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Dafra ADXTG 300 ou Yamaha XMAX 250?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

ADXTG 300XMAX 250
Versão comparadaADXTG 300 2027XMAX 250 ABS 2020–2025
Preço FIPER$ 31.344 (2027) (vantagem)R$ 32.520 (2025)
Cilindrada300 cc (vantagem)249 cc
Potência26 cv–
Torque2,65 kgf.m a 6.000 rpm–
Peso188 kg183 kg (vantagem)
Tanque16 L (vantagem)13 L
Altura do banco790 mm795 mm
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiro–Disco
Freio traseiro–Disco
ABS–Sim
Freio combinado (CBS)–Não
Rodas–Liga leve
Pneus com câmara–Não
Farol–LED
Bateria–12V 7Ah (GTZ8V)
Pneu dianteiro–120/70-15 M/C 56P
Pneu traseiro–140/70-14 M/C 68P
Óleo–SAE 10W-40 API SG JASO MA | 1,50 L na troca; 1,60 L com troca do filtro
Calibragem–dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi (só piloto e com garupa)

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para ADXTG 300 ou XMAX 250

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Qual escolher: o resumo

Comparando ficha com ficha e a FIPE das duas, o resultado não é de goleada: cada uma ganha em alguns pontos.

  • A Dafra ADXTG 300: tanque maior, preço menor.
  • A Yamaha XMAX 250: menos peso.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Quem anda mais

Na cilindrada, são 300 cc na Dafra ADXTG 300 contra 249 cc na Yamaha XMAX 250.

São 51 cc de diferença de cilindrada a favor da Dafra ADXTG 300. Se a diferença for pequena, ela quase não aparece na pilotagem e pode ser mais questão de projeto do que de desempenho. Se for grande, o motor maior tende a trabalhar com mais folga em estrada e carregado. Do outro lado, motor menor costuma ser mais simples de manter. Compare sempre com potência e torque.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Pelas fichas, a Dafra ADXTG 300 pesa 188 kg e a Yamaha XMAX 250, 183 kg; o banco fica a 790 mm do chão na Dafra ADXTG 300 e a 795 mm na Yamaha XMAX 250; os tanques levam 16,0 e 13,0 litros.

Com 5 kg a menos na balança, a Yamaha XMAX 250 exige menos esforço em tudo o que você faz com as mãos e as pernas: estacionar, girar a moto no lugar, segurar no semáforo com o pé no chão. Isso pesa mais para quem roda na cidade todos os dias. Na estrada, a Dafra ADXTG 300 pode até parecer mais assentada. Teste as duas paradas antes de decidir.

O tanque da Dafra ADXTG 300 leva 3,0 litros a mais. Isso não muda o consumo, mas aumenta a distância entre um abastecimento e outro. Na cidade, significa menos paradas no posto ao longo do mês. Na estrada, em regiões com postos distantes, dá mais tranquilidade. Para saber a autonomia real, combine o tamanho do tanque com o consumo de cada moto no seu uso.

Segurança: ABS, CBS e freios

Freios: conforme a ficha na Dafra ADXTG 300, e freio disco na frente, disco atrás, ABS na Yamaha XMAX 250.

Nesse ponto, as duas estão no mesmo nível pela ficha: a escolha não precisa passar pelos freios.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 300 2027 vale R$ 31.344 e a XMAX 250 ABS 2025, R$ 32.520.

Pela tabela FIPE, a Dafra ADXTG 300 custa 4% menos que a Yamaha XMAX 250. É uma referência de mercado, não o preço final: na loja ou no anúncio, estado, quilometragem e negociação mudam o valor. Antes de decidir só pelo preço, veja o que a Yamaha XMAX 250 oferece a mais e se você vai usar isso de fato. Às vezes a diferença paga um item que faz falta; às vezes, não.

Manutenção e peças

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Dafra ADXTG 300 ou Yamaha XMAX 250: como decidir

    Na tabela, cada moto ganha em alguns pontos e perde em outros. A escolha certa entre a Dafra ADXTG 300 e a Yamaha XMAX 250 depende menos de quem vence mais itens e mais de quais itens importam para o seu uso. Os pontos abaixo ajudam a colocar cada diferença no lugar certo, do test-ride ao custo de ter a moto por alguns anos.

