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Dafra ADXTG 150 ou Yamaha NMAX 160?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

ADXTG 150NMAX 160
Versão comparadaADXTG 150 2026–2027NMAX Connected 160 ABS 2023–2026
Preço FIPER$ 21.100 (2027) (vantagem)R$ 21.754 (2026)
Cilindrada150 cc155 cc (vantagem)
Potência14,7 cv–
Torque1,47 kgf.m a 6.000 rpm–
Peso140 kg131 kg (vantagem)
Tanque15 L (vantagem)7,1 L
Altura do banco800 mm765 mm
CombustívelGasolinaGasolina
Refrigeração–Líquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiro–Disco
Freio traseiro–Disco
ABS–Sim
Freio combinado (CBS)–Não
Rodas–Liga leve
Pneus com câmara–Não
Farol–LED
Bateria–12V 5Ah (YTZ6V)
Vela–NGK CPR8EA-9
Pneu dianteiro–110/70-13 M/C 48P
Pneu traseiro–130/70-13 M/C 63P
Óleo–SAE 10W-40 API SG JASO MA | 0,90 L na troca
Calibragem–dianteiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm²); traseiro 36 psi (250 kPa / 2,50 kgf/cm²), só piloto e com garupa (manual do NMAX 155 GPD155-A 2023, versão internacional)

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

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Onde cada uma leva vantagem

Não existe uma vencedora absoluta entre a Dafra ADXTG 150 e a Yamaha NMAX 160. Os dados mostram onde cada uma se sai melhor:

  • A Dafra ADXTG 150: tanque maior, preço menor.
  • A Yamaha NMAX 160: menos peso.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Potência, torque e motor

Na cilindrada, são 150 cc na Dafra ADXTG 150 contra 155 cc na Yamaha NMAX 160.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Pelas fichas, a Dafra ADXTG 150 pesa 140 kg e a Yamaha NMAX 160, 131 kg; o banco fica a 800 mm do chão na Dafra ADXTG 150 e a 765 mm na Yamaha NMAX 160; os tanques levam 15,0 e 7,1 litros.

A Yamaha NMAX 160 pesa 9 kg a menos, e isso se sente mais com a moto parada do que andando: para tirar do cavalete, manobrar na garagem, empurrar com o motor desligado e segurar quando ela inclina num piso irregular. Para quem é mais baixo, tem pouca força ou está começando, a moto mais leve dá confiança. Em movimento, diferenças pequenas de peso quase desaparecem.

O banco da Yamaha NMAX 160 fica 35 mm mais baixo, e isso define o quanto você apoia os pés no chão ao parar. Para quem tem pernas mais curtas, poucos centímetros mudam tudo: com os dois pés firmes, a moto fica mais fácil de segurar no semáforo e em rampa. Lembre que a largura do banco também conta. Sente nas duas antes de escolher.

São 7,9 litros de capacidade a mais na Dafra ADXTG 150. Quem viaja, trabalha rodando o dia inteiro ou mora longe dos postos sente essa vantagem: menos tempo parado e menos preocupação com o ponteiro. Para trajetos curtos, a diferença é quase só de comodidade. Vale lembrar que a autonomia depende também do consumo, e a Yamaha NMAX 160 pode compensar parte da diferença se gastar menos.

Segurança: ABS, CBS e freios

Freios: conforme a ficha na Dafra ADXTG 150, e freio disco na frente, disco atrás, ABS na Yamaha NMAX 160.

Os conjuntos de freio se equivalem na ficha, então este item não desempata.

Preço e desvalorização

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 150 2027 vale R$ 21.100 e a NMAX Connected 160 ABS 2026, R$ 21.754.

A Dafra ADXTG 150 sai 3% mais barata na FIPE. Essa diferença pode ficar no seu bolso ou virar equipamento de segurança, documentação e primeira revisão. Do outro lado, a Yamaha NMAX 160 pode justificar o preço maior com motor, freio ou conforto que pesam no seu uso. Compare o que cada uma entrega e pense no custo de manter, que acompanha a moto por anos.

O que muda na manutenção

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Dafra ADXTG 150 ou Yamaha NMAX 160: como decidir

    Comparar duas motos parecidas é decidir quais diferenças valem para você. Potência a mais não ajuda quem só roda em rua plana; banco baixo não faz falta para quem é alto. Antes de bater o martelo entre a Dafra ADXTG 150 e a Yamaha NMAX 160, passe por estas perguntas: elas transformam números de ficha em critérios práticos.

