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Dafra ADXTG 300 ou Yamaha XMAX 300?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

ADXTG 300XMAX 300
Versão comparadaADXTG 300 2027XMAX 300 Connected 2026–2027
Preço FIPER$ 31.344 (2027) (vantagem)R$ 36.885 (2027)
Cilindrada300 cc (vantagem)292 cc
Potência26 cv–
Torque2,65 kgf.m a 6.000 rpm–
Peso188 kg–
Tanque16 L–
Altura do banco790 mm–
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiro–Disco
Freio traseiro–Disco
ABS–Sim
Freio combinado (CBS)–Não
Rodas–Liga leve
Pneus com câmara–Não
Farol–LED
Pneu dianteiro–120/70-15 M/C 56P
Pneu traseiro–140/70-14 M/C 68P

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para ADXTG 300 ou XMAX 300

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Onde cada uma leva vantagem

A Dafra ADXTG 300 e a Yamaha XMAX 300 disputam o mesmo comprador. Pelos números das fichas e da FIPE, cada uma leva vantagem em pontos diferentes:

  • A Dafra ADXTG 300: preço menor.
  • A Yamaha XMAX 300: empata ou fica atrás nos números da ficha; a escolha por ela passa por gosto, rede de oficinas e oferta na sua cidade.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 300 cc na Dafra ADXTG 300 contra 292 cc na Yamaha XMAX 300.

Conforto, peso e autonomia

Os números quase não mudam de uma para a outra, e uma diferença desse tamanho some no uso real, entre variação de peso do piloto, calibragem do pneu e estado da moto. Considere um empate técnico. Melhor gastar a atenção com o que realmente separa as duas: o test-ride, o custo de manter e o que cada uma oferece de equipamento.

Segurança: ABS, CBS e freios

Freios: conforme a ficha na Dafra ADXTG 300, e freio disco na frente, disco atrás, ABS na Yamaha XMAX 300.

Nesse ponto, as duas estão no mesmo nível pela ficha: a escolha não precisa passar pelos freios.

Preço e desvalorização

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 300 2027 vale R$ 31.344 e a XMAX 300 Connected 2027, R$ 36.885.

A Dafra ADXTG 300 sai 15% mais barata na FIPE. Essa diferença pode ficar no seu bolso ou virar equipamento de segurança, documentação e primeira revisão. Do outro lado, a Yamaha XMAX 300 pode justificar o preço maior com motor, freio ou conforto que pesam no seu uso. Compare o que cada uma entrega e pense no custo de manter, que acompanha a moto por anos.

Peças de troca: as medidas de cada uma

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Dafra ADXTG 300 ou Yamaha XMAX 300: como decidir

    Na tabela, cada moto ganha em alguns pontos e perde em outros. A escolha certa entre a Dafra ADXTG 300 e a Yamaha XMAX 300 depende menos de quem vence mais itens e mais de quais itens importam para o seu uso. Os pontos abaixo ajudam a colocar cada diferença no lugar certo, do test-ride ao custo de ter a moto por alguns anos.

