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Jaqueta Alpinestars: todos os modelos

5 produtos, com a ficha que o fabricante publica e o link para cada um.

Lojas com jaqueta Alpinestars

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Os modelos, lado a lado

ProdutoLinhaCores à venda no Brasil
Alpinestars Chrome V2 Sport HoodiePreto/Branco
Alpinestars Flight AirPreto
Alpinestars Aeroshell AirFlow FemininaPreto/Anthracite
Alpinestars CuscoPreto
Alpinestars T-GP AirPreto/Vermelho

Dados do fabricante. Abra cada produto para ver a ficha completa e a aplicação.

Jaqueta Alpinestars: os modelos

São 5 modelos de jaqueta da Alpinestars, com os dados que o fabricante publica. Na tabela dá para comparar os modelos lado a lado. Abra o produto para ver a ficha inteira e a aplicação.

Qual modelo da linha escolher

Quem já gosta de uma marca e quer achar o modelo certo pode seguir uma ordem simples. Primeiro, o uso: o catálogo costuma separar as linhas por cidade, estrada, adventure, pista ou trilha. Segundo, o clima: modelos ventilados para calor, com forros para quem pega frio, impermeáveis para chuva frequente. Terceiro, a proteção: protetores incluídos, nível e certificação de cada versão.

Com dois ou três modelos na lista, compare as fichas no site do fabricante e prove. Como a tabela de medidas é a mesma dentro da marca, o tamanho que serviu num modelo costuma ser um bom ponto de partida para o outro, mas cortes diferentes podem mudar o caimento.

Vale também conferir se os acessórios da marca, como protetores avulsos e forros, servem nos modelos que você está comparando.

Este modelo serve para o seu uso?

Achar um modelo de marca conhecida não encerra a escolha. O que decide é se a proteção, o tamanho e o material combinam com a sua moto, com o clima onde você roda e com o jeito que você pilota. Os pontos a seguir ajudam a conferir isso com a peça na mão ou com a ficha aberta.

  • Tamanho pela tabela do fabricante. Cada marca tem a sua tabela, e o mesmo número muda de uma para outra. Tire as medidas com fita métrica (peito, cintura, quadril, braço, perna ou joelho, conforme a peça) e compare com a tabela desse fabricante, não com o tamanho que você usa em roupa comum. Algumas marcas seguem corte europeu, mais justo. Quando ficar entre dois tamanhos, prove os dois antes de decidir.
  • Combinação com o resto do equipamento. Leve em conta o equipamento que você já usa. Se a ideia é unir jaqueta e calça, confira se o zíper é compatível. Se a calça já tem protetor de joelho, uma joelheira por baixo pode não caber. Se vai usar colete airbag, veja no manual se ele vai por cima da jaqueta ou por baixo. Peças que brigam entre si acabam usadas do jeito errado.
  • O clima em que você roda. Pense em onde e em que época você mais pilota. Quem roda no calor precisa de tela e entradas de ar que abram de verdade; quem pega serra ou inverno precisa de forro térmico e fechamentos firmes; quem enfrenta chuva com frequência precisa de impermeabilidade ou de espaço para uma capa por cima. Peça desconfortável para o clima acaba esquecida no armário, e aí não protege nada.
  • Prova na posição de pilotagem. Provar em pé, diante do espelho, engana. Sente na moto ou simule a posição: braços esticados como no guidão, joelhos dobrados, tronco um pouco inclinado. Nessa postura, a peça não pode repuxar, subir nem deixar pele exposta, e os protetores têm que continuar sobre as articulações. Se algo sai do lugar parado, sai muito mais numa queda.
  • O uso para o qual o modelo foi feito. Leia a descrição procurando o uso indicado pelo fabricante: urbano, touring, adventure, esportivo ou trilha. Esse dado explica escolhas de projeto como quantidade de tela, forros removíveis, corte mais curto ou mais longo e tipo de protetor. Se o seu dia a dia é diferente daquele para o qual o modelo foi pensado, a peça vai incomodar e a tendência é deixá-la em casa.
  • Garantia, peças e assistência no Brasil. Antes de decidir, veja se a marca tem distribuidor ou assistência no Brasil e se vende peças avulsas, como protetores, forros e, no colete airbag, cartuchos ou serviço de recarga. Um produto bom sem suporte local vira problema na primeira necessidade de reparo. Guarde a informação de quem dá a garantia, porque é com essa empresa que você vai falar.
  • Certificação informada, não só prometida. Expressões como “alta proteção” ou “tecnologia de ponta” não medem nada. O que permite comparar é a certificação: a norma europeia de protetores de impacto, com o nível indicado, e, em roupa completa, a classe pela norma europeia de vestuário para motociclista. Essas informações costumam estar numa etiqueta costurada ou gravadas no próprio protetor. No Brasil elas não são obrigatórias, mas são a referência mais objetiva.

