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Dafra Citycom 300 ou Yamaha XMAX 300?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Citycom 300XMAX 300
Versão comparadaCitycom S 300i 2017–2024XMAX 300 Connected 2026–2027
Preço FIPER$ 21.561 (2024) (vantagem)R$ 36.885 (2027)
Cilindrada278 cc292 cc
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiroDiscoDisco
ABS–Sim
Freio combinado (CBS)NãoNão
RodasLiga leveLiga leve
Pneus com câmaraNãoNão
Farol–LED
Pneu dianteiro–120/70-15 M/C 56P
Pneu traseiro–140/70-14 M/C 68P

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para Citycom 300 ou XMAX 300

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Qual escolher: o resumo

Comparando ficha com ficha e a FIPE das duas, o resultado não é de goleada: cada uma ganha em alguns pontos.

  • A Dafra Citycom 300: preço menor.
  • A Yamaha XMAX 300: não leva vantagem clara nos números; vale pelo conjunto e pelo que você encontra perto de casa.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 278 cc na Dafra Citycom 300 contra 292 cc na Yamaha XMAX 300.

São 14 cc de diferença de cilindrada a favor da Yamaha XMAX 300. Se a diferença for pequena, ela quase não aparece na pilotagem e pode ser mais questão de projeto do que de desempenho. Se for grande, o motor maior tende a trabalhar com mais folga em estrada e carregado. Do outro lado, motor menor costuma ser mais simples de manter. Compare sempre com potência e torque.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Neste ponto, as duas estão praticamente empatadas. A diferença nos números é tão pequena que você não vai senti-la na pilotagem nem no bolso. Quando isso acontece, a decisão passa para o que a ficha técnica não mostra: posição de pilotagem, conforto do banco, rede de oficinas na sua cidade e o preço que você consegue negociar.

Segurança: ABS, CBS e freios

Nos freios, a Dafra Citycom 300 usa freio disco na frente, disco atrás; a Yamaha XMAX 300, freio disco na frente, disco atrás, ABS.

Os conjuntos de freio se equivalem na ficha, então este item não desempata.

Preço FIPE e revenda

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Citycom S 300i 2024 vale R$ 21.561 e a XMAX 300 Connected 2027, R$ 36.885.

A Dafra Citycom 300 sai 42% mais barata na FIPE. Essa diferença pode ficar no seu bolso ou virar equipamento de segurança, documentação e primeira revisão. Do outro lado, a Yamaha XMAX 300 pode justificar o preço maior com motor, freio ou conforto que pesam no seu uso. Compare o que cada uma entrega e pense no custo de manter, que acompanha a moto por anos.

Manutenção e peças

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Dafra Citycom 300 ou Yamaha XMAX 300: como decidir

    Não existe moto melhor em tudo, e a Dafra Citycom 300 e a Yamaha XMAX 300 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.

