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BMW C 400 X ou Dafra ADXTG 300?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

C 400 XADXTG 300
Versão comparadaC 400 X 2024–2026ADXTG 300 2027
Preço FIPER$ 58.860 (2026)R$ 31.344 (2027) (vantagem)
Cilindrada350 cc (vantagem)300 cc
Potência–26 cv
Torque–2,65 kgf.m a 6.000 rpm
Peso–188 kg
Tanque–16 L
Altura do banco–790 mm
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroDisco–
Freio traseiroDisco–
ABSSim–
Freio combinado (CBS)Não–
RodasLiga leve–
Pneus com câmaraNão–
FarolLED–
Bateria12V 9Ah–
Pneu dianteiro120/70R15–
Pneu traseiro150/70R14–

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para C 400 X ou ADXTG 300

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C 400 X ou ADXTG 300: o resumo

Comparando ficha com ficha e a FIPE das duas, o resultado não é de goleada: cada uma ganha em alguns pontos.

  • A BMW C 400 X: empata ou fica atrás nos números da ficha; a escolha por ela passa por gosto, rede de oficinas e oferta na sua cidade.
  • A Dafra ADXTG 300: preço menor.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Potência, torque e motor

A BMW C 400 X tem 350 cc e a Dafra ADXTG 300, 300 cc.

São 50 cc de diferença de cilindrada a favor da BMW C 400 X. Se a diferença for pequena, ela quase não aparece na pilotagem e pode ser mais questão de projeto do que de desempenho. Se for grande, o motor maior tende a trabalhar com mais folga em estrada e carregado. Do outro lado, motor menor costuma ser mais simples de manter. Compare sempre com potência e torque.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Aqui não há vencedor de verdade: as duas ficam tão próximas que qualquer vantagem é só de papel. Em vez de escolher pela casa decimal, pense no que vai pesar no seu dia a dia. Sente nas duas, pergunte o preço das peças que mais gastam e veja qual concessionária ou oficina fica mais perto de você.

Segurança: ABS, CBS e freios

Nos freios, a BMW C 400 X usa freio disco na frente, disco atrás, ABS; a Dafra ADXTG 300, o conjunto da ficha.

Nesse ponto, as duas estão no mesmo nível pela ficha: a escolha não precisa passar pelos freios.

Preço FIPE e revenda

Pela FIPE (outubro de 2026), são R$ 58.860 pela C 400 X 2026 e R$ 31.344 pela ADXTG 300 2027.

Na média de mercado medida pela FIPE, a Dafra ADXTG 300 vale 47% menos que a BMW C 400 X. Para quem tem orçamento apertado, isso pode decidir a compra. Só não esqueça que o preço de compra é uma parte da conta: seguro, peças e revisões também entram. E, na hora de comprar usada, uma unidade bem cuidada pode valer mais do que a tabela indica.

Peças de troca: as medidas de cada uma

Para quem já pensa na manutenção, estas são as medidas de cada uma:

    BMW C 400 X ou Dafra ADXTG 300: como decidir

    Na tabela, cada moto ganha em alguns pontos e perde em outros. A escolha certa entre a BMW C 400 X e a Dafra ADXTG 300 depende menos de quem vence mais itens e mais de quais itens importam para o seu uso. Os pontos abaixo ajudam a colocar cada diferença no lugar certo, do test-ride ao custo de ter a moto por alguns anos.