Cuidados para a peça durar e continuar protegendo

Limpeza errada estraga membranas, encolhe couro e deforma protetores; guardar molhado cria mofo; e uma peça que já passou por uma queda pode não proteger da mesma forma. Estes cuidados mantêm o equipamento em condição de uso e ajudam a saber quando substituir.

  • Secar à sombra e guardar arejado. Depois de lavar ou de pegar chuva, seque a peça aberta, à sombra, em lugar ventilado. Sol forte e secadora encolhem o couro, ressecam o tecido e danificam refletivos e membranas. Para guardar, use cabide largo para jaqueta e colete e deixe calças e joelheiras sem peso em cima. Nunca guarde úmido dentro de baú ou mochila fechada.
  • Zíperes, velcros e fivelas. As regulagens só seguram o protetor no lugar se estiverem funcionando. Mantenha os velcros limpos, escovando fiapos, e feche-os durante a lavagem. Zíper emperrado pede limpeza e um produto adequado, nunca força. Quando uma fivela quebra ou o velcro perde a aderência, pergunte à assistência ou à loja se há peça de reposição.
  • Protetor também envelhece. Mesmo sem queda, o protetor envelhece. Aperte e observe: se a espuma esfarela, fica mole demais, endurece ou deforma, ou se o casco tem rachaduras, está na hora de trocar. A troca é simples quando a marca vende a peça de reposição. Use um protetor do formato do bolso e com certificação igual ou superior à do anterior.
  • Nota fiscal, garantia e defeito. Para acionar a garantia, você vai precisar da nota e, muitas vezes, do produto com etiqueta. Em geral ela cobre defeitos de fabricação, não desgaste de uso nem danos de queda. Além da garantia da marca, o Código de Defesa do Consumidor garante seus direitos em caso de defeito. As condições exatas estão no certificado que acompanha o produto ou no site do fabricante.
  • Depois de uma queda, revise tudo. Uma queda pode deixar danos que não aparecem de longe. Vire a peça do avesso, olhe costuras, reforços e bolsos e examine cada protetor procurando trincas e deformações. Peça rasgada nas áreas que tocam o chão não protege como antes e deve ser trocada. Protetor danificado pode ser substituído sozinho, desde que pelo modelo indicado pelo fabricante.

Comparando com produtos parecidos

Na hora de escolher entre Alpinestars jaqueta e um concorrente, separe o que é objetivo do que é gosto. Objetivo: certificações e níveis dos protetores, áreas cobertas, materiais e reforços, impermeabilidade, regulagens, garantia e assistência no Brasil. Gosto: cor, estilo, marca.

Se os dados objetivos empatam, o desempate é o caimento no seu corpo e a adequação ao seu clima. A peça que não aperta, não sobe e não esquenta demais é a que você vai usar todos os dias. Desconfie de comparações que dizem só “mais resistente” ou “mais seguro” sem mostrar certificação. E lembre que modelos de mesma categoria podem ter propostas bem diferentes: compare dentro do mesmo uso.

