Riguete TRC-01 Versão 1 1.8 2011
Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma TRC-01 Versão 1 1.8 usada.
- Triciclo
- 1.800 cc
- Gasolina
FIPE 2011
R$ 14.820
- Moto
- Riguete TRC-01 Versão 1 1.8
- Ano-modelo
- 2011
- Geração
- 2006–2012
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 880007-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Riguete TRC-01 Versão 1 1.8
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Anunciar nesta páginaTRC-01 Versão 1 1.8 2011: o essencial
Do ano-modelo 2011, a Riguete TRC-01 Versão 1 1.8 é um triciclo de 1.800 cc. Ela pertence à geração 2006–2012, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé.
A TRC-01 Versão 1 1.8 2011 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a TRC-01 Versão 1 1.8 ano 2011 está cotada em R$ 14.820. A TRC-01 Versão 1 1.8 2010 fica em R$ 12.593 (+17,7% de diferença); a de 2012 custa R$ 15.956. Comparada com a 2012 (R$ 15.956), a moto de 2011 custa 7% a menos: em média, perdeu 7,1% de valor a cada ano.
Na comparação com as 27 motos triciclo 2011 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 10 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto triciclo
Quem procura um triciclo geralmente quer uma de duas coisas: passear com mais estabilidade e conforto do que numa moto ou transportar carga com um veículo econômico. Os de passeio têm visual próprio e equipamentos de viagem; os de carga privilegiam robustez, capacidade e economia no dia a dia.
Em ambos os casos, o comportamento em curva é diferente, e vale treinar em lugar tranquilo antes de encarar o trânsito. Na compra de um usado, examine a documentação, o estado da transmissão e o desgaste dos pneus, comparando as três rodas.
Outras versões da TRC-01 em 2011
A TRC-01 Versão 1 1.8 não era a única TRC-01 de 2011: havia mais 6 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- TRC-01 Junior 1.8 2011 (R$ 16.830): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
- TRC-01 Junior SE 1.8 2011 (R$ 20.141): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- TRC-01 Luxo 1.6 2011 (R$ 18.195): 1.600 cc (nesta: 1.800 cc).
- TRC-01 Super Luxo 1.6 2011 (R$ 22.276): 1.600 cc (nesta: 1.800 cc).
- TRC-01 Super Luxo SE 1.6 2011 (R$ 24.046): 1.600 cc (nesta: 1.800 cc).
- TRC-01 Versão 2 1.8 2011 (R$ 19.117): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
O que conferir antes de comprar uma TRC-01 Versão 1 1.8 2011 usada
Uma moto 2011 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
Cuidados que acompanham uma moto 2011
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2011 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 15 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 15 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
Documentos e negociação da TRC-01 Versão 1 1.8 2011
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
Todos os anos da TRC-01 Versão 1 1.8
Anos-modelo da TRC-01 Versão 1 1.8 no catálogo, de 2012 a 2006, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da TRC-01 Versão 1 1.8 2011
| Cilindrada | 1.800 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Pneus com câmara | Não |
| Acelerador | Por cabo |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da TRC-01 Versão 1 1.8 2011
As peças desta moto são as da geração 2006–2012. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a TRC-01 Versão 1 1.8 2011 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Riguete TRC-01 Versão 1 1.8 2011 vale R$ 14.820 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da TRC-01 Versão 1 1.8 2011?
A TRC-01 Versão 1 1.8 2011 tem 1.800 cc, com motor quatro tempos.
Como saber se a TRC-01 Versão 1 1.8 2011 tem recall pendente?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
Moto com 15 anos é isenta de IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.
Como fica o seguro de uma TRC-01 Versão 1 1.8 2011?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.