Protetor de mão da Suzuki DR 350 1995–1997
O que define a protetor de mão certa para a DR 350 desses anos, e onde encontrar.
Protetor de mão que serve
DR 350 1995–1997
- Moto
- Suzuki DR 350
- Anos
- 1995 a 1997
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com protetor de mão para a Suzuki DR 350
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura protetor de mão para a Suzuki DR 350 1995–1997. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO protetor de mão certo para a DR 350 1995–1997
Não há uma "medida" que resolva o protetor de mão: ele é desenhado para a DR 350. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a DR 350 e os anos 1995–1997), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
O que o protetor de mão faz na DR 350
O protetor de mão fica na linha das manoplas e trabalha como um pequeno para-brisa para cada mão. A função de conforto é a mais conhecida: menos vento, menos água e menos frio nos dedos. A função de proteção vem junto: menos risco de galho, pedra e pancada nas manetes.
Por estar preso no guidão, ao lado do acelerador, do freio e da embreagem, ele mexe com comandos que precisam funcionar perfeitamente. Manete que encosta no protetor ou manopla do acelerador que fica presa são defeitos de instalação que comprometem a segurança, e por isso a escolha e a montagem pedem atenção.
O protetor de mão na DR 350: o que a ficha diz
Na ficha, a DR 350 1995–1997 aparece como uma trail de 349 cc. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.
A DR 350 tem freio dianteiro a disco, com cilindro e reservatório no lado direito do guidão. A abraçadeira do protetor não pode encostar no cilindro nem no reservatório, e a manete precisa correr livre até o fim.
Na DR 350, que pode rodar na terra, as manetes são das peças que mais quebram nos tombos. Um protetor fechado bem instalado evita muitos desses estragos e ajuda a voltar para casa pilotando.
Quando trocar o protetor de mão
Antes de esperar o protetor quebrar de vez, repare nestes sintomas. Alguns afetam só o conforto; outros mexem com o funcionamento das manetes.
- Protetor frouxo ou girando. Protetor que balança ou gira em volta do guidão perdeu aperto ou teve a fixação danificada. Além do barulho, ele pode virar para dentro e encostar na manete.
- Barra metálica torta. No protetor fechado, a barra de alumínio ou aço entorta nos tombos. Barra torta pode ficar perto demais da manete ou forçar o guidão. Desentortar alumínio enfraquece a peça.
- Plástico ressecado. Sol e tempo deixam o plástico esbranquiçado, áspero e quebradiço. Um protetor ressecado tende a partir na primeira pancada em vez de absorvê-la.
- Abraçadeira marcando ou escorregando. A abraçadeira perto dos comandos pode escorregar no guidão depois de um tombo ou por aperto fraco. Quando isso acontece, o protetor muda de ângulo e pode tocar em cabos e manetes.
- Acelerador pesado ou sem voltar. Protetor preso na ponta do guidão que encosta na manopla do acelerador deixa o giro pesado ou impede a volta da manopla. É defeito grave: a moto pode continuar acelerada ao soltar a mão.
Protetor de mão certo: o que olhar na loja
Protetor de mão parece acessório universal, mas não é. O diâmetro do guidão, o tipo de ponta, o espaço dos comandos e o curso das manetes mudam tudo.
- Retrovisor. Se a moto tem retrovisor preso na ponta do guidão, o protetor de ponta pode não ser compatível. Em retrovisor normal, veja se a concha não tampa o campo de visão.
- Diâmetro do guidão. Antes de comprar, saiba se o guidão é o original e qual o diâmetro dele. Guidão grosso pede abraçadeira própria; usar a de outra medida deixa o protetor solto.
- Espaço para manetes e comandos. Compare a distância entre a ponta da manete e a concha. Protetor curto ou mal desenhado pode tocar a manete na frenagem forte, o que não é aceitável.
- Aberto ou fechado. O aberto é uma concha plástica que protege de vento, chuva e galhos. O fechado tem barra metálica e protege mais as manetes num tombo. Para cidade e estrada, o aberto costuma bastar; para trilha, o fechado faz diferença.
Como instalar o protetor de mão na DR 350
Cada kit tem sua forma de prender, mas a sequência é parecida. Monte, ajuste com calma e teste tudo antes de rodar.
- Leia a instrução e separe as peças. Antes de começar, entenda pela instrução como o protetor prende na ponta e no meio do guidão. Saber isso evita soltar o que não precisa.
