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Haojue DK 150 ou Shineray Worker 150?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

DK 150Worker 150
Versão comparadaDK 150 2018–2025Worker 150 2024
Preço FIPER$ 13.468 (2025)R$ 7.714 (2024) (vantagem)
Cilindrada149 cc150 cc (vantagem)
Potência11,3 cv (vantagem)8,5 cv
Torque1,16 kgf.m a 6.000 rpm10,2 N.m a 7.500 rpm
Peso135 kg–
Tanque12,5 L14 L (vantagem)
Altura do banco760 mm–
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoA arA ar
Alimentação–Carburador
PartidaElétricaElétrica e pedal
CâmbioManualManual
Transmissão finalCorrenteCorrente
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiroTamborTambor
ABSNãoNão
Freio combinado (CBS)SimSim
Farol–Halógeno
Bateria–12V 5Ah (selada)
Pneu dianteiro80/100-18 47P2.75-18
Pneu traseiro100/80-18 53P90/90-17
Óleo–SAE 20W-50 API SL/JASO MA | 0,9 L na troca
Calibragem–só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

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Onde cada uma leva vantagem

A Haojue DK 150 e a Shineray Worker 150 disputam o mesmo comprador. Pelos números das fichas e da FIPE, cada uma leva vantagem em pontos diferentes:

  • A Haojue DK 150: mais potência.
  • A Shineray Worker 150: tanque maior, preço menor.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Quem anda mais

Na cilindrada, são 149 cc na Haojue DK 150 contra 150 cc na Shineray Worker 150. Pela ficha do fabricante, a potência é de 11,27 cv a 8.000 rpm na Haojue DK 150 e de 8,5 cv a 7.500 rpm na Shineray Worker 150. O torque fica em 1,16 kgf.m a 6.000 rpm contra 10,2 N.m a 7.500 rpm.

São 2,8 cv de vantagem para a Haojue DK 150. Na prática, potência é o que define o fôlego em velocidade alta e a facilidade de retomar depois de reduzir. Para quem roda sozinho em ruas planas, a Shineray Worker 150 costuma entregar o suficiente. Para quem pega rodovia, serra ou leva alguém na garupa com frequência, a sobra da Haojue DK 150 deixa a pilotagem mais tranquila e menos cansativa.

Conforto, peso e autonomia

Pelas fichas, os tanques levam 12,5 e 14,0 litros.

O tanque da Shineray Worker 150 leva 1,5 litros a mais. Isso não muda o consumo, mas aumenta a distância entre um abastecimento e outro. Na cidade, significa menos paradas no posto ao longo do mês. Na estrada, em regiões com postos distantes, dá mais tranquilidade. Para saber a autonomia real, combine o tamanho do tanque com o consumo de cada moto no seu uso.

Segurança: ABS, CBS e freios

Nos freios, a Haojue DK 150 usa freio disco na frente, tambor atrás, CBS (frenagem combinada); a Shineray Worker 150, freio disco na frente, tambor atrás, CBS (frenagem combinada).

Nesse ponto, as duas estão no mesmo nível pela ficha: a escolha não precisa passar pelos freios.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a DK 150 2025 vale R$ 13.468 e a Worker 150 2024, R$ 7.714.

Na média de mercado medida pela FIPE, a Shineray Worker 150 vale 43% menos que a Haojue DK 150. Para quem tem orçamento apertado, isso pode decidir a compra. Só não esqueça que o preço de compra é uma parte da conta: seguro, peças e revisões também entram. E, na hora de comprar usada, uma unidade bem cuidada pode valer mais do que a tabela indica.

Peças de troca: as medidas de cada uma

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

Haojue DK 150 ou Shineray Worker 150: como decidir

Na tabela, cada moto ganha em alguns pontos e perde em outros. A escolha certa entre a Haojue DK 150 e a Shineray Worker 150 depende menos de quem vence mais itens e mais de quais itens importam para o seu uso. Os pontos abaixo ajudam a colocar cada diferença no lugar certo, do test-ride ao custo de ter a moto por alguns anos.