    • Espaço sob o banco. Guardar o capacete e as compras sem baú é uma das grandes vantagens da scooter, mas o espaço sob o banco varia muito de modelo para modelo. Abra o banco das duas e teste com o que você costuma carregar: capacete, capa de chuva, mochila pequena. Um compartimento que não serve para você tira metade da graça de ter uma scooter.
    • Sua altura e seu peso. O corpo do piloto muda a comparação. Quem é mais baixo deve dar atenção à altura e à largura do banco e ao peso da moto, porque apoiar os pés no chão com segurança vale mais que qualquer número de desempenho. Quem é alto deve ver se cabe sem os joelhos apertados. Pilotos mais pesados sentem mais a falta de torque e de suspensão firme.
    • Se a moto é para trabalhar. Moto de trabalho é ferramenta, e ferramenta parada dá prejuízo. Antes de escolher, pense no custo por quilômetro, na rapidez para conseguir peça e oficina e no conforto depois de um dia inteiro em cima dela. Bagageiro, suporte para baú e facilidade para levar carga entram na conta. Entre duas motos parecidas, a mais simples de manter tende a sair na frente.
    • Equipamentos que você vai usar. Toda moto traz alguma coisa que a outra não tem. A pergunta é se você vai usar. Separe o que é segurança, como ABS ou freio a disco, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência, como painel completo, tomada USB ou porta-objetos. Pagar a mais por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher errado.
    • Custo de manutenção. O preço de compra é só o começo. Ao longo dos anos, pesam revisões, pneus, freios, kit de transmissão ou correia, filtros e óleo. Motos com mais tecnologia carregam mais componentes para manter, e algumas peças pedem oficina com equipamento. Antes de decidir, peça numa loja e numa oficina de confiança o preço dos itens que mais gastam em cada uma. A diferença pode surpreender.
    • Faça o test-ride das duas. Nada substitui rodar com as duas motos, uma em seguida da outra, com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça um percurso parecido com o seu dia a dia. Preste atenção no freio, na resposta do acelerador, no buraco e no peso nas manobras. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
    • Assoalho plano ou túnel central. Repare no piso das duas. Com assoalho plano, subir na scooter é simples e sobra espaço para carregar volumes leves aos pés. Com túnel central, a posição costuma ser mais parecida com a de uma moto, e o tanque ou o quadro ocupam esse espaço. Nenhum é melhor em tudo: depende de você precisar desse lugar extra para carga ou preferir outra posição.
    • Pense na revenda. Pense já na hora de vender. Modelos com muita procura encontram comprador rápido, enquanto modelos raros podem demorar, mesmo bem conservados. Itens que o mercado valoriza, como freio com ABS, ajudam na negociação. Use a desvalorização mostrada nesta comparação como referência e lembre que manutenção em dia e notas guardadas fazem diferença no preço na revenda.
    • Se o uso é cidade todo dia. No trânsito urbano, o que mais conta é agilidade, peso baixo, freio confiável e conforto no anda e para. Potência e velocidade máxima importam pouco quando você mal passa da terceira marcha. Veja qual das duas é mais fácil de manobrar no corredor, de estacionar e de segurar no semáforo. Espelhos, raio de giro e embreagem leve também fazem diferença ao longo do dia.

    Compare com outros modelos

    Também comparamos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 300 2027, com R$ 31.344. A outra sai por R$ 58.860.

    Qual das duas tem melhor revenda?

    Esta página mostra quanto cada uma perdeu de valor na tabela FIPE ao longo dos anos, e esse histórico é a melhor referência disponível. Ele não garante o futuro: estado de conservação, quilometragem e procura na sua região também pesam. Modelos muito procurados costumam vender mais rápido e com menos desconto.

    Qual das duas é melhor para estrada?

    A melhor para viajar é a que combina fôlego, autonomia e conforto. Compare nesta página o motor, o tanque e os freios das duas, e depois pense na posição de pilotagem e no banco depois de uma hora rodando. Se você viaja com garupa e bagagem, dê ainda mais peso ao torque.

    Qual das duas é melhor para delivery?

    Para trabalho, pesam consumo, robustez, partida elétrica, peças baratas e oficina perto. Veja na comparação desta página o peso, o tipo de alimentação, a partida e as peças que as duas compartilham. Converse também com entregadores que usam cada modelo: eles sabem bem como a moto se comporta depois de muitos quilômetros.

    Qual das duas anda mais?

    Na comparação desta página, a relação peso/potência dá a melhor ideia de qual acelera mais, enquanto o torque mostra a força em baixa rotação. Se uma delas leva vantagem nos dois, a resposta é clara. Se cada uma ganha em um, o test-ride mostra qual combina mais com o seu jeito de pilotar.

    Vale a pena pagar mais pela mais potente?

    Depende do seu uso. Para quem roda em rodovia ou leva garupa com frequência, a sobra de potência dá segurança nas ultrapassagens e cansa menos. Para quem só roda na cidade, raramente compensa. Olhe também o peso: a relação peso/potência, mostrada nesta página, diz mais sobre o desempenho do que a potência sozinha.

    Qual das duas tem peça mais barata?

    Em geral, moto mais simples e mais popular tem peça mais barata e mais oferta de marcas paralelas. Mas a resposta certa vem do orçamento: compare o preço das peças de desgaste das duas numa loja de confiança e o intervalo de revisões no manual. As medidas iguais, mostradas nesta página, indicam onde o custo deve ser parecido.

    Qual das duas é melhor para levar garupa?

    A melhor para garupa é a que tem banco traseiro espaçoso, pedaleiras bem posicionadas e motor com força em baixa. Compare torque e freios nesta página e, na loja, peça para o garupa sentar nas duas. Suspensão traseira com ajuste de pré-carga também ajuda quando a moto anda sempre com duas pessoas.

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