- Retire o contrapeso da ponta. Tire o contrapeso com cuidado. Se ele estiver preso, use a ferramenta certa para não espanar a cabeça. Guarde peso e parafuso para uma eventual volta.
- Monte a fixação da ponta. Coloque a fixação da ponta, mas deixe para apertar no final. Do lado direito, preste atenção para não encostar na manopla do acelerador.
- Posicione a abraçadeira. A abraçadeira vai entre os comandos e a mesa, num trecho livre do guidão. Não aperte ainda: ela precisa girar para acertar a posição da barra.
- Encaixe a barra e a concha. Monte a barra, se houver, e a concha, unindo a ponta à abraçadeira. Ajuste o ângulo para que a concha fique na frente da mão, sem tocar nas manetes.
- Aperte tudo. Aperte as fixações aos poucos, conferindo se nada se mexe. Plástico apertado demais trinca, e abraçadeira frouxa gira no primeiro tombo.
- Teste manetes e acelerador. Puxe freio e embreagem até o fim e gire o acelerador, soltando em seguida. A manopla precisa voltar sozinha e as manetes não podem tocar no protetor.
- Esterce até o fim. Esterço completo para os dois lados, olhando tanque, carenagem e painel. Com o guidão virado, gire de novo o acelerador: ele precisa voltar normalmente.
Se tiver dúvida sobre a compatibilidade com o seu guidão, especialmente se ele não for original, leve a moto à loja ou à oficina antes de furar ou cortar qualquer coisa.
Manutenção do protetor de mão no dia a dia
Estes cuidados mantêm o protetor inteiro, firme no lugar e longe dos comandos, que é o que garante conforto e pilotagem segura.
- Proteja do sol. Se a moto fica muito tempo exposta ao sol, olhe o plástico com mais atenção: ressecado, ele quebra em vez de absorver a pancada.
- Inspecione depois de tombos. Depois de uma queda, mesmo leve, verifique o alinhamento do protetor e o curso das manetes. A barra pode ter entortado para dentro.
- Limpe com produto suave. Lave a concha junto com a moto, com pano macio e sabão neutro. Evite produtos agressivos, que mancham e ressecam o plástico.
Erros comuns com o protetor de mão
Protetor de mão mal instalado pode atrapalhar freio e acelerador. Estes são os erros mais comuns.
- Apertar demais o plástico. Parafuso apertado com força racha a concha na hora ou com a primeira vibração. Firme é o bastante; o que segura é o encaixe certo.
- Esquecer o teste de esterço. Com o guidão no batente, para os dois lados, nada pode encostar. Esquecer esse teste é um dos erros mais comuns na instalação em casa.
- Eliminar o contrapeso sem compensar. O contrapeso existe por um motivo em muitas motos. Retirá-lo sem compensação pode deixar a pilotagem cansativa e as mãos formigando na estrada.
O protetor de mão nos outros anos da DR 350
A família DR 350 reúne 2 versões e 2 gerações no catálogo, de 1995 a 1997. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas o protetor de mão pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão DR 350 SE 1995–1997.
Quanto vale a DR 350 1995–1997
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da DR 350 nesta geração ficam entre R$ 4.952 e R$ 5.405. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 1997 | R$ 5.405 |
| 1996 | R$ 5.273 |
| 1995 | R$ 4.952 |
Protetor de mão nos outros anos e versões da DR 350
| Versão | Anos |
|---|---|
| DR 350 (esta página) | 1995–1997 |
| DR 350 SE | 1995–1997 |
Outras peças da DR 350 1995–1997
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
O protetor de mão de outra moto serve na DR 350?
Em geral, não sem conferir. O protetor de mão é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.
O protetor de mão protege em queda?
Depende do tipo. O modelo com alma metálica segura bem as manetes em tombos de baixa velocidade. O de plástico é mais para vento, chuva e galho, e costuma quebrar no tombo.
Qual o melhor tipo de protetor de mão?
Para conforto no dia a dia, o aberto resolve. Para quem roda na terra e cai de vez em quando, o fechado com alma de alumínio protege mais. Os dois precisam ser bem instalados.
O protetor deixa o guidão mais largo?
Alguns modelos ficam um pouco além da ponta do guidão, principalmente os fechados, com barra. A diferença costuma ser pequena, mas conta para quem passa entre carros ou guarda a moto em garagem apertada. Compare com a largura dos retrovisores.
Manete encostando no protetor é normal?
Se estiver bem instalado, não atrapalha. Qualquer contato com a manete, por menor que seja, é defeito e precisa ser corrigido na hora, antes de rodar. Teste com o guidão reto e virado.