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Dafra ADXTG 150 ou Vespa VXL 150?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

ADXTG 150VXL 150
Versão comparadaADXTG 150 2026–2027VXL 150 2025
Preço FIPER$ 21.100 (2027) (vantagem)R$ 29.508 (2025)
Cilindrada150 cc150 cc
Potência14,7 cv–
Torque1,47 kgf.m a 6.000 rpm–
Peso140 kg–
Tanque15 L–
Altura do banco800 mm–
CombustívelGasolinaGasolina
Refrigeração–A ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica–
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiro–Disco
Freio traseiro–Tambor
Freio combinado (CBS)–Não
Rodas–Liga leve
Pneus com câmara–Não
Farol–Halógeno

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para ADXTG 150 ou VXL 150

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Qual escolher: o resumo

A Dafra ADXTG 150 e a Vespa VXL 150 disputam o mesmo comprador. Pelos números das fichas e da FIPE, cada uma leva vantagem em pontos diferentes:

  • A Dafra ADXTG 150: preço menor.
  • A Vespa VXL 150: empata ou fica atrás nos números da ficha; a escolha por ela passa por gosto, rede de oficinas e oferta na sua cidade.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Quem anda mais

Na cilindrada, são 150 cc na Dafra ADXTG 150 contra 150 cc na Vespa VXL 150.

Conforto, peso e autonomia

Neste ponto, as duas estão praticamente empatadas. A diferença nos números é tão pequena que você não vai senti-la na pilotagem nem no bolso. Quando isso acontece, a decisão passa para o que a ficha técnica não mostra: posição de pilotagem, conforto do banco, rede de oficinas na sua cidade e o preço que você consegue negociar.

Freios e segurança

Freios: conforme a ficha na Dafra ADXTG 150, e freio disco na frente, tambor atrás na Vespa VXL 150.

Os conjuntos de freio se equivalem na ficha, então este item não desempata.

Preço e desvalorização

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 150 2027 vale R$ 21.100 e a VXL 150 2025, R$ 29.508.

Pela tabela FIPE, a Dafra ADXTG 150 custa 28% menos que a Vespa VXL 150. É uma referência de mercado, não o preço final: na loja ou no anúncio, estado, quilometragem e negociação mudam o valor. Antes de decidir só pelo preço, veja o que a Vespa VXL 150 oferece a mais e se você vai usar isso de fato. Às vezes a diferença paga um item que faz falta; às vezes, não.

O que muda na manutenção

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Qual das duas é a certa para você

    Na tabela, cada moto ganha em alguns pontos e perde em outros. A escolha certa entre a Dafra ADXTG 150 e a Vespa VXL 150 depende menos de quem vence mais itens e mais de quais itens importam para o seu uso. Os pontos abaixo ajudam a colocar cada diferença no lugar certo, do test-ride ao custo de ter a moto por alguns anos.

