tudo de moto

Honda Elite 125 ou Vespa Club 125?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Elite 125Club 125
Versão comparadaElite 125 2019–2027Club ZX 125 2022–2023
Preço FIPER$ 15.786 (2027) (vantagem)R$ 26.627 (2023)
Cilindrada125 cc125 cc
Potência8,2 cv–
Torque1,06 kgf.m a 5.000 rpm–
Peso100 kg–
Tanque5,3 L–
Altura do banco765 mm–
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoA arA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica–
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroTambor–
Freio traseiroTamborTambor
ABSNãoNão
Freio combinado (CBS)SimNão
RodasLiga leveLiga leve
Pneus com câmaraNãoNão
FarolLEDHalógeno
Bateria12V 5Ah (DTZ6)–
VelaNGK MR8E-9–
Pneu dianteiro90/90-12 44J–
Pneu traseiro100/90-10 56J–
ÓleoSAE 10W-30 API SL JASO MB | 0,55 L na troca–
Calibragemdianteiro 22 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)–

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para Elite 125 ou Club 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para Elite 125 ou Club 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Qual escolher: o resumo

Não existe uma vencedora absoluta entre a Honda Elite 125 e a Vespa Club 125. Os dados mostram onde cada uma se sai melhor:

  • A Honda Elite 125: preço menor.
  • A Vespa Club 125: não leva vantagem clara nos números; vale pelo conjunto e pelo que você encontra perto de casa.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 125 cc na Honda Elite 125 contra 125 cc na Vespa Club 125.

Uso e conforto

Neste ponto, as duas estão praticamente empatadas. A diferença nos números é tão pequena que você não vai senti-la na pilotagem nem no bolso. Quando isso acontece, a decisão passa para o que a ficha técnica não mostra: posição de pilotagem, conforto do banco, rede de oficinas na sua cidade e o preço que você consegue negociar.

Como as duas freiam

Nos freios, a Honda Elite 125 usa freio tambor na frente, tambor atrás, CBS (frenagem combinada); a Vespa Club 125, tambor atrás.

Com CBS, a Honda Elite 125 divide a frenagem entre a roda da frente e a de trás quando você aciona o comando indicado no manual. A moto mergulha menos e fica mais estável. Na Vespa Club 125, os freios são independentes, o que alguns pilotos experientes até preferem, por dar controle separado de cada roda. Quem tem pouca prática costuma se beneficiar mais do sistema combinado.

Preço FIPE e revenda

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Elite 125 2027 vale R$ 15.786 e a Club ZX 125 2023, R$ 26.627.

Na média de mercado medida pela FIPE, a Honda Elite 125 vale 41% menos que a Vespa Club 125. Para quem tem orçamento apertado, isso pode decidir a compra. Só não esqueça que o preço de compra é uma parte da conta: seguro, peças e revisões também entram. E, na hora de comprar usada, uma unidade bem cuidada pode valer mais do que a tabela indica.

Peças de troca: as medidas de cada uma

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

  • Fluido de freio: a mesma nas duas, DOT 4.

Como escolher entre a Honda Elite 125 e a Vespa Club 125

Não existe moto melhor em tudo, e a Honda Elite 125 e a Vespa Club 125 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.

