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Nolan N100-5

Capacete escamoteável (modular) da Nolan, linha N100-5.

Capacete

Nolan

Fabricante
Nolan
Linha
N100-5

Modelo à venda no Brasil, conferido em toleman.com.br; os dados acima são os do nome e da embalagem do produto. Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o Nolan N100-5

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Nolan N100-5. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Sobre o Nolan N100-5

Nolan N100-5 é um capacete escamoteável (modular) da Nolan. Capacete escamoteável da Nolan vendido no Brasil.

Entendendo os dados técnicos do capacete

Uma forma prática de ler a ficha de Nolan N100-5 é dividir em três blocos. O primeiro é o encaixe: tamanhos disponíveis em centímetros, tabela de medidas da marca, formato do casco e peso. É aqui que se decide se o capacete serve, e nenhuma qualidade compensa um tamanho errado.

O segundo bloco é a visão: viseira que vem de fábrica, mecanismo de troca, preparo para lente antiembaçante, óculos solar interno e área de visão. O terceiro é o conforto de uso: quantas entradas de ar abrem e fecham, forro removível e lavável, bochecheiras, canal para hastes de óculos, nichos para alto-falante e tipo de fecho. Em todos os blocos, desconfie de termos vagos como “ventilação total” ou “forro premium” e prefira o que a ficha descreve de forma concreta. E, separado de tudo, confira o selo e a etiqueta do Inmetro.

Em quais motos serve

Aplicação declarada pela Nolan para este produto, como aparece no catálogo da marca. Confira o ano e a versão da sua moto, porque a mesma família às vezes muda de peça de um ano para outro.

  • viagem e uso urbano

Como saber se o Nolan N100-5 serve para você

Capacete bom é o que serve na sua cabeça e no seu uso. Antes de fechar a compra, passe por estes pontos com o modelo em mãos ou com a ficha aberta: eles separam o capacete que vai acompanhar você por anos daquele que vai ficar encostado no armário.

  • Mecanismo da queixeira articulada. No escamoteável, o mecanismo da queixeira é o coração do capacete. Na loja, abra e feche várias vezes: o movimento deve ser suave e a trava precisa dar um clique firme, sem folga. Veja se o botão de abertura é fácil de achar de luva e se a queixeira fica presa na posição aberta. Para rodar, ela tem de estar fechada e travada.
  • Certificação do Inmetro no próprio capacete. Antes de pagar, vire o capacete e procure o selo do Inmetro e, por dentro, a etiqueta com a identificação do fabricante e a data de fabricação. Compare com a caixa: modelo e tamanho precisam ser os mesmos. Se tiver dúvida, a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro, buscando pela marca.
  • Tamanho pela medida da cabeça. Muita gente compra pelo tamanho que usou a vida toda e se arrepende. Faça a medição de novo: fita métrica na testa, um dedo acima das sobrancelhas, contornando a cabeça na parte mais larga. Anote em centímetros e confira na tabela do fabricante deste modelo. Se ficar no limite entre duas faixas, quem decide é a prova na cabeça.
  • Forro removível e bochecheiras. Confira se o forro sai inteiro ou só em parte. O ideal é remover topo e bochecheiras para lavar e secar. Algumas marcas vendem forro de reposição e bochecheiras mais finas ou mais grossas, o que permite corrigir um capacete que ficou justo ou folgado no rosto. Pergunte isso no balcão ou procure no catálogo do fabricante.
  • Engate rápido ou duplo D. O engate rápido, também chamado de micrométrico, encaixa com um clique e solta com uma mão, ótimo para quem tira e coloca o capacete muitas vezes ao dia. O duplo D usa dois anéis de metal, ajusta em qualquer ponto e é comum em capacete esportivo, mas pede mais tempo e jeito para fechar de luva. Os dois prendem bem quando bem ajustados.
  • Uso com óculos de grau. Óculos de grau e capacete fechado nem sempre se dão bem. O que ajuda: forro com canal para as hastes, abertura de visão alta o suficiente para a armação e viseira que não encosta nas lentes. Se você usa óculos todo dia, inclua esse teste na prova e, se possível, use a armação que você realmente vai levar na moto.

Como usar e ajustar este capacete

O manual de Nolan explica os mecanismos deste modelo, e a leitura vale a pena. Os pontos abaixo resumem o que mais pergunta quem acabou de comprar um capacete: como vestir, fechar, regular e instalar acessórios sem comprometer a proteção.

  • Tirar e recolocar o forro. Para lavar ou trocar o forro, solte primeiro as bochecheiras, