tudo de moto

Dafra Citycom 300 ou Dafra Cruisym 300?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Citycom 300Cruisym 300
Versão comparadaCitycom S 300i 2017–2024Cruisym 300 2023–2027
Preço FIPER$ 21.561 (2024) (vantagem)R$ 31.365 (2027)
Cilindrada278 cc278 cc
Potência–27 cv
Torque–2,79 kgf.m a 6.750 rpm (2023) / 2,67 kgf.m a 6.750 rpm (ficha 2025)
Peso–179 kg
Tanque–12 L
Altura do banco–760 mm
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiroDiscoDisco
Freio combinado (CBS)Não–
RodasLiga leveLiga leve
Pneus com câmaraNãoNão

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para Citycom 300 ou Cruisym 300

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para Citycom 300 ou Cruisym 300. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Qual escolher: o resumo

A Dafra Citycom 300 e a Dafra Cruisym 300 disputam o mesmo comprador. Pelos números das fichas e da FIPE, cada uma leva vantagem em pontos diferentes:

  • A Dafra Citycom 300: preço menor.
  • A Dafra Cruisym 300: empata ou fica atrás nos números da ficha; a escolha por ela passa por gosto, rede de oficinas e oferta na sua cidade.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 278 cc na Dafra Citycom 300 contra 278 cc na Dafra Cruisym 300.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Os números quase não mudam de uma para a outra, e uma diferença desse tamanho some no uso real, entre variação de peso do piloto, calibragem do pneu e estado da moto. Considere um empate técnico. Melhor gastar a atenção com o que realmente separa as duas: o test-ride, o custo de manter e o que cada uma oferece de equipamento.

Como as duas freiam

Nos freios, a Dafra Citycom 300 usa freio disco na frente, disco atrás; a Dafra Cruisym 300, freio disco na frente, disco atrás.

Os conjuntos de freio se equivalem na ficha, então este item não desempata.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Citycom S 300i 2024 vale R$ 21.561 e a Cruisym 300 2027, R$ 31.365.

Na média de mercado medida pela FIPE, a Dafra Citycom 300 vale 31% menos que a Dafra Cruisym 300. Para quem tem orçamento apertado, isso pode decidir a compra. Só não esqueça que o preço de compra é uma parte da conta: seguro, peças e revisões também entram. E, na hora de comprar usada, uma unidade bem cuidada pode valer mais do que a tabela indica.

Na desvalorização pela FIPE (mesma versão, ano mais novo contra um mais antigo): 17% na Dafra Citycom 300 (2024 para 2021) e 16% na Dafra Cruisym 300 (2027 para 2024).

Peças de troca: as medidas de cada uma

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Como escolher entre a Dafra Citycom 300 e a Dafra Cruisym 300

    Comparar duas motos parecidas é decidir quais diferenças valem para você. Potência a mais não ajuda quem só roda em rua plana; banco baixo não faz falta para quem é alto. Antes de bater o martelo entre a Dafra Citycom 300 e a Dafra Cruisym 300, passe por estas perguntas: elas transformam números de ficha em critérios práticos.

