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Motorino Cappuccino 150 ou Yamaha NMAX 160?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Cappuccino 150NMAX 160
Versão comparadaCappuccino 150 2014–2025NMAX Connected 160 ABS 2023–2026
Preço FIPER$ 20.326 (2025) (vantagem)R$ 21.754 (2026)
Cilindrada150 cc155 cc (vantagem)
Peso–131 kg
Tanque–7,1 L
Altura do banco–765 mm
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoA arLíquida
Alimentação–Injeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiro–Disco
ABSNãoSim
Freio combinado (CBS)–Não
RodasLiga leveLiga leve
Pneus com câmaraNãoNão
Farol–LED
Bateria12V 7Ah12V 5Ah (YTZ6V)
Vela–NGK CPR8EA-9
Pneu dianteiro120/70-12110/70-13 M/C 48P
Pneu traseiro120/70-12130/70-13 M/C 63P
Óleo–SAE 10W-40 API SG JASO MA | 0,90 L na troca
Calibragem–dianteiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm²); traseiro 36 psi (250 kPa / 2,50 kgf/cm²), só piloto e com garupa (manual do NMAX 155 GPD155-A 2023, versão internacional)

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para Cappuccino 150 ou NMAX 160

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Cappuccino 150 ou NMAX 160: o resumo

A Motorino Cappuccino 150 e a Yamaha NMAX 160 disputam o mesmo comprador. Pelos números das fichas e da FIPE, cada uma leva vantagem em pontos diferentes:

  • A Motorino Cappuccino 150: preço menor, desvaloriza menos.
  • A Yamaha NMAX 160: ABS.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 150 cc na Motorino Cappuccino 150 contra 155 cc na Yamaha NMAX 160.

A Yamaha NMAX 160 tem refrigeração líquida e a Motorino Cappuccino 150 é arrefecida a ar. Com radiador, o motor trabalha numa temperatura mais estável, aguenta melhor o trânsito parado no calor e costuma ser mais silencioso. Em troca, há líquido para trocar, mangueiras e radiador para proteger. A refrigeração a ar é mais simples e barata de manter. Para uso tranquilo, ela basta; para esforço contínuo, a líquida ajuda.

Conforto, peso e autonomia

Os números quase não mudam de uma para a outra, e uma diferença desse tamanho some no uso real, entre variação de peso do piloto, calibragem do pneu e estado da moto. Considere um empate técnico. Melhor gastar a atenção com o que realmente separa as duas: o test-ride, o custo de manter e o que cada uma oferece de equipamento.

Como as duas freiam

Nos freios, a Motorino Cappuccino 150 usa freio disco na frente; a Yamaha NMAX 160, freio disco na frente, disco atrás, ABS.

A Yamaha NMAX 160 tem ABS e a Motorino Cappuccino 150 não. O sistema impede que as rodas travem numa frenagem forte, e isso conta muito em piso molhado, com areia ou óleo, ou quando um carro fecha você de repente. A moto continua freando e obedecendo ao guidão em vez de derrapar. Para quem roda todo dia no trânsito ou ainda está ganhando experiência, é o item de segurança que mais pesa.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Cappuccino 150 2025 vale R$ 20.326 e a NMAX Connected 160 ABS 2026, R$ 21.754.

Pela tabela FIPE, a Motorino Cappuccino 150 custa 7% menos que a Yamaha NMAX 160. É uma referência de mercado, não o preço final: na loja ou no anúncio, estado, quilometragem e negociação mudam o valor. Antes de decidir só pelo preço, veja o que a Yamaha NMAX 160 oferece a mais e se você vai usar isso de fato. Às vezes a diferença paga um item que faz falta; às vezes, não.

Na desvalorização pela FIPE (mesma versão, ano mais novo contra um mais antigo): 10% na Motorino Cappuccino 150 (2025 para 2022) e 15% na Yamaha NMAX 160 (2026 para 2023).

Ao longo dos anos, a Motorino Cappuccino 150 perdeu 6 pontos percentuais a menos de valor na FIPE do que a Yamaha NMAX 160. Isso indica que o mercado segura melhor o preço dela, o que importa para quem troca de moto com frequência. É um histórico, não uma garantia: estado de conservação, quilometragem e procura na sua região também pesam. Para quem fica muitos anos com a moto, a diferença se dilui.

O que muda na manutenção

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

Qual das duas é a certa para você

Não existe moto melhor em tudo, e a Motorino Cappuccino 150 e a Yamaha NMAX 160 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.

