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Yamaha XTZ 250 Lander 2009

Preço FIPE do ano-modelo 2009, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 250 Lander usada.

  • Trail
  • 249 cc
  • Flex
Yamaha XTZ 250 Lander 2009
Imagem ilustrativa.

FIPE 2009

R$ 12.094

Moto
Yamaha XTZ 250 Lander
Ano-modelo
2009
Geração
2007–2018
Calibragem
dianteiro 18 psi; traseiro 22 psi (0 a 90 kg) / 90 a 186 kg: dianteiro 22 psi, traseiro 25 psi

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827059-7. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 250 Lander

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A Yamaha XTZ 250 Lander 2009 em resumo

Do ano-modelo 2009, a Yamaha XTZ 250 Lander é uma trail de 249 cc, flex (gasolina e etanol). O ano-modelo 2009 faz parte da geração vendida de 2007 a 2018. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Com injeção eletrônica, a XTZ 250 Lander depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, o peso, 130 kg (seco) / 141 kg (com óleo e tanque cheio); o tanque leva 11,0 litros (reserva de 4,3 L); o banco fica a 875 mm do chão.

Quanto vale a XTZ 250 Lander 2009

Pela FIPE de outubro de 2026, a XTZ 250 Lander ano 2009 está cotada em R$ 12.094. A XTZ 250 Lander 2008 fica em R$ 11.719 (+3,2% de diferença); a XTZ 250 Lander 2010 está em R$ 12.397. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2025, R$ 27.349), a 2009 vale 56% menos, uma média de 5,0% por ano.

Na comparação com as 10 motos trail 2009 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 8 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto trail

A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.

Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.

Peças e medidas da XTZ 250 Lander 2009

Estas são as medidas que mais se procura para a XTZ 250 Lander 2009. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Yamaha XTZ 250 Lander 2009 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.

A manutenção que uma XTZ 250 Lander 2009 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XTZ 250 Lander 2009.

  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.

Gasolina ou etanol na XTZ 250 Lander

Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.

Outros anos da XTZ 250 Lander

A XTZ 250 Lander foi vendida em 19 anos-modelo, de 2007 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XTZ 250 Lander 2009

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelFlex
Peso130 kg (seco) / 141 kg (com óleo e tanque cheio) conferido
Tanque11,0 litros (reserva de 4,3 L) conferido
Altura do banco875 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 18 psi; traseiro 22 psi (0 a 90 kg) / 90 a 186 kg: dianteiro 22 psi, traseiro 25 psi conferido
Bateria12V 6Ah (YTX7L-BS)
Vela de igniçãoNGK DR8EA
Pneu dianteiro80/90-21 M/C 48S
Pneu traseiro120/80-18 M/C 62S
Óleo do motorSAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro
Filtro de arpapel viscoso
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 250 Lander 2009

As peças desta moto são as da geração 2007–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XTZ 250 Lander 2009?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 250 Lander 2009 vale R$ 12.094 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual o óleo da XTZ 250 Lander 2009?

A referência para o motor é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a capacidade do tanque da XTZ 250 Lander 2009?

O tanque da XTZ 250 Lander 2009 leva 11,0 litros (reserva de 4,3 L).

Quantas libras vai no pneu da XTZ 250 Lander 2009?

Com os pneus frios: dianteiro 18 psi; traseiro 22 psi (0 a 90 kg) / 90 a 186 kg: dianteiro 22 psi, traseiro 25 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a XTZ 250 Lander 2009?

O peso informado pelo fabricante é 130 kg (seco) / 141 kg (com óleo e tanque cheio).

Qual a cilindrada da XTZ 250 Lander 2009?

A XTZ 250 Lander 2009 tem 249 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Vale a pena comprar uma XTZ 250 Lander 2009 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2009 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.