    • Cote o seguro antes. Não deixe para cotar o seguro depois da compra. Modelos muito procurados no mercado de usadas costumam ser também os mais visados, e isso aparece no preço da apólice. Peça orçamento das duas com os mesmos dados e compare a franquia, não só o valor anual. Se a moto vai ficar na rua, considere também trava, alarme ou rastreador no orçamento.
    • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a essa parte da tabela.
    • Sua altura e seu peso. O corpo do piloto muda a comparação. Quem é mais baixo deve dar atenção à altura e à largura do banco e ao peso da moto, porque apoiar os pés no chão com segurança vale mais que qualquer número de desempenho. Quem é alto deve ver se cabe sem os joelhos apertados. Pilotos mais pesados sentem mais a falta de torque e de suspensão firme.
    • Oficina e peças na sua cidade. Uma moto ótima vira dor de cabeça se a peça demora semanas para chegar. Antes de decidir, veja onde ficam as concessionárias das duas marcas, se as lojas de peças do seu bairro trabalham com os dois modelos e se os mecânicos que você conhece têm experiência com eles. Em cidades menores, essa diferença pode pesar mais do que qualquer item da ficha técnica.
    • Se o uso é cidade todo dia. No trânsito urbano, o que mais conta é agilidade, peso baixo, freio confiável e conforto no anda e para. Potência e velocidade máxima importam pouco quando você mal passa da terceira marcha. Veja qual das duas é mais fácil de manobrar no corredor, de estacionar e de segurar no semáforo. Espelhos, raio de giro e embreagem leve também fazem diferença ao longo do dia.
    • Pense na revenda. Se você costuma trocar de moto em poucos anos, a revenda pesa quase tanto quanto o preço de compra. A moto mais procurada vende mais rápido e com menos desconto. O histórico de desvalorização na FIPE que aparece nesta página dá uma boa pista. Olhe também os anúncios de usadas das duas: quantas estão à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.
    • Roda pequena e buraco. Scooters usam rodas menores que as motos, e o tamanho muda de modelo para modelo. Roda pequena deixa a scooter ágil e fácil de manobrar, mas sente mais buraco, tampa de bueiro e lombada mal feita. Se a sua cidade tem asfalto ruim, compare o aro das duas, principalmente o da frente: a roda maior passa pelas imperfeições com mais estabilidade e menos sustos.
    • Espaço sob o banco. Numa scooter, o compartimento sob o banco é um dos itens mais usados no dia a dia. Veja se cabe o seu capacete, e não só um capacete qualquer: modelos maiores, como os articulados, nem sempre entram. Repare também se há porta-objetos na frente, tomada para celular e gancho para sacola. Leve o seu capacete ao test-ride e faça a prova nas duas.
    • Custo de manutenção. Duas motos com preço parecido na loja podem ter custos bem diferentes depois. Compare o intervalo das revisões no manual, o preço das peças de desgaste e a necessidade de serviço especializado. As medidas de pneus e de peças que aparecem nesta página ajudam a ter uma ideia. Somando alguns anos de uso, a moto mais barata de manter às vezes compensa uma diferença de preço na compra.

    Outras comparações

    Também comparamos:

    Perguntas frequentes

    Qual é mais barata, Citycom 300 ou XMAX 300?

    Na FIPE de outubro de 2026, a Citycom S 300i 2024, com R$ 21.561. A outra sai por R$ 36.885.

    Qual das duas é melhor para levar garupa?

    A melhor para garupa é a que tem banco traseiro espaçoso, pedaleiras bem posicionadas e motor com força em baixa. Compare torque e freios nesta página e, na loja, peça para o garupa sentar nas duas. Suspensão traseira com ajuste de pré-carga também ajuda quando a moto anda sempre com duas pessoas.

    Qual das duas é melhor para iniciante?

    Para quem está começando, contam mais peso baixo, banco que permita apoiar os pés no chão, motor com resposta suave e freios com ABS ou CBS. Potência demais atrapalha mais do que ajuda. Compare esses itens na tabela desta página e faça o test-ride das duas: a que transmite mais confiança nas manobras costuma ser a melhor escolha.

    Qual das duas anda mais?

    Olhe potência, torque e relação peso/potência na tabela desta página: esses três números juntos dizem mais do que cada um sozinho. A relação peso/potência é o melhor indicador de aceleração. Lembre que desempenho também depende do câmbio e do piloto, e que, no trânsito da cidade, diferenças pequenas quase não aparecem.

    Qual das duas desvaloriza menos?

    Olhe a desvalorização na FIPE mostrada nesta comparação: ela indica qual das duas segurou melhor o preço no passado. Na prática, a revenda de cada unidade depende também de manutenção comprovada, ausência de quedas e documentação em dia. Uma moto bem cuidada vende melhor, seja qual for o modelo.

    Qual das duas custa menos para manter?

    Veja nesta página quais medidas de peças as duas compartilham: nesses itens, o custo tende a ser parecido. Para o resto, peça orçamento numa loja de peças dos itens que mais gastam, como pastilha, pneu, filtro e kit de transmissão ou correia. Mecânica mais simples e modelos muito vendidos costumam ter reposição mais barata e fácil de achar.

    Qual das duas é mais cara de segurar?

    Só a cotação responde. Modelos parecidos podem ter seguros bem diferentes por causa do índice de roubo, do preço de mercado e do custo das peças. Faça a simulação das duas antes de comprar, com o endereço onde a moto vai dormir, e inclua esse valor no custo anual de cada uma.

    Vale mais a pena a mais simples zero ou a mais completa usada?

    As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

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