  • Se a moto vai pegar estrada. Se a moto vai pegar rodovia com frequência, potência e torque passam a importar de verdade, porque ditam a folga nas ultrapassagens e o esforço do motor em velocidade constante. Tanque maior, banco confortável, proteção contra o vento e freios fortes completam a lista. Uma moto que anda bem na cidade pode se mostrar cansativa depois de uma hora de estrada, e o contrário também acontece.
  • Terra, buraco e piso ruim. Se o seu caminho tem estrada de chão, buraco ou calçamento ruim, olhe com atenção suspensão, altura livre do solo, rodas e pneus. Rodas raiadas e pneus com câmara costumam aguentar melhor o castigo; suspensão com mais curso deixa a moto mais estável e protege as costas. Uma moto pensada para asfalto até passa pela terra, mas sofre mais e pede manutenção com mais frequência.
  • Consumo no seu uso. Consumo depende muito do jeito de pilotar, do trajeto e da manutenção, então números de propaganda servem só como referência. Em geral, motor menor e moto mais leve gastam menos, e injeção eletrônica ajuda a manter o gasto sob controle. Se você roda muito, pergunte a donos de cada modelo como está o consumo no uso real, de preferência num trajeto parecido com o seu.
  • Se o uso é cidade todo dia. Para quem roda na cidade todos os dias, a moto ideal é a que cansa menos. Isso passa por peso, posição de pilotagem, embreagem ou câmbio, calor do motor nas pernas e facilidade de manobra. Números de desempenho ficam em segundo plano. Imagine o seu trajeto mais congestionado e pense em qual das duas você preferiria encarar nele cinco dias por semana.
  • Roda pequena e buraco. Scooters usam rodas menores que as motos, e o tamanho muda de modelo para modelo. Roda pequena deixa a scooter ágil e fácil de manobrar, mas sente mais buraco, tampa de bueiro e lombada mal feita. Se a sua cidade tem asfalto ruim, compare o aro das duas, principalmente o da frente: a roda maior passa pelas imperfeições com mais estabilidade e menos sustos.
  • Assoalho plano ou túnel central. Algumas scooters têm assoalho plano, onde dá para apoiar uma sacola ou uma caixa entre as pernas e subir com mais facilidade, sem passar a perna por cima. Outras têm um túnel central que dá mais rigidez ao quadro e às vezes abriga o tanque, mas tira esse espaço. Se você carrega coisas no dia a dia ou pilota de saia ou roupa social, o assoalho plano faz diferença.
  • Garupa frequente. Garupa frequente pede motor com força em baixa, freio firme e suspensão que não afunda com o peso extra. Também pede espaço: banco curto ou muito inclinado cansa quem vai atrás em poucos minutos. Compare o tamanho do assento, a posição das pedaleiras traseiras e a existência de alças. Se der, faça o test-ride com o garupa junto.

Compare com outros modelos

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Perguntas frequentes

Qual é mais barata, Cappuccino 150 ou NMAX 160?

Na FIPE de outubro de 2026, a Cappuccino 150 2025, com R$ 20.326. A outra sai por R$ 21.754.

Qual das duas gasta menos combustível?

Não há resposta única, porque o consumo muda com o piloto, o trânsito e o estado da moto. Olhe na comparação desta página a cilindrada, o peso e o tipo de alimentação: esses itens dão uma boa pista. Lembre também que economia inclui peças e revisões, e não só o que se gasta no posto.

Qual das duas tem peça mais barata?

Em geral, moto mais simples e mais popular tem peça mais barata e mais oferta de marcas paralelas. Mas a resposta certa vem do orçamento: compare o preço das peças de desgaste das duas numa loja de confiança e o intervalo de revisões no manual. As medidas iguais, mostradas nesta página, indicam onde o custo deve ser parecido.

Qual das duas viaja melhor?

Para estrada, olhe na tabela desta página potência, torque, tamanho do tanque e freios. Mais fôlego ajuda nas ultrapassagens, tanque maior aumenta a autonomia e freio a disco com ABS dá segurança em velocidade. Conforto do banco e proteção contra o vento não aparecem nos números, então vale testar as duas num trajeto mais longo.

Vale mais a pena a mais simples zero ou a mais completa usada?

As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

Qual das duas é mais fácil para quem está começando?

Para quem está começando, contam mais peso baixo, banco que permita apoiar os pés no chão, motor com resposta suave e freios com ABS ou CBS. Potência demais atrapalha mais do que ajuda. Compare esses itens na tabela desta página e faça o test-ride das duas: a que transmite mais confiança nas manobras costuma ser a melhor escolha.

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