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Tiger TB Cargo Baú 2010–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 54 peças com página própria para a TB Cargo Baú fabricada de 2010 a 2015.

  • Triciclo
  • Gasolina

Lojas e oficinas para a Tiger TB Cargo Baú

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Peças da TB Cargo Baú 2010–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita. Peça que não existe nela não aparece.

A Tiger TB Cargo Baú 2010–2015

A Tiger TB Cargo Baú nos anos-modelo de 2010 a 2015 é um triciclo. Os dados abaixo valem para todo esse período.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma TB Cargo Baú desta geração custa entre R$ 8.250 e R$ 12.934, conforme o ano.

Como ler a ficha técnica da TB Cargo Baú

  • Câmbio: manual
  • ABS: não

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da TB Cargo Baú 2010–2015 significa na prática.

  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no anda e para.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar preguiçosa. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da TB Cargo Baú, e isso muda o que levar na viagem.

A TB Cargo Baú no dia a dia

O triciclo junta guidão de moto com estabilidade de três rodas. Parado, não precisa de pé no chão; em velocidade baixa, é fácil de controlar; com carga, aguenta peso que uma moto não levaria. Os de trabalho, com caçamba ou baú, rendem muito em entregas e no comércio.

A pilotagem em curva é diferente: não se inclina como numa moto, e é preciso esterçar e reduzir a velocidade com mais antecedência. Em piso ruim, cada roda sente o buraco separadamente, e o veículo balança. Na estrada, os de passeio viajam bem; os de carga, sem pressa. Com garupa, a estabilidade é boa, desde que se respeite a capacidade.

O que revisar na Tiger TB Cargo Baú 2010–2015 e quando pensar em cada item

Manter a TB Cargo Baú em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir trocas mais próximas.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.

A TB Cargo Baú 2010–2015 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 36%.

O que vigiar na TB Cargo Baú no dia a dia

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a TB Cargo Baú.

  • Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar uma lâmpada apagada do mesmo lado.
  • Pneus: pressão e banda. Pressão errada é um dos defeitos mais comuns e mais fáceis de evitar. Tenha um calibrador e confira a cada semana, ou antes de toda viagem. Na mesma olhada, veja os indicadores de desgaste no sulco e qualquer objeto preso na borracha. Moto que puxa para um lado ou balança na reta pode estar com pneu murcho.
  • Volta rápida antes de sair. Antes de ligar, dê uma volta em torno da moto. Olhe os pneus, procure manchas no chão, confira se não há nada solto ou pendurado e se os retrovisores estão no lugar. São trinta segundos que pegam muita coisa: um prego no pneu, um vazamento novo, um cabo enroscado. Faça disso um hábito, como colocar o capacete.
  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.

Acessórios para a TB Cargo Baú 2010–2015: o que ajuda de verdade

Antes de encher a Tiger TB Cargo Baú de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Capa de chuva. Quem roda todo dia vai pegar chuva, cedo ou tarde. Uma capa impermeável que caiba no baú ou sob o banco é o acessório mais barato de ter à mão. Escolha uma que não fique larga demais, para não bater com o vento, e com detalhes refletivos para ser visto no trânsito molhado e escuro.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
  • Corrente antifurto e alarme. Nenhum antifurto é infalível, mas cada camada torna a moto menos atraente para o ladrão. Corrente presa a um poste ou grade, alarme e rastreador funcionam melhor juntos. Na instalação de itens elétricos, peça ligação com fusível e relé, para não drenar a bateria com a moto parada.
  • Capa para moto. Sol forte resseca banco e plásticos e desbota a pintura; chuva e poeira aceleram a corrosão. Para quem guarda a moto fora de garagem, a capa vale cada centavo. Prefira tecido respirável e tamanho próprio, espere o escapamento esfriar antes de cobrir e use a capa também como camada extra contra olhares curiosos.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma TB Cargo Baú 2010–2015?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 12.934, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Pneu mais largo melhora a moto?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Posso usar qualquer óleo na moto?

Use o óleo com a viscosidade e a especificação indicadas no manual do proprietário, próprio para motos. Na maioria das motos quatro tempos, o mesmo óleo lubrifica câmbio e embreagem, e óleo de carro pode fazer a embreagem patinar. Troque no intervalo do manual e não misture produtos de especificações diferentes.

A TB Cargo Baú serve para quem é baixo?

Depende da altura do banco, da largura dele e da sua altura de cavalo. Apoiar a ponta dos dois pés ou um pé inteiro já costuma ser suficiente com prática. Sente na moto antes de decidir, com ela em pé. Banco rebaixado, botas de sola mais alta e técnica de parada ajudam bastante quem fica no limite.

Ficha técnica

Medidas e especificações
CombustívelGasolina
Características
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da TB Cargo Baú por ano

Ano-modeloPreço médio
TB Cargo Baú 2015R$ 12.934
TB Cargo Baú 2014R$ 11.058
TB Cargo Baú 2013R$ 10.788
TB Cargo Baú 2012R$ 9.213
TB Cargo Baú 2011R$ 8.804
TB Cargo Baú 2010R$ 8.250

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 878003-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.