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Dafra Citycom 300

3 versões vendidas no Brasil de 2011 a 2024. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Citycom 300

Lojas e oficinas para a Dafra Citycom 300

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Peças e calibragem da Citycom 300

Cada página junta todas as versões e anos da Citycom 300 numa tabela, com o guia da peça.

Compare a Citycom 300 com

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Citycom HD 300i2020–2024 em conferência em conferência
Citycom S 300i2017–2024 em conferência em conferência
Citycom 300i2011–2016 em conferência 140/70-16 65P

A Dafra Citycom 300 em números

São 3 versões da Citycom 300 no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2011 a 2024. A cilindrada vai de 264 a 278 cc, no estilo scooter.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Citycom 300i (2016, R$ 12.384) e a mais cara, a Citycom HD 300i (2024, R$ 22.448).

Linha do tempo da Citycom 300

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Citycom 300 evoluiu e o que mudou em cada fase.

  • Citycom 300i 2011–2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT), 23 cv (16,9 kW) a 7.500 rpm.
  • Citycom S 300i 2017–2024. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Citycom HD 300i 2020–2024. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).

Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.

Qual versão da Citycom 300 escolher

As versões da Citycom 300 partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.

  • Cilindradas diferentes no mesmo modelo. Mais cilindrada não é sempre melhor; é melhor para certos usos. A versão de motor maior anda com mais folga em velocidade de estrada e sofre menos carregada, o que também cansa menos o piloto. A de motor menor faz o mesmo trabalho na cidade, gasta menos e tem reposição mais barata. Se você raramente sai do perímetro urbano, a menor resolve. Se viaja ou mora em região de morro, a maior vale o que custa a mais. Na Citycom 300: 278 cc: Citycom HD 300i, Citycom S 300i; 264 cc: Citycom 300i.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
  • Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios continuam publicados.
  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.

O que esperar da Citycom 300 com o tempo

Uma scooter por vários anos exige atenção a um conjunto específico: a transmissão automática. Correia, roletes e embreagem centrífuga têm troca periódica, e nem toda oficina de bairro tem prática com eles, então vale ter um mecânico que conheça o sistema. Fora isso, a manutenção é simples. Carenagens são muitas e caras de repor depois de um tombo. O seguro varia bastante conforme a cilindrada e o interesse dos ladrões pelo modelo, e scooters urbanas estão entre as visadas. Na revenda, a Citycom 300 encontra compradores que querem conforto no trânsito, e o estado das carenagens pesa muito no preço final.

Comprar a Citycom 300 zero ou usada

Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Citycom 300 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.

  • Versão de linha atual ou anterior. Comprar a versão que acabou de sair dá acesso às novidades, mas também ao preço mais alto e, às vezes, a ajustes que o fabricante só faz depois dos primeiros lotes. A versão anterior é conhecida, tem peças e mecânicos acostumados e costuma ser oferecida com desconto. Se as mudanças não fazem diferença para você, a de linha anterior pode ser a melhor compra.
  • O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
  • Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Citycom 300 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
  • Financiamento ou à vista. Financiar a Citycom 300 resolve a falta de dinheiro agora, mas cobra por isso ao longo dos meses. Olhe sempre o custo efetivo total, que soma juros, tarifas e seguros embutidos, e não só o valor da parcela. Pagar à vista dá poder de negociação e evita compromissos longos. Se a parcela aperta o orçamento, uma versão mais simples ou uma seminova podem ser a saída.
  • Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
  • Seminova: o meio-termo. Uma Citycom 300 com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.

Perguntas frequentes

Quantas versões a Citycom 300 teve?

No catálogo são 3: Citycom HD 300i, Citycom S 300i, Citycom 300i.

Qual a Citycom 300 mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Citycom 300i 2016, com R$ 12.384.

Qual geração da Citycom 300 comprar?

Não existe uma resposta certa para todos. Quem quer tecnologia atual e reposição garantida deve olhar as fases mais recentes; quem quer gastar menos pode ficar bem com uma anterior em bom estado. Compare as mudanças entre as gerações e, dentro da escolhida, priorize a unidade mais bem cuidada.

Qual versão da Citycom 300 desvaloriza menos?

A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.

Peças de uma geração servem na outra?

Não dá para presumir. Mesmo quando a peça parece igual, um furo de fixação, um conector ou uma medida podem ser diferentes. Peça ao vendedor que confira a compatibilidade pelo código da peça original ou pelo chassi da sua moto. É a forma mais segura de evitar devolução.

A versão mais completa da Citycom 300 vale a pena?

Compensa se você vai aproveitar o que ela tem a mais e se o orçamento de manutenção acompanha. Itens de segurança costumam valer o investimento para quem roda muito. Conveniências e acabamento são questão de gosto. Para muitos usos, uma versão intermediária oferece o melhor equilíbrio.

Vale mais a pena comprar a Citycom 300 nova ou usada?

Depende do tempo que você pretende ficar com a moto e do orçamento. A nova oferece garantia e histórico conhecido; a seminova evita a maior parte da desvalorização inicial; a usada mais antiga custa menos, mas pode ter menos atualizações. Compare as opções pelo custo total, não só pelo preço.

É difícil encontrar peças da Citycom 300?

A disponibilidade depende da popularidade do modelo na sua região, da geração e da peça em si. Itens de desgaste costumam ser os mais fáceis; peças de acabamento e de gerações antigas, os mais difíceis. Antes de comprar a moto, consulte uma loja de peças e uma oficina perto de você sobre os itens que mais se trocam.