Dafra Citycom 300 ou Yamaha XMAX 250?
As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.
Ficha lado a lado
| Citycom 300 | XMAX 250 | |
|---|---|---|
| Versão comparada | Citycom S 300i 2017–2024 | XMAX 250 ABS 2020–2025 |
| Preço FIPE | R$ 21.561 (2024) (vantagem) | R$ 32.520 (2025) |
| Cilindrada | 278 cc (vantagem) | 249 cc |
| Peso | – | 183 kg |
| Tanque | – | 13 L |
| Altura do banco | – | 795 mm |
| Combustível | Gasolina | Gasolina |
| Refrigeração | Líquida | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) | Automático (CVT) |
| Transmissão final | Correia | Correia |
| Freio dianteiro | Disco | Disco |
| Freio traseiro | Disco | Disco |
| ABS | – | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não | Não |
| Rodas | Liga leve | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não | Não |
| Farol | – | LED |
| Bateria | – | 12V 7Ah (GTZ8V) |
| Pneu dianteiro | – | 120/70-15 M/C 56P |
| Pneu traseiro | – | 140/70-14 M/C 68P |
| Óleo | – | SAE 10W-40 API SG JASO MA | 1,50 L na troca; 1,60 L com troca do filtro |
| Calibragem | – | dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa) |
Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.
Lojas e oficinas para Citycom 300 ou XMAX 250
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para Citycom 300 ou XMAX 250. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaCitycom 300 ou XMAX 250: o resumo
A Dafra Citycom 300 e a Yamaha XMAX 250 disputam o mesmo comprador. Pelos números das fichas e da FIPE, cada uma leva vantagem em pontos diferentes:
- A Dafra Citycom 300: preço menor.
- A Yamaha XMAX 250: empata ou fica atrás nos números da ficha; a escolha por ela passa por gosto, rede de oficinas e oferta na sua cidade.
Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.
Potência, torque e motor
Na cilindrada, são 278 cc na Dafra Citycom 300 contra 249 cc na Yamaha XMAX 250.
Com 29 cc a mais, o motor da Dafra Citycom 300 é maior que o da Yamaha XMAX 250. Isso costuma se traduzir em mais fôlego, mas depende de como cada motor foi ajustado: há motores menores que entregam números parecidos. Por isso, use a cilindrada como pista e confira potência, torque e relação peso/potência na tabela. Para uso só urbano, alguns centímetros cúbicos a mais raramente fazem diferença.
Conforto, peso e autonomia
Os números quase não mudam de uma para a outra, e uma diferença desse tamanho some no uso real, entre variação de peso do piloto, calibragem do pneu e estado da moto. Considere um empate técnico. Melhor gastar a atenção com o que realmente separa as duas: o test-ride, o custo de manter e o que cada uma oferece de equipamento.
Como as duas freiam
Nos freios, a Dafra Citycom 300 usa freio disco na frente, disco atrás; a Yamaha XMAX 250, freio disco na frente, disco atrás, ABS.
Os conjuntos de freio se equivalem na ficha, então este item não desempata.
Preço e desvalorização
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Citycom S 300i 2024 vale R$ 21.561 e a XMAX 250 ABS 2025, R$ 32.520.
Na média de mercado medida pela FIPE, a Dafra Citycom 300 vale 34% menos que a Yamaha XMAX 250. Para quem tem orçamento apertado, isso pode decidir a compra. Só não esqueça que o preço de compra é uma parte da conta: seguro, peças e revisões também entram. E, na hora de comprar usada, uma unidade bem cuidada pode valer mais do que a tabela indica.
Na desvalorização pela FIPE (mesma versão, ano mais novo contra um mais antigo): 17% na Dafra Citycom 300 (2024 para 2021) e 21% na Yamaha XMAX 250 (2025 para 2022).
Peças de troca: as medidas de cada uma
As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:
Como escolher entre a Dafra Citycom 300 e a Yamaha XMAX 250
Não existe moto melhor em tudo, e a Dafra Citycom 300 e a Yamaha XMAX 250 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.
- Espaço sob o banco. Guardar o capacete e as compras sem baú é uma das grandes vantagens da scooter, mas o espaço sob o banco varia muito de modelo para modelo. Abra o banco das duas e teste com o que você costuma carregar: capacete, capa de chuva, mochila pequena. Um compartimento que não serve para você tira metade da graça de ter uma scooter.
- Equipamentos que você vai usar. Toda moto traz alguma coisa que a outra não tem. A pergunta é se você vai usar. Separe o que é segurança, como ABS ou freio a disco, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência, como painel completo, tomada USB ou porta-objetos. Pagar a mais por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher errado.