    • Sua altura e seu peso. Sente nas duas, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se só a ponta dos pés alcança o chão, a moto vai exigir mais atenção em cada parada. Se as pernas ficam dobradas demais, a viagem cansa. O seu peso também conta: quanto mais carga, mais importam torque, freio e regulagem da suspensão. A tabela ajuda, mas o teste parado resolve.
    • Custo de manutenção. O preço de compra é só o começo. Ao longo dos anos, pesam revisões, pneus, freios, kit de transmissão ou correia, filtros e óleo. Motos com mais tecnologia carregam mais componentes para manter, e algumas peças pedem oficina com equipamento. Antes de decidir, peça numa loja e numa oficina de confiança o preço dos itens que mais gastam em cada uma. A diferença pode surpreender.
    • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a esses itens da comparação.
    • Se a moto vai pegar estrada. Se a moto vai pegar rodovia com frequência, potência e torque passam a importar de verdade, porque ditam a folga nas ultrapassagens e o esforço do motor em velocidade constante. Tanque maior, banco confortável, proteção contra o vento e freios fortes completam a lista. Uma moto que anda bem na cidade pode se mostrar cansativa depois de uma hora de estrada, e o contrário também acontece.
    • Pense na revenda. Se você costuma trocar de moto em poucos anos, a revenda pesa quase tanto quanto o preço de compra. A moto mais procurada vende mais rápido e com menos desconto. O histórico de desvalorização na FIPE que aparece nesta página dá uma boa pista. Olhe também os anúncios de usadas das duas: quantas estão à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.
    • Garupa frequente. Se você leva alguém com frequência, a comparação muda. O banco de trás, as pedaleiras do garupa e as alças fazem diferença no conforto de quem vai atrás. Para quem pilota, torque e freios ganham peso, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Leve a pessoa que costuma ir junto para sentar nas duas antes de decidir.
    • Oficina e peças na sua cidade. Pergunte em duas ou três lojas de peças se elas têm em estoque os itens de desgaste de cada moto, como pastilha, filtro e kit de transmissão. Depois, veja qual concessionária ou oficina especializada fica mais perto. Rede de atendimento próxima significa revisão sem viagem e conserto mais rápido. Quem mora longe das capitais deve dar atenção especial a esse ponto.
    • Assoalho plano ou túnel central. Repare no piso das duas. Com assoalho plano, subir na scooter é simples e sobra espaço para carregar volumes leves aos pés. Com túnel central, a posição costuma ser mais parecida com a de uma moto, e o tanque ou o quadro ocupam esse espaço. Nenhum é melhor em tudo: depende de você precisar desse lugar extra para carga ou gostar mais da outra posição.

    Compare com outros modelos

    Outras comparações com estes modelos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 300 2027, com R$ 31.344. A outra sai por R$ 32.520.

    Qual roda mais com um tanque?

    Pela ficha, 16,0 litros na Dafra ADXTG 300 e 13,0 na Yamaha XMAX 250. A autonomia real depende do consumo, que muda com o uso.

    Qual das duas tem seguro mais barato?

    O valor do seguro depende do preço da moto, do seu perfil, do seu CEP e do quanto o modelo é visado por ladrões na sua região. Por isso, não dá para responder sem cotação. Peça orçamento das duas com os mesmos dados e compare também a franquia, não só o valor anual.

    A mais potente é sempre a melhor escolha?

    Depende do seu uso. Para quem roda em rodovia ou leva garupa com frequência, a sobra de potência dá segurança nas ultrapassagens e cansa menos. Para quem só roda na cidade, raramente compensa. Olhe também o peso: a relação peso/potência, mostrada nesta página, diz mais sobre o desempenho do que a potência sozinha.

    Qual das duas é melhor para delivery?

    Para trabalho, pesam consumo, robustez, partida elétrica, peças baratas e oficina perto. Veja na comparação desta página o peso, o tipo de alimentação, a partida e as peças que as duas compartilham. Converse também com entregadores que usam cada modelo: eles sabem bem como a moto se comporta depois de muitos quilômetros.

    Qual das duas é mais confiável?

    Não dá para cravar sem conhecer o histórico de cada unidade. O que mais pesa é a manutenção: óleo trocado no prazo, revisões feitas e uso adequado. Uma boa pista é conversar com mecânicos que atendem os dois modelos e com quem já tem cada um há alguns anos. Mecânica mais simples também costuma ter menos itens para falhar.

    O ABS compensa a diferença de preço?

    Para a maioria das pessoas, sim. O ABS evita que a roda trave numa frenagem forte, e isso faz diferença em piso molhado, com areia ou num susto no trânsito. Quem roda todo dia, leva garupa ou tem pouca experiência é quem mais aproveita. Quem roda pouco e devagar pode pesar a economia, mas a segurança costuma justificar o gasto.

    Qual das duas é melhor para quem é baixo?

    Confira a altura do banco nesta página e depois sente nas duas: largura do assento, suspensão e peso mudam a sensação. Para quem é mais baixo, apoiar os dois pés no chão com segurança vale mais que desempenho. Algumas motos aceitam banco rebaixado ou ajuste de suspensão, algo que vale perguntar na concessionária.

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