Pedal de partida da Yamaha DT 200 R 1994–2000
O que define a pedal de partida certa para a DT 200 R desses anos, e onde encontrar.
Pedal de partida que serve
DT 200 R 1994–2000
- Moto
- Yamaha DT 200 R
- Anos
- 1994 a 2000
- Partida
- Pedal
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com pedal de partida para a Yamaha DT 200 R
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pedal de partida para a Yamaha DT 200 R 1994–2000. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
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Não há uma "medida" que resolva o pedal de partida: ele é desenhado para a DT 200 R. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a DT 200 R e os anos 1994–2000), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
O pedal de partida na DT 200 R
Na DT 200 R, que não tem partida elétrica, é o pedal de partida que faz o motor girar até pegar. Quando você empurra o pedal para baixo, ele gira um eixo que entra no motor; lá dentro, uma catraca e uma engrenagem transmitem esse movimento ao virabrequim. Quando você solta, uma mola de retorno traz o pedal de volta e a catraca desacopla, para o pedal não ser arrastado pelo motor funcionando.
O pedal que você vê é só a parte de fora do conjunto. Ele encaixa no eixo por estrias e é preso por um parafuso de aperto. Muitos são articulados, para dobrar e ficar recolhido com a moto andando.
O pedal de partida na DT 200 R: o que a ficha diz
A DT 200 R 1994–2000 é uma trail de 195 cc. A DT 200 R pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. O farol usa lâmpada halógena.
Quem usa a DT 200 R no trânsito dá muitas partidas por dia. Vale incluir o pedal na revisão: aperto do parafuso, folga no estriado e estado da ponteira.
Na moto carburada, carburador sujo ou desregulado aparece primeiro na partida: muitas pisadas para pegar. Uma limpeza e uma regulagem bem feitas poupam o conjunto de partida e a sua perna.
Motor dois tempos pega com poucas pisadas quando está bem regulado. Se a DT 200 R começou a exigir muitas tentativas, olhe vela, carburação e mistura antes de culpar o pedal.
Sinais de que o pedal de partida da DT 200 R precisa de atenção
Alguns defeitos estão no pedal, do lado de fora, e se resolvem com uma peça nova. Outros estão dentro do motor. Os sinais abaixo ajudam a separar uma coisa da outra.
- Coice frequente. Coice repetido não é culpa do pedal, mas castiga o pedal e o eixo. Vale revisar a ignição e, nas motos com descompressor, a regulagem dele. A técnica certa da pisada também ajuda muito.
- Barulho ao pisar. Estalos, rangidos ou um "trec" metálico durante a pisada indicam desgaste no mecanismo interno, como catraca ou engrenagem. É um aviso para levar à oficina antes que algo quebre.
- Ponteira gasta ou escorregadia. A ponta do pedal, com borracha ou serrilhado, garante que o pé não escorregue na pisada. Gasta, ela faz o pé deslizar no meio do curso, o que tira força e pode machucar o tornozelo.
- Pedal que não volta. Pedal que não sobe sozinho costuma ter mola de retorno quebrada ou fraca. Antes de abrir o motor, confira se o pedal não está encostando em alguma peça por estar torto ou mal posicionado.
- Articulação frouxa ou dura. O pedal articulado deve abrir e fechar com firmeza e ficar no lugar. Se ele abre sozinho com a moto andando, pode bater no chão numa curva. Se está duro, falta limpeza e lubrificação na articulação.
Como escolher o pedal de partida certo para a DT 200 R
O pedal certo encaixa no eixo sem folga, passa longe do escapamento e da pedaleira e tem o curso inteiro. Estes são os pontos a conferir.
- Garantia e nota. Guarde a nota e não force um pedal que não encaixa: peça forçada no eixo perde a garantia e pode estragar as estrias do eixo.
- Pedal usado. Pedal usado pode servir, desde que as estrias estejam inteiras e não haja trinca. Olhe com atenção perto do encaixe e da articulação, de preferência com boa luz.
- Comprimento e curvatura. O braço do pedal é desenhado para desviar do escapamento, da pedaleira e da carenagem. Pedal com outra curvatura pode bater em alguma peça ou ficar perto demais do escapamento quente.
- Peças da articulação. Antes de trocar o pedal inteiro, pergunte se há kit de articulação para o seu modelo. Às vezes o braço e o encaixe estão bons e só a trava gastou.
- Material e acabamento. Pedais de aço e de alumínio forjado são comuns. Desconfie de peça com rebarba, porosidade ou solda aparente na articulação: é ali que o esforço da pisada se concentra.
Troca do pedal de partida passo a passo
Siga a ordem abaixo e trabalhe com o motor frio. O ponto que mais dá errado é a posição do pedal no eixo na hora de montar.
- Motor frio e moto firme. Trabalhe com o escapamento frio para não se queimar. Moto bem apoiada, de preferência no cavalete, em piso plano, e chave desligada.
- Marque a posição. Antes de soltar, faça uma marca com tinta ou caneta no pedal e no eixo, alinhadas. Muitos eixos têm uma marca de fábrica que ajuda. Com isso, o novo vai na mesma posição.