    • Custo de manutenção. Duas motos com preço parecido na loja podem ter custos bem diferentes depois. Compare o intervalo das revisões no manual, o preço das peças de desgaste e a necessidade de serviço especializado. As medidas de pneus e de peças que aparecem nesta página ajudam a ter uma ideia. Somando alguns anos de uso, a moto mais barata de manter pode compensar uma diferença de preço na compra.
    • Equipamentos que você vai usar. Toda moto traz alguma coisa que a outra não tem. A pergunta é se você vai usar. Separe o que é segurança, como ABS ou freio a disco, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência, como painel completo, tomada USB ou porta-objetos. Pagar a mais por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher errado.
    • Espaço sob o banco. Numa scooter, o compartimento sob o banco é um dos itens mais usados no dia a dia. Veja se cabe o seu capacete, e não só um capacete qualquer: modelos maiores, como os articulados, nem sempre entram. Repare também se há porta-objetos na frente, tomada para celular e gancho para sacola. Leve o seu capacete ao test-ride e faça a prova nas duas.
    • Faça o test-ride das duas. Nada substitui rodar com as duas motos, uma em seguida da outra, com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça um percurso parecido com o seu dia a dia. Preste atenção no freio, na resposta do acelerador, no buraco e no peso nas manobras. Depois disso, a escolha em geral fica muito mais clara.
    • Sua altura e seu peso. Sente nas duas, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se só a ponta dos pés alcança o chão, a moto vai exigir mais atenção em cada parada. Se as pernas ficam dobradas demais, a viagem cansa. O seu peso também conta: quanto mais carga, mais importam torque, freio e regulagem da suspensão. A tabela ajuda, mas o teste parado resolve.
    • Assoalho plano ou túnel central. Repare no piso das duas. Com assoalho plano, subir na scooter é simples e sobra espaço para carregar volumes leves aos pés. Com túnel central, a posição costuma ser mais parecida com a de uma moto, e o tanque ou o quadro ocupam esse espaço. Nenhum é melhor em tudo: depende de você precisar desse lugar extra para carga ou gostar mais da outra posição.
    • Terra, buraco e piso ruim. Se o seu caminho tem estrada de chão, buraco ou calçamento ruim, olhe com atenção suspensão, altura livre do solo, rodas e pneus. Rodas raiadas e pneus com câmara costumam aguentar melhor o castigo; suspensão com mais curso deixa a moto mais estável e protege as costas. Uma moto pensada para asfalto até passa pela terra, mas sofre mais e pede manutenção com mais frequência.
    • Pense na revenda. Pense já na hora de vender. Modelos com muita procura encontram comprador rápido, enquanto modelos raros podem demorar, mesmo bem conservados. Itens que o mercado valoriza, como freio com ABS, ajudam na negociação. Use a desvalorização mostrada nesta comparação como referência e lembre que manutenção em dia e notas guardadas fazem diferença no preço na revenda.

    Outras comparações

    Outras comparações com estes modelos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 150 2027, com R$ 21.100. A outra sai por R$ 21.754.

    Qual roda mais com um tanque?

    Pela ficha, 15,0 litros na Dafra ADXTG 150 e 7,1 na Yamaha NMAX 160. A autonomia real depende do consumo, que muda com o uso.

    Qual das duas é melhor para levar garupa?

    Para o garupa, contam o tamanho do banco de trás, a posição das pedaleiras e a existência de alças. Para quem pilota, torque e freio pesam mais, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Veja esses itens na tabela desta página e, se possível, leve quem costuma ir junto para sentar nas duas.

    Qual das duas tem o banco mais baixo?

    A altura do banco das duas está na tabela desta página, mas o número não conta tudo. Banco largo afasta as pernas e faz você alcançar menos o chão; banco estreito ajuda. O peso da moto também importa, porque segurar uma moto pesada na ponta dos pés é difícil. Sente nas duas e veja em qual você apoia os pés com firmeza.

    Qual das duas é mais econômica?

    Não há resposta única, porque o consumo muda com o piloto, o trânsito e o estado da moto. Olhe na comparação desta página a cilindrada, o peso e o tipo de alimentação: esses itens dão uma boa pista. Lembre também que economia inclui peças e revisões, e não só o que se gasta no posto.

    Qual das duas tem melhor desempenho?

    Na comparação desta página, a relação peso/potência dá a melhor ideia de qual acelera mais, enquanto o torque mostra a força em baixa rotação. Se uma delas leva vantagem nos dois, a resposta é clara. Se cada uma ganha em um, o test-ride mostra qual combina mais com o seu jeito de pilotar.

    Dá para usar peça de uma na outra?

    Esta página mostra as medidas de várias peças das duas, como pneus, lâmpadas e corrente, e indica onde elas coincidem. Medida igual ajuda a prever custo e disponibilidade, mas não garante que a peça encaixe na outra moto: fixação e formato podem mudar. Antes de comprar, confirme pelo código da peça para o modelo e o ano.

    Vale a pena pagar mais pela mais potente?

    Não necessariamente. Potência a mais vale quando você vai usá-la: estrada, serra, garupa ou carga. Para trajetos curtos na cidade, a diferença quase não aparece e pode custar mais em compra, seguro e manutenção. Compare a diferença de potência mostrada nesta página com o seu uso real antes de pagar por ela.

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