tudo de moto

Honda XLX 250R 1992

Preço FIPE do ano-modelo 1992, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XLX 250R usada.

  • Trail
  • 249 cc
  • Gasolina
  • 25,0 cv

FIPE 1992

R$ 9.654

Moto
Honda XLX 250R
Ano-modelo
1992
Geração
1990–1994
Calibragem
dianteiro 21 psi (150 kPa); traseiro 21 psi (150 kPa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811044-1. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda XLX 250R

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda XLX 250R 1992. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

XLX 250R 1992: o essencial

A Honda XLX 250R 1992 é uma trail de 249 cc. Ela pertence à geração 1990–1994, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é no pedal. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, a potência é de 25 cv a 8.000 rpm; o torque, 2,4 kgf.m a 7.000 rpm; o peso, 129 kg (seco); 140 kg em ordem de marcha; o tanque leva 12 litros (reserva de 2,3 L). A relação peso/potência fica em torno de 5,2 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Quanto vale a XLX 250R 1992

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda XLX 250R 1992 vale R$ 9.654. A do ano 1991 sai por R$ 9.418 (+2,5% de diferença); a XLX 250R 1993 está em R$ 10.190. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (1994, R$ 10.445), a 1992 vale 8% menos, uma média de 3,9% por ano.

Entre as 12 motos trail ano 1992 com preço na FIPE, 10 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A XLX 250R e o jeito trail de andar

Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.

Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.

Medidas de manutenção da XLX 250R 1992

Para a manutenção da XLX 250R 1992, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Honda XLX 250R 1992 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XLX 250R, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.

Cuidados que acompanham uma moto 1992

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1992 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 34 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 34 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.

Documentos e negociação da XLX 250R 1992

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a XLX 250R 1992.

A XLX 250R em outros anos

Anos-modelo da XLX 250R no catálogo, de 1994 a 1990, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 1994 · R$ 10.445
  • 1993 · R$ 10.190
  • 1992 · R$ 9.654
  • 1991 · R$ 9.418
  • 1990 · R$ 8.413

Ficha técnica da XLX 250R 1992

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Potência25 cv a 8.000 rpm conferido
Torque2,4 kgf.m a 7.000 rpm conferido
Peso129 kg (seco); 140 kg em ordem de marcha conferido
Tanque12 litros (reserva de 2,3 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 21 psi (150 kPa); traseiro 21 psi (150 kPa) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XLX 250R 1992

As peças desta moto são as da geração 1990–1994. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XLX 250R 1992 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda XLX 250R 1992 vale R$ 9.654 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quanto pesa a XLX 250R 1992?

O peso informado pelo fabricante é 129 kg (seco); 140 kg em ordem de marcha.

Qual a potência da XLX 250R 1992?

Pela ficha do fabricante, 25 cv a 8.000 rpm, com torque de 2,4 kgf.m a 7.000 rpm.

Quantas cilindradas tem a XLX 250R 1992?

A XLX 250R 1992 tem 249 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantas libras vai no pneu da XLX 250R 1992?

Com os pneus frios: dianteiro 21 psi (150 kPa); traseiro 21 psi (150 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a capacidade do tanque da XLX 250R 1992?

O tanque da XLX 250R 1992 leva 12 litros (reserva de 2,3 L).

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.

Como fica o seguro de uma XLX 250R 1992?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Vale a pena comprar uma XLX 250R 1992 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1992 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.