    • Espaço sob o banco. Guardar o capacete e as compras sem baú é uma das grandes vantagens da scooter, mas o espaço sob o banco varia muito de modelo para modelo. Abra o banco das duas e teste com o que você costuma carregar: capacete, capa de chuva, mochila pequena. Um compartimento que não serve para você perde boa parte do sentido de ter uma scooter.
    • Consumo no seu uso. Para quem roda pouco, a diferença de consumo entre duas motos parecidas mal aparece no fim do mês. Para quem roda muito, como quem trabalha com a moto, ela se acumula. Peso, cilindrada, tipo de alimentação e até a calibragem dos pneus influenciam. Converse com quem já tem cada uma e desconfie de números bons demais: o seu jeito de pilotar manda mais.
    • Se a moto vai pegar estrada. Se a moto vai pegar rodovia com frequência, potência e torque passam a importar de verdade, porque ditam a folga nas ultrapassagens e o esforço do motor em velocidade constante. Tanque maior, banco confortável, proteção contra o vento e freios fortes completam a lista. Uma moto que anda bem na cidade pode se mostrar cansativa depois de uma hora de estrada, e o contrário também acontece.
    • Cote o seguro antes. O valor do seguro depende do preço da moto, do seu perfil e, muito, do quanto o modelo é visado por ladrões na sua região. Por isso, duas motos parecidas podem ter cotações bem diferentes. Faça a cotação das duas antes de comprar, com o seu CEP e o local onde a moto vai dormir. Esse valor entra no custo anual e pode mudar a escolha.
    • Se a moto é para trabalhar. Moto de trabalho é ferramenta, e ferramenta parada dá prejuízo. Antes de escolher, pense no custo por quilômetro, na rapidez para conseguir peça e oficina e no conforto depois de um dia inteiro em cima dela. Bagageiro, suporte para baú e facilidade para levar carga entram na conta. Entre duas motos parecidas, a mais simples de manter tende a sair na frente.
    • Garupa frequente. Se você leva alguém com frequência, a comparação muda. O banco de trás, as pedaleiras do garupa e as alças fazem diferença no conforto de quem vai atrás. Para quem pilota, torque e freios ganham peso, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Leve a pessoa que costuma ir junto para sentar nas duas antes de decidir.
    • Sua altura e seu peso. Sente nas duas, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se só a ponta dos pés alcança o chão, a moto vai exigir mais atenção em cada parada. Se as pernas ficam dobradas demais, a viagem cansa. O seu peso também conta: quanto mais carga, mais importam torque, freio e regulagem da suspensão. A tabela ajuda, mas o teste sentado decide.
    • Roda pequena e buraco. Scooters usam rodas menores que as motos, e o tamanho muda de modelo para modelo. Roda pequena deixa a scooter ágil e fácil de manobrar, mas sente mais buraco, tampa de bueiro e lombada mal feita. Se a sua cidade tem asfalto ruim, compare o aro das duas, principalmente o da frente: a roda maior passa pelas imperfeições com mais estabilidade e menos sustos.
    • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a esses itens da comparação.

    Outras comparações

    Também comparamos:

    Perguntas frequentes

    Qual é mais barata, Citycom 300 ou Cruisym 300?

    Na FIPE de outubro de 2026, a Citycom S 300i 2024, com R$ 21.561. A outra sai por R$ 31.365.

    Qual das duas desvaloriza menos?

    Esta página mostra quanto cada uma perdeu de valor na tabela FIPE ao longo dos anos, e esse histórico é a melhor referência disponível. Ele não garante o futuro: estado de conservação, quilometragem e procura na sua região também pesam. Modelos muito procurados costumam vender mais rápido e com menos desconto.

    Qual das duas é melhor para quem é baixo?

    Confira a altura do banco nesta página e depois sente nas duas: largura do assento, suspensão e peso mudam a sensação. Para quem é mais baixo, apoiar os dois pés no chão com segurança vale mais que desempenho. Algumas motos aceitam banco rebaixado ou ajuste de suspensão, algo que vale perguntar na concessionária.

    Qual das duas é melhor para trabalhar com entregas?

    Moto de entrega precisa ficar pouco tempo parada e gastar pouco. Compare nesta página a partida, a alimentação, o tanque e as medidas das peças de desgaste. Depois, pergunte em lojas da sua região o preço e a disponibilidade dessas peças. A moto que volta mais rápido da oficina costuma ser a melhor ferramenta de trabalho.

    É melhor comprar a mais barata nova ou a mais cara seminova?

    As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

    Qual das duas é melhor para estrada?

    A melhor para viajar é a que combina fôlego, autonomia e conforto. Compare nesta página o motor, o tanque e os freios das duas, e depois pense na posição de pilotagem e no banco depois de uma hora rodando. Se você viaja com garupa e bagagem, dê ainda mais peso ao torque.

    Qual das duas dá menos problema?

    Não dá para cravar sem conhecer o histórico de cada unidade. O que mais pesa é a manutenção: óleo trocado no prazo, revisões feitas e uso adequado. Uma boa pista é conversar com mecânicos que atendem os dois modelos e com quem já tem cada um há alguns anos. Mecânica mais simples também costuma ter menos itens para falhar.

    Qual das duas custa menos para manter?

    Veja nesta página quais medidas de peças as duas compartilham: nesses itens, o custo tende a ser parecido. Para o resto, peça orçamento numa loja de peças dos itens que mais gastam, como pastilha, pneu, filtro e kit de transmissão ou correia. Mecânica mais simples e modelos muito vendidos costumam ter reposição mais barata e fácil de achar.

    Todas as comparações