1. Teste as peças simples primeiro. Comece por uma vela nova ou sabidamente boa, o cachimbo e o cabo de vela. Depois, confira o interruptor de desligar o motor, a chave de ignição e o sensor do descanso lateral, se houver. Muitas falhas terminam aqui.
  2. Meça bobinas e alimentação. A oficina mede resistências das bobinas e a energia que chega ao CDI. Se tudo estiver dentro dos valores do manual e não houver faísca, o CDI é o próximo passo.
  3. Desligue tudo. Chave desligada e, se a moto tiver bateria, cabo negativo solto. Nunca conecte ou desconecte o CDI com a ignição ligada.
  4. Localize e solte o conector. O CDI costuma ficar sob o banco, perto da bateria ou atrás de uma tampa lateral. Destrave o conector e puxe pelo corpo, nunca pelos fios.
  5. Confira o conector. Antes de ligar o novo, examine o plugue. Terminal verde ou frouxo pode ser o verdadeiro problema e vai atrapalhar o CDI novo também.
  6. Instale o CDI novo. Ligue o conector, fixe o módulo no suporte com a borracha e acomode os fios. CDI solto sofre com vibração.
  7. Teste a partida e o funcionamento. Com tudo ligado, ligue a moto, deixe aquecer e rode em diferentes rotações. Falha que só aparecia quente precisa ser testada quente.

Se o CDI novo não resolver, volte ao diagnóstico: bobina de pulso, bobina de ignição, estator e fiação podem estar com defeito. Peça eletrônica testada por substituição, sem medir o resto, costuma levar a compras em série.

Erros comuns com o CDI

O CDI é campeão de troca desnecessária. Estes são os erros mais comuns no balcão e na oficina.

  • Adaptar fios. Cortar o chicote para ligar um CDI de conector diferente aumenta muito a chance de ligação errada. Um fio invertido pode queimar o módulo novo na hora.
  • Ligar a moto molhada e insistir. Falha logo depois de molhar a moto costuma ser umidade nas conexões da ignição. Secar o cachimbo e os conectores resolve muitos casos sem trocar nada.
  • Testar faísca do jeito errado. Segurar o cabo de vela com a mão ou deixar a vela solta no ar durante o teste dá choque e pode queimar o CDI. Teste com a vela encostada na massa e segurando só por partes isoladas.

Cuidados com o CDI e a ignição

O CDI costuma durar muito quando está protegido de água, vibração e tensão errada. Estes cuidados fazem diferença.

  • Conector limpo. Na revisão, solte e confira o plugue do CDI. Um pouco de produto para contato elétrico ajuda a evitar oxidação.
  • Mexa só com a chave desligada. Conectar ou desconectar o CDI com a ignição ligada pode gerar picos de tensão que danificam o módulo. Sempre desligue a chave antes de mexer no plugue, e nunca com o motor funcionando.
  • Nada de faísca no ar. Testar faísca com o cabo solto, longe da massa, ou deixar o motor girar com a vela desconectada força a bobina e o CDI. No teste, a vela precisa estar encostada no metal do motor.

A NX 150 na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da NX 150 nesta geração ficam entre R$ 4.527 e R$ 4.934. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

AnoFIPE
1993R$ 4.934
1992R$ 4.800
1991R$ 4.641
1990R$ 4.527

Outras peças da NX 150 1990–1993

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda NX 150 1990–1993

Perguntas frequentes

O CDI de outra moto serve na NX 150?

Em geral, não sem conferir. O CDI é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Vale consertar o CDI?

Muitos CDIs são selados com resina, o que dificulta o reparo. Há serviços especializados que consertam alguns modelos, mas o resultado varia. Na maioria dos casos, a troca pela peça certa é o caminho mais confiável.

Posso usar CDI de outro modelo com o mesmo conector?

Só se a aplicação declarada incluir a sua moto. O conector pode ser igual e a curva de ignição, diferente. CDI errado deixa a moto fraca, falhando ou com ponto fora, o que pode prejudicar o motor.

Por que a moto não passa de certa rotação?

Corte cedo pode vir do CDI, mas também de carburador, filtro, vela e cachimbo. Comece pelo que é mais simples e barato de conferir, e deixe o módulo para o fim.

Moto morre depois de esquentar: o que pode ser?

Pode ser, mas bobina de ignição e bobina de pulso causam o mesmo sintoma. Carburação e entrada de ar também podem fazer o motor morrer quente. O teste deve ser feito com o motor quente, no momento da falha.

CDI / módulo de ignição de moto: guia geral e lista de motos