- Retire o parafuso de aperto. Remova totalmente o parafuso de fixação, não só afrouxe. Ele trava o pedal no eixo por um canal; com ele ali, puxar só estraga as estrias.
- Puxe o pedal com cuidado. Puxe o pedal reto, alternando de leve os lados. Se estiver preso por oxidação, use desengripante e espere. Evite martelo pesado e alavanca: pancada no eixo vai parar dentro do motor.
- Confira o eixo. Limpe as estrias do eixo e veja se estão inteiras. Repare também se há óleo vazando em volta do eixo: isso indica retentor gasto, que é troca de oficina.
- Encaixe na posição certa. Monte o pedal alinhando as marcas. Confira se, na posição de descanso, ele não encosta na pedaleira e se, ao descer, faz o curso inteiro sem bater no escapamento.
- Aperte o parafuso. Coloque o parafuso, garantindo que ele passe pelo rebaixo do eixo, e aperte com o torque indicado no manual. Pedal mal apertado ganha folga e come as estrias rapidinho.
- Teste antes de rodar. Faça a partida, recolha o pedal e rode alguns metros. Confira se ele não abre sozinho e, depois de um tempo de uso, se o parafuso continua apertado.
Quando a troca exige mexer no escapamento, ou quando aparece vazamento de óleo no eixo, leve à oficina. E guarde a nota do pedal: se ele não encaixar perfeitamente, devolva em vez de forçar.
Como fazer o pedal de partida da DT 200 R durar mais
Boa parte do desgaste do pedal de partida vem do jeito de pisar. Técnica certa e manutenção simples poupam o pedal, o eixo e o mecanismo interno.
- Confira depois de queda. O pedal é um dos primeiros a sofrer numa queda. Uma conferida rápida evita rodar com pedal batendo no escapamento ou na pedaleira.
- Calçado adequado. Bota ou tênis firme protegem o pé e o tornozelo. Dar partida de chinelo ou descalço é pedir lesão, principalmente se o pedal der coice ou o pé escorregar.
- Articulação limpa. Limpe a articulação depois de rodar na lama ou na chuva e passe um pouco de lubrificante. Assim ela abre e fecha certinho e não oxida.
- Pisada completa. A pisada certa é longa e decidida, do alto até o fim do curso. Encontrar o ponto de compressão antes ajuda o motor a pegar e reduz o coice.
Erros que estragam o pedal e o eixo de partida
Muitos eixos de partida estragam por causa de um pedal mal instalado. Estes são os erros mais vistos na oficina.
- Pisar pela metade. Pisadas curtas e rápidas, sem achar a compressão, cansam, aumentam o coice e castigam o mecanismo. A pisada certa é completa e decidida.
- Montar na posição errada. Pedal montado sem referência costuma ficar alto ou baixo demais. O resultado é pisada curta e pedal batendo. A marca de tinta antes da desmontagem evita isso.
- Rodar com folga. Folga no pedal parece inofensiva, mas destrói o estriado do eixo. O que era troca de pedal vira serviço de oficina.
- Soldar pedal ou eixo. Soldar o pedal no eixo para acabar com a folga esquenta o retentor e o rolamento e impede a desmontagem futura. É um improviso que complica qualquer reparo.
O pedal de partida nos outros anos da DT 200
No catálogo, a DT 200 aparece em 2 gerações, somando 2 versões entre 1992 e 2000. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o pedal de partida de uma DT 200 1992–1997, compare o código ou a peça física.
Valor da DT 200 R e custo do reparo
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha DT 200 R dos anos 1994–2000 vai de R$ 14.516 (1994) a R$ 24.022 (2000). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2000 | R$ 24.022 |
| 1999 | R$ 23.436 |
| 1998 | R$ 22.864 |
| 1997 | R$ 21.653 |
| 1996 | R$ 17.590 |
| 1995 | R$ 14.963 |
| 1994 | R$ 14.516 |
Pedal de partida nos outros anos e versões da DT 200
| Versão | Anos |
|---|---|
| DT 200 R (esta página) | 1994–2000 |
| DT 200 | 1992–1997 |
Outras peças da DT 200 R 1994–2000
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
O pedal de partida de outra moto serve na DT 200 R?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a DT 200 R 1994–2000. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Pedal de partida patinando: qual o defeito?
Quase sempre é o mecanismo interno, a catraca ou a engrenagem de partida, que não está engatando. O pedal de fora não tem culpa. O reparo exige abrir a tampa do motor e é serviço de oficina.
Precisa estar em ponto morto para dar partida no pedal?
Em ponto morto é sempre o mais seguro. Partida engatada só quando o manual da moto indicar que é possível, e com a embreagem puxada até o fim. Assim a moto não salta para a frente.
Por que vaza óleo no eixo do pedal?
Não é normal. O eixo de partida passa por um retentor na tampa do motor, e esse retentor resseca ou se danifica com folga no pedal ou com pancada. A troca do retentor é serviço de oficina.
Posso adaptar pedal de partida de outro modelo?
Só se o estriado for idêntico e o desenho do braço desviar das peças da sua moto. Estriado parecido demais, mas diferente, come as estrias do eixo. Compre pela aplicação e compare com o antigo.