- Oficina e peças na sua cidade. Pergunte em duas ou três lojas de peças se elas têm em estoque os itens de desgaste de cada moto, como pastilha, filtro e kit de transmissão. Depois, veja qual concessionária ou oficina especializada fica mais perto. Rede de atendimento próxima significa revisão sem viagem e conserto mais rápido. Quem mora longe das capitais deve dar peso extra a esse ponto.
- Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a essa parte da tabela.
- Garupa frequente. Se você leva alguém com frequência, a comparação muda. O banco de trás, as pedaleiras do garupa e as alças fazem diferença no conforto de quem vai atrás. Para quem pilota, torque e freios ganham peso, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Leve a pessoa que costuma ir junto para sentar nas duas antes de decidir.
- Assoalho plano ou túnel central. Algumas scooters têm assoalho plano, onde dá para apoiar uma sacola ou uma caixa entre as pernas e subir com mais facilidade, sem passar a perna por cima. Outras têm um túnel central que dá mais rigidez ao quadro e às vezes abriga o tanque, mas tira esse espaço. Se você carrega coisas no dia a dia ou pilota de saia ou roupa social, o assoalho plano faz diferença.
- Faça o test-ride das duas. Se puder, pilote as duas no mesmo dia e, de preferência, no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas na tabela ficam evidentes em poucos minutos. Passe por uma lombada, faça uma frenagem firme em local seguro, manobre em baixa velocidade e repare em como o corpo se sente no fim. Muitas concessionárias oferecem test-ride; nas usadas, combine com o vendedor.
- Roda pequena e buraco. Em rua esburacada, cada polegada de roda conta. A scooter de aro maior absorve melhor os defeitos do piso e transmite mais segurança em velocidade; a de aro menor é mais esperta no trânsito, mas pede mais atenção a buracos. Veja na tabela a medida dos pneus das duas e, se possível, faça o test-ride numa rua cheia de imperfeições.
Outras comparações
Também comparamos:
Perguntas frequentes
Qual é mais barata, Citycom 300 ou XMAX 250?
Na FIPE de outubro de 2026, a Citycom S 300i 2024, com R$ 21.561. A outra sai por R$ 32.520.
Em qual das duas o garupa vai mais confortável?
Para o garupa, contam o tamanho do banco de trás, a posição das pedaleiras e a existência de alças. Para quem pilota, torque e freio pesam mais, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Veja esses itens na tabela desta página e, se possível, leve quem costuma ir junto para sentar nas duas.
Vale pagar mais pela versão com ABS?
Na maioria dos casos, compensa. O sistema mantém a moto controlável quando o freio é apertado demais, que é exatamente o que acontece numa emergência. A diferença de preço se paga no dia em que você precisa dela. Se o orçamento for muito apertado, considere uma usada com ABS antes de abrir mão do item.
Qual das duas é melhor para quem é baixo?
A altura do banco das duas está na tabela desta página, mas o número não conta tudo. Banco largo afasta as pernas e faz você alcançar menos o chão; banco estreito ajuda. O peso da moto também importa, porque segurar uma moto pesada na ponta dos pés é difícil. Sente nas duas e veja em qual você apoia os pés com firmeza.
É melhor comprar a mais barata nova ou a mais cara seminova?
Depende do estado da usada e do que você valoriza. A zero traz garantia e nenhuma surpresa; a usada mais completa pode oferecer motor ou equipamento melhor pelo mesmo dinheiro, mas pede vistoria cuidadosa e histórico de revisões. Compare o preço FIPE das duas nesta página com os anúncios reais e leve um mecânico de confiança para avaliar a usada.
Qual das duas é melhor para delivery?
Para trabalho, pesam consumo, robustez, partida elétrica, peças baratas e oficina perto. Veja na comparação desta página o peso, o tipo de alimentação, a partida e as peças que as duas compartilham. Converse também com entregadores que usam cada modelo: eles sabem bem como a moto se comporta depois de muitos quilômetros.
Vale a pena pagar mais pela mais potente?
Depende do seu uso. Para quem roda em rodovia ou leva garupa com frequência, a sobra de potência dá segurança nas ultrapassagens e cansa menos. Para quem só roda na cidade, raramente compensa. Olhe também o peso: a relação peso/potência, mostrada nesta página, diz mais sobre o desempenho do que a potência sozinha.
Qual das duas dá menos problema?
Confiabilidade depende muito de como a moto é usada e mantida. Uma moto com revisões em dia tende a dar poucos problemas, enquanto uma maltratada falha cedo, qualquer que seja o modelo. Para comparar as duas, pergunte a mecânicos da sua cidade quais defeitos aparecem em cada uma e leia relatos de donos com bastante quilometragem.