    • Faça o test-ride das duas. Nada substitui rodar com as duas motos, uma em seguida da outra, com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça um percurso parecido com o seu dia a dia. Preste atenção no freio, na resposta do acelerador, no buraco e no peso nas manobras. Depois disso, a escolha em geral fica muito mais clara.
    • Terra, buraco e piso ruim. Se o seu caminho tem estrada de chão, buraco ou calçamento ruim, olhe com atenção suspensão, altura livre do solo, rodas e pneus. Rodas raiadas e pneus com câmara costumam aguentar melhor o castigo; suspensão com mais curso deixa a moto mais estável e protege as costas. Uma moto pensada para asfalto até passa pela terra, mas sofre mais e pede manutenção com mais frequência.
    • Consumo no seu uso. Consumo depende muito do jeito de pilotar, do trajeto e da manutenção, então números de propaganda servem só como referência. Em geral, motor menor e moto mais leve gastam menos, e injeção eletrônica ajuda a manter o gasto sob controle. Se você roda muito, pergunte a donos de cada modelo como está o consumo no uso real, de preferência num trajeto parecido com o seu.
    • Se a moto vai pegar estrada. Para viajar, pense na moto cheia: você, talvez garupa, bagagem e quilômetros seguidos. A que tem mais fôlego, mais autonomia e melhor posição para as costas costuma ser a escolha. Vale olhar também a disponibilidade de suportes para baú e alforjes. Na comparação, dê mais peso aos itens de estrada da tabela e menos aos que só aparecem na cidade.
    • Pense na revenda. Pense já na hora de vender. Modelos com muita procura encontram comprador rápido, enquanto modelos raros podem demorar, mesmo bem conservados. Itens que o mercado valoriza, como freio com ABS, ajudam na negociação. Use a desvalorização mostrada nesta comparação como referência e lembre que manutenção em dia e notas guardadas valem dinheiro na revenda.
    • Roda pequena e buraco. Scooters usam rodas menores que as motos, e o tamanho muda de modelo para modelo. Roda pequena deixa a scooter ágil e fácil de manobrar, mas sente mais buraco, tampa de bueiro e lombada mal feita. Se a sua cidade tem asfalto ruim, compare o aro das duas, principalmente o da frente: a roda maior passa pelas imperfeições com mais estabilidade e menos sustos.
    • Garupa frequente. Se você leva alguém com frequência, a comparação muda. O banco de trás, as pedaleiras do garupa e as alças fazem diferença no conforto de quem vai atrás. Para quem pilota, torque e freios ganham peso, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Leve a pessoa que costuma ir junto para sentar nas duas antes de decidir.
    • Equipamentos que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que seria só bom ter. Itens de segurança quase sempre entram na primeira. Conectividade, iluminação mais sofisticada e acabamento diferente podem ficar na segunda, dependendo do seu uso. Com as listas em mãos, fica fácil ver quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra só um visual diferente.
    • Oficina e peças na sua cidade. Uma moto ótima vira dor de cabeça se a peça demora semanas para chegar. Antes de decidir, veja onde ficam as concessionárias das duas marcas, se as lojas de peças do seu bairro trabalham com os dois modelos e se os mecânicos que você conhece têm experiência com eles. Em cidades menores, essa diferença pode pesar mais do que qualquer item da ficha técnica.

    Outras comparações

    Outras comparações com estes modelos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 150 2027, com R$ 21.100. A outra sai por R$ 29.508.

    Qual das duas é mais confiável?

    Confiabilidade depende muito de como a moto é usada e mantida. Uma moto com revisões em dia tende a dar poucos problemas, enquanto uma maltratada falha cedo, qualquer que seja o modelo. Para comparar as duas, pergunte a mecânicos da sua cidade quais defeitos aparecem em cada uma e leia relatos de donos com bastante quilometragem.

    Dá para usar peça de uma na outra?

    Esta página mostra as medidas de várias peças das duas, como pneus, lâmpadas e corrente, e indica onde elas coincidem. Medida igual ajuda a prever custo e disponibilidade, mas não garante que a peça encaixe na outra moto: fixação e formato podem mudar. Antes de comprar, confirme pelo código da peça para o modelo e o ano.

    Qual das duas gasta menos combustível?

    Não há resposta única, porque o consumo muda com o piloto, o trânsito e o estado da moto. Olhe na comparação desta página a cilindrada, o peso e o tipo de alimentação: esses itens dão uma boa pista. Lembre também que economia inclui peças e revisões, e não só o que se gasta no posto.

    A mais potente é sempre a melhor escolha?

    Não necessariamente. Potência a mais vale quando você vai usá-la: estrada, serra, garupa ou carga. Para trajetos curtos na cidade, a diferença quase não aparece e pode custar mais em compra, seguro e manutenção. Compare a diferença de potência mostrada nesta página com o seu uso real antes de pagar por ela.

    Qual das duas tem melhor revenda?

    Olhe a desvalorização na FIPE mostrada nesta comparação: ela indica qual das duas segurou melhor o preço no passado. Na prática, a revenda de cada unidade depende também de manutenção comprovada, ausência de quedas e documentação em dia. Uma moto bem cuidada vende melhor, seja qual for o modelo.

    Qual das duas é melhor para estrada?

    A melhor para viajar é a que combina fôlego, autonomia e conforto. Compare nesta página o motor, o tanque e os freios das duas, e depois pense na posição de pilotagem e no banco depois de uma hora rodando. Se você viaja com garupa e bagagem, dê ainda mais peso ao torque.

    Qual das duas tem seguro mais barato?

    O valor do seguro depende do preço da moto, do seu perfil, do seu CEP e do quanto o modelo é visado por ladrões na sua região. Por isso, não dá para responder sem cotação. Peça orçamento das duas com os mesmos dados e compare também a franquia, não só o valor anual.

    Vale mais a pena a mais simples zero ou a mais completa usada?

    As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

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