Inclua na conta o que vem junto e o que é vendido à parte, como protetor de costas, forro térmico ou, no airbag, o cartucho de reposição. Um pacote completo pode mudar a comparação.

Também fabricam jaqueta: X11 (37), Tutto Moto (27), Texx (23), Dainese (9), Helt (6), LS2 (1), Rev'it (1).

Para a parte geral, leia o guia Jaqueta.

Como comprar o produto verdadeiro

Equipamento de marca conhecida é alvo de cópia, e a cópia parece igual na foto. A diferença está onde não se vê: tecido, costura, reforço e principalmente protetor. Uma jaqueta falsa pode vir com espuma no lugar do protetor certificado; um airbag falso pode simplesmente não funcionar.

Compre em loja autorizada pela marca ou pelo distribuidor oficial no Brasil, que costumam aparecer listados no site do fabricante. Em marketplace, veja se o vendedor é a loja oficial ou revenda reconhecida. Exija nota fiscal. Desconfie de preço muito abaixo do praticado nas lojas autorizadas, de anúncio sem tabela de medidas e de vendedor que não sabe informar a certificação.

Quando a peça chegar, compare etiquetas, protetores e acabamento com as fotos do site oficial antes de usar. Se algo não bater, devolva dentro do prazo, com a embalagem e as etiquetas.

Perguntas frequentes

A garantia cobre dano de queda?

Em geral, não. A garantia do fabricante cobre defeitos de fabricação, como costura que abre sem esforço, zíper que quebra cedo ou falha de sistema, e não danos de queda ou desgaste normal. As condições exatas estão no certificado de garantia. Guarde a nota fiscal e a etiqueta do produto.

Como evitar comprar falsificado?

O canal de compra é a melhor defesa: revendedor autorizado, distribuidor oficial ou loja oficial, com nota. Na peça, veja se há etiqueta com composição e certificação, protetores com marcação da norma e acabamento igual ao das fotos oficiais. Preço bom demais e vendedor sem informação são sinais de alerta.

Qual tamanho escolher?

O tamanho certo segura os protetores no lugar sem apertar. Use a tabela da própria marca, com suas medidas tiradas com fita, e prove sentado, com braços esticados e joelhos dobrados. Se as mangas ou a barra sobem, se algo aperta ou se o protetor escorrega, troque de número antes de usar.

É obrigatório por lei?

O Código de Trânsito fala em vestuário de proteção conforme especificação do Contran, mas não há hoje regra detalhando modelo ou certificação dessa peça para o motociclista comum. Quem trabalha com motofrete ou mototáxi tem regras próprias, como o colete refletivo, que não pode ficar coberto. Obrigatório ou não, a proteção é real.

Qual a diferença entre os níveis de protetor?

São os níveis da norma europeia de protetores de impacto. Os dois passam pelo mesmo tipo de teste, mas o nível 2 deixa passar menos força para o corpo, ou seja, absorve mais o impacto. Em geral o nível 2 é um pouco mais grosso ou mais rígido. A informação costuma vir gravada no protetor.

Como lavar sem estragar?

Depende da etiqueta. Muitas peças de tecido aceitam ciclo delicado com água fria e sabão neutro, mas couro e sistemas de airbag não vão para a máquina. Retire protetores e forros antes, feche zíperes e velcros e evite amaciante e alvejante. Seque à sombra, nunca em secadora.

Vale comprar um para quem vai na garupa?

Serve, e o garupa precisa de proteção tanto quanto quem pilota. Escolha pelo tamanho e pela medida do passageiro, não do piloto, e prove na posição de garupa, que costuma ter as pernas mais abertas e mais dobradas. O garupa costuma ser o último a ganhar equipamento e não deveria ser.

O punho da jaqueta vai por dentro ou por fora da luva?

Depende da luva. A de cano curto fica embaixo da manga e a de cano longo cobre o punho por fora. Em qualquer caso, o pulso não pode aparecer quando você estica os braços para o guidão. Ajuste o velcro do punho depois de calçar a luva para fechar a passagem do vento.