  • O que vem junto na street. Duas streets parecidas costumam se separar pelo que vem junto: freio dianteiro, ABS ou CBS, partida elétrica, roda de liga e painel. Pergunte-se quais desses itens fazem falta no seu dia a dia. Para cidade, conforto e economia dominam; para cidade e estrada, freio e motor ganham importância. A moto que combina com esse retrato costuma ser a melhor compra.
  • Pense na revenda. Se você costuma trocar de moto em poucos anos, a revenda pesa quase tanto quanto o preço de compra. A moto mais procurada vende mais rápido e com menos desconto. O histórico de desvalorização na FIPE que aparece nesta página dá uma boa pista. Olhe também os anúncios de usadas das duas: quantas estão à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.
  • Garupa frequente. Se você leva alguém com frequência, a comparação muda. O banco de trás, as pedaleiras do garupa e as alças fazem diferença no conforto de quem vai atrás. Para quem pilota, torque e freios ganham peso, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Leve a pessoa que costuma ir junto para sentar nas duas antes de decidir.
  • Se o uso é cidade todo dia. No trânsito urbano, o que mais conta é agilidade, peso baixo, freio confiável e conforto no anda e para. Potência e velocidade máxima importam pouco quando você mal passa da terceira marcha. Veja qual das duas é mais fácil de manobrar no corredor, de estacionar e de segurar no semáforo. Espelhos, raio de giro e embreagem leve também fazem diferença ao longo do dia.
  • Equipamentos que você vai usar. Toda moto traz alguma coisa que a outra não tem. A pergunta é se você vai usar. Separe o que é segurança, como ABS ou freio a disco, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência, como painel completo, tomada USB ou porta-objetos. Pagar a mais por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher errado.
  • Sua altura e seu peso. O corpo do piloto muda a comparação. Quem é mais baixo deve dar atenção à altura e à largura do banco e ao peso da moto, porque apoiar os pés no chão com segurança vale mais que qualquer número de desempenho. Quem é alto deve ver se cabe sem os joelhos apertados. Pilotos mais pesados sentem mais a falta de torque e de suspensão firme.
  • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a essa parte da tabela.

Compare com outros modelos

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Perguntas frequentes

Quem tem mais cavalos: DK 150 ou Worker 150?

A Haojue DK 150, com 11,3 cv contra 8,5 cv, pela ficha do fabricante.

Qual é mais barata, DK 150 ou Worker 150?

Na FIPE de outubro de 2026, a Worker 150 2024, com R$ 7.714. A outra sai por R$ 13.468.

Qual tem o tanque maior?

Pela ficha, 12,5 litros na Haojue DK 150 e 14,0 na Shineray Worker 150. A autonomia real depende do consumo, que muda com o uso.

Qual das duas é melhor para trabalhar com entregas?

Moto de entrega precisa ficar pouco tempo parada e gastar pouco. Compare nesta página a partida, a alimentação, o tanque e as medidas das peças de desgaste. Depois, pergunte em lojas da sua região o preço e a disponibilidade dessas peças. A moto que volta mais rápido da oficina costuma ser a melhor ferramenta de trabalho.

Qual das duas é mais econômica?

Não há resposta única, porque o consumo muda com o piloto, o trânsito e o estado da moto. Olhe na comparação desta página a cilindrada, o peso e o tipo de alimentação: esses itens dão uma boa pista. Lembre também que economia inclui peças e revisões, e não só o que se gasta no posto.

O ABS compensa a diferença de preço?

Para a maioria das pessoas, sim. O ABS evita que a roda trave numa frenagem forte, e isso faz diferença em piso molhado, com areia ou num susto no trânsito. Quem roda todo dia, leva garupa ou tem pouca experiência é quem mais aproveita. Quem roda pouco e devagar pode pesar a economia, mas a segurança costuma justificar o gasto.

Qual das duas é mais confiável?

Não dá para cravar sem conhecer o histórico de cada unidade. O que mais pesa é a manutenção: óleo trocado no prazo, revisões feitas e uso adequado. Uma boa pista é conversar com mecânicos que atendem os dois modelos e com quem já tem cada um há alguns anos. Mecânica mais simples também costuma ter menos itens para falhar.

Qual das duas tem melhor desempenho?

Na comparação desta página, a relação peso/potência dá a melhor ideia de qual acelera mais, enquanto o torque mostra a força em baixa rotação. Se uma delas leva vantagem nos dois, a resposta é clara. Se cada uma ganha em um, o test-ride mostra qual combina mais com o seu jeito de pilotar.

É melhor comprar a mais barata nova ou a mais cara seminova?

Depende do estado da usada e do que você valoriza. A zero traz garantia e nenhuma surpresa; a usada mais completa pode oferecer motor ou equipamento melhor pelo mesmo dinheiro, mas pede vistoria cuidadosa e histórico de revisões. Compare o preço FIPE das duas nesta página com os anúncios reais e leve um mecânico de confiança para avaliar a usada.

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