  • Custo de manutenção. O preço de compra é só o começo. Ao longo dos anos, pesam revisões, pneus, freios, kit de transmissão ou correia, filtros e óleo. Motos com mais tecnologia carregam mais componentes para manter, e algumas peças pedem oficina com equipamento. Antes de decidir, peça numa loja e numa oficina de confiança o preço dos itens que mais gastam em cada uma. A diferença pode surpreender.
  • Se a moto é para trabalhar. Moto de trabalho é ferramenta, e ferramenta parada dá prejuízo. Antes de escolher, pense no custo por quilômetro, na rapidez para conseguir peça e oficina e no conforto depois de um dia inteiro em cima dela. Bagageiro, suporte para baú e facilidade para levar carga entram na conta. Entre duas motos parecidas, a mais simples de manter costuma ser a mais vantajosa.
  • Assoalho plano ou túnel central. Algumas scooters têm assoalho plano, onde dá para apoiar uma sacola ou uma caixa entre as pernas e subir com mais facilidade, sem passar a perna por cima. Outras têm um túnel central que dá mais rigidez ao quadro e às vezes abriga o tanque, mas tira esse espaço. Se você carrega coisas no dia a dia ou pilota de saia ou roupa social, o assoalho plano faz diferença.
  • Se a moto vai pegar estrada. Se a moto vai pegar rodovia com frequência, potência e torque passam a importar de verdade, porque ditam a folga nas ultrapassagens e o esforço do motor em velocidade constante. Tanque maior, banco confortável, proteção contra o vento e freios fortes completam a lista. Uma moto que anda bem na cidade pode se mostrar cansativa depois de uma hora de estrada, e o contrário também acontece.
  • Se o uso é cidade todo dia. No trânsito urbano, o que mais conta é agilidade, peso baixo, freio confiável e conforto no anda e para. Potência e velocidade máxima importam pouco quando você mal passa da terceira marcha. Veja qual das duas é mais fácil de manobrar no corredor, de estacionar e de segurar no semáforo. Espelhos, raio de giro e embreagem leve também fazem diferença ao longo do dia.
  • Roda pequena e buraco. Em rua esburacada, cada polegada de roda conta. A scooter de aro maior absorve melhor os defeitos do piso e transmite mais segurança em velocidade; a de aro menor é mais esperta no trânsito, mas pede mais atenção a buracos. Veja na tabela a medida dos pneus das duas e, se possível, faça o test-ride numa rua cheia de imperfeições.
  • Faça o test-ride das duas. Nada substitui rodar com as duas motos, uma em seguida da outra, com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça um percurso parecido com o seu dia a dia. Preste atenção no freio, na resposta do acelerador, no buraco e no peso nas manobras. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
  • Sua altura e seu peso. Sente nas duas, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se só a ponta dos pés alcança o chão, a moto vai exigir mais atenção em cada parada. Se as pernas ficam dobradas demais, a viagem cansa. O seu peso também conta: quanto mais carga, mais importam torque, freio e regulagem da suspensão. A tabela ajuda, mas o teste sentado decide.
  • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a essa parte da tabela.

Outras comparações

Também comparamos:

Perguntas frequentes

Qual é mais barata, Elite 125 ou Club 125?

Na FIPE de outubro de 2026, a Elite 125 2027, com R$ 15.786. A outra sai por R$ 26.627.

Vale pagar mais pela versão com ABS?

Na maioria dos casos, compensa. O sistema mantém a moto controlável quando o freio é apertado demais, que é exatamente o que acontece numa emergência. A diferença de preço se paga no dia em que você precisa dela. Se o orçamento for muito apertado, considere uma usada com ABS antes de abrir mão do item.

Qual das duas é melhor para trabalhar com entregas?

Para trabalho, pesam consumo, robustez, partida elétrica, peças baratas e oficina perto. Veja na comparação desta página o peso, o tipo de alimentação, a partida e as peças que as duas compartilham. Converse também com entregadores que usam cada modelo: eles sabem bem como a moto se comporta depois de muitos quilômetros.

Dá para usar peça de uma na outra?

Esta página mostra as medidas de várias peças das duas, como pneus, lâmpadas e corrente, e indica onde elas coincidem. Medida igual ajuda a prever custo e disponibilidade, mas não garante que a peça encaixe na outra moto: fixação e formato podem mudar. Antes de comprar, confirme pelo código da peça para o modelo e o ano.

Qual das duas é melhor para levar garupa?

Para o garupa, contam o tamanho do banco de trás, a posição das pedaleiras e a existência de alças. Para quem pilota, torque e freio pesam mais, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Veja esses itens na tabela desta página e, se possível, leve quem costuma ir junto para sentar nas duas.

Qual das duas dá menos problema?

Não dá para cravar sem conhecer o histórico de cada unidade. O que mais pesa é a manutenção: óleo trocado no prazo, revisões feitas e uso adequado. Uma boa pista é conversar com mecânicos que atendem os dois modelos e com quem já tem cada um há alguns anos. Mecânica mais simples também costuma ter menos itens para falhar.

Qual das duas tem o banco mais baixo?

Confira a altura do banco nesta página e depois sente nas duas: largura do assento, suspensão e peso mudam a sensação. Para quem é mais baixo, apoiar os dois pés no chão com segurança vale mais que desempenho. Algumas motos aceitam banco rebaixado ou ajuste de suspensão, algo que vale perguntar na concessionária.

A mais potente é sempre a melhor escolha?

Não necessariamente. Potência a mais vale quando você vai usá-la: estrada, serra, garupa ou carga. Para trajetos curtos na cidade, a diferença quase não aparece e pode custar mais em compra, seguro e manutenção. Compare a diferença de potência mostrada nesta página com o seu uso real antes de pagar por ela.

Todas as comparações