tudo de moto

Honda XLX 250R 1991

Preço FIPE do ano-modelo 1991, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XLX 250R usada.

  • Trail
  • 249 cc
  • Gasolina
  • 25,0 cv

FIPE 1991

R$ 9.418

Moto
Honda XLX 250R
Ano-modelo
1991
Geração
1990–1994
Calibragem
dianteiro 21 psi (150 kPa); traseiro 21 psi (150 kPa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811044-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda XLX 250R

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda XLX 250R 1991. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

XLX 250R 1991: o essencial

Do ano-modelo 1991, a Honda XLX 250R é uma trail de 249 cc. Ela pertence à geração 1990–1994, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A XLX 250R pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 25 cv a 8.000 rpm; o torque, 2,4 kgf.m a 7.000 rpm; o peso, 129 kg (seco); 140 kg em ordem de marcha; o tanque leva 12 litros (reserva de 2,3 L). A relação peso/potência fica em torno de 5,2 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da XLX 250R 1991

Pela FIPE de outubro de 2026, a XLX 250R ano 1991 está cotada em R$ 9.418. A XLX 250R 1990 fica em R$ 8.413 (+11,9% de diferença); a de 1992 custa R$ 9.654. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (1994, R$ 10.445), a 1991 vale 10% menos, uma média de 3,4% por ano.

Na comparação com as 13 motos trail 1991 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 10 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma trail

Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.

Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.

Peças e medidas da XLX 250R 1991

Para a manutenção da XLX 250R 1991, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Honda XLX 250R 1991 usada: o que olhar

Uma moto 1991 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.

A manutenção que uma XLX 250R 1991 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XLX 250R 1991.

  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 35 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 35 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Documentos e negociação da XLX 250R 1991

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a XLX 250R 1991.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.

A XLX 250R em outros anos

Anos-modelo da XLX 250R no catálogo, de 1994 a 1990, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 1994 · R$ 10.445
  • 1993 · R$ 10.190
  • 1992 · R$ 9.654
  • 1991 · R$ 9.418
  • 1990 · R$ 8.413

Ficha técnica da XLX 250R 1991

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Potência25 cv a 8.000 rpm conferido
Torque2,4 kgf.m a 7.000 rpm conferido
Peso129 kg (seco); 140 kg em ordem de marcha conferido
Tanque12 litros (reserva de 2,3 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 21 psi (150 kPa); traseiro 21 psi (150 kPa) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XLX 250R 1991

As peças desta moto são as da geração 1990–1994. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XLX 250R 1991 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda XLX 250R 1991 vale R$ 9.418 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos cavalos tem a XLX 250R 1991?

Pela ficha do fabricante, 25 cv a 8.000 rpm, com torque de 2,4 kgf.m a 7.000 rpm.

Quanto pesa a XLX 250R 1991?

O peso informado pelo fabricante é 129 kg (seco); 140 kg em ordem de marcha.

Quantas libras vai no pneu da XLX 250R 1991?

Com os pneus frios: dianteiro 21 psi (150 kPa); traseiro 21 psi (150 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a cilindrada da XLX 250R 1991?

A XLX 250R 1991 tem 249 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual a capacidade do tanque da XLX 250R 1991?

O tanque da XLX 250R 1991 leva 12 litros (reserva de 2,3 L).

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.

Vale a pena comprar uma XLX 250R 1991 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1991 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Uma moto 1991 ainda paga IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.