    • Equipamentos que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que seria só bom ter. Itens de segurança quase sempre entram na primeira. Conectividade, iluminação mais sofisticada e acabamento diferente podem ficar na segunda, dependendo do seu uso. Com as listas em mãos, fica fácil ver quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra só um visual diferente.
    • Custo de manutenção. Duas motos com preço parecido na loja podem ter custos bem diferentes depois. Compare o intervalo das revisões no manual, o preço das peças de desgaste e a necessidade de serviço especializado. As medidas de pneus e de peças que aparecem nesta página ajudam a ter uma ideia. Somando alguns anos de uso, a moto mais barata de manter pode compensar uma diferença de preço na compra.
    • Cote o seguro antes. Não deixe para cotar o seguro depois da compra. Modelos muito procurados no mercado de usadas costumam ser também os mais visados, e isso aparece no preço da apólice. Peça orçamento das duas com os mesmos dados e compare a franquia, não só o valor anual. Se a moto vai ficar na rua, considere também trava, alarme ou rastreador na conta.
    • Faça o test-ride das duas. Se puder, pilote as duas no mesmo dia e, de preferência, no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas na tabela ficam evidentes em poucos minutos. Passe por uma lombada, faça uma frenagem firme em local seguro, manobre em baixa velocidade e repare em como o corpo se sente no fim. Muitas concessionárias oferecem test-ride; nas usadas, combine com o vendedor.
    • Consumo no seu uso. Consumo depende muito do jeito de pilotar, do trajeto e da manutenção, então números de propaganda servem só como referência. Em geral, motor menor e moto mais leve gastam menos, e injeção eletrônica ajuda a manter o gasto sob controle. Se você roda muito, pergunte a donos de cada modelo como está o consumo no uso real, de preferência num trajeto parecido com o seu.
    • Oficina e peças na sua cidade. Pergunte em duas ou três lojas de peças se elas têm em estoque os itens de desgaste de cada moto, como pastilha, filtro e kit de transmissão. Depois, veja qual concessionária ou oficina especializada fica mais perto. Rede de atendimento próxima significa revisão sem viagem e conserto mais rápido. Quem mora longe das capitais deve dar atenção especial a esse ponto.
    • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a esses itens da comparação.
    • Garupa frequente. Se você leva alguém com frequência, a comparação muda. O banco de trás, as pedaleiras do garupa e as alças fazem diferença no conforto de quem vai atrás. Para quem pilota, torque e freios ganham peso, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Leve a pessoa que costuma ir junto para sentar nas duas antes de decidir.
    • Sua altura e seu peso. Sente nas duas, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se só a ponta dos pés alcança o chão, a moto vai exigir mais atenção em cada parada. Se as pernas ficam dobradas demais, a viagem cansa. O seu peso também conta: quanto mais carga, mais importam torque, freio e regulagem da suspensão. A tabela ajuda, mas o teste sentado decide.

    Compare com outros modelos

    Outras comparações com estes modelos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 300 2027, com R$ 31.344. A outra sai por R$ 36.885.

    Qual das duas gasta menos combustível?

    Não há resposta única, porque o consumo muda com o piloto, o trânsito e o estado da moto. Olhe na comparação desta página a cilindrada, o peso e o tipo de alimentação: esses itens dão uma boa pista. Lembre também que economia inclui peças e revisões, e não só o que se gasta no posto.

    Qual das duas é melhor para quem é baixo?

    Confira a altura do banco nesta página e depois sente nas duas: largura do assento, suspensão e peso mudam a sensação. Para quem é mais baixo, apoiar os dois pés no chão com segurança vale mais que desempenho. Algumas motos aceitam banco rebaixado ou ajuste de suspensão, algo que vale perguntar na concessionária.

    Qual das duas tem melhor revenda?

    Olhe a desvalorização na FIPE mostrada nesta comparação: ela indica qual das duas segurou melhor o preço no passado. Na prática, a revenda de cada unidade depende também de manutenção comprovada, ausência de quedas e documentação em dia. Uma moto bem cuidada vende melhor, seja qual for o modelo.

    Vale a pena pagar mais pela mais potente?

    Depende do seu uso. Para quem roda em rodovia ou leva garupa com frequência, a sobra de potência dá segurança nas ultrapassagens e cansa menos. Para quem só roda na cidade, raramente compensa. Olhe também o peso: a relação peso/potência, mostrada nesta página, diz mais sobre o desempenho do que a potência sozinha.

    Qual das duas é mais fácil para quem está começando?

    A melhor para iniciante é a que você controla com tranquilidade parada e em baixa velocidade. Veja na comparação o peso, a altura do banco e os freios das duas. Câmbio automático também facilita o aprendizado. Sente, manobre e, se possível, pilote as duas antes de decidir: a sensação de segurança vale mais que qualquer número.

    Qual das duas é mais confiável?

    Confiabilidade depende muito de como a moto é usada e mantida. Uma moto com revisões em dia tende a dar poucos problemas, enquanto uma maltratada falha cedo, qualquer que seja o modelo. Para comparar as duas, pergunte a mecânicos da sua cidade quais defeitos aparecem em cada uma e leia relatos de donos com bastante quilometragem.

    Qual das duas anda mais?

    Olhe potência, torque e relação peso/potência na tabela desta página: esses três números juntos dizem mais do que cada um sozinho. A relação peso/potência é o melhor indicador de aceleração. Lembre que desempenho também depende do câmbio e do piloto, e que, no trânsito da cidade, diferenças pequenas quase não aparecem.

    Dá para usar peça de uma na outra?

    Esta página mostra as medidas de várias peças das duas, como pneus, lâmpadas e corrente, e indica onde elas coincidem. Medida igual ajuda a prever custo e disponibilidade, mas não garante que a peça encaixe na outra moto: fixação e formato podem mudar. Antes de comprar, confirme pelo código da peça para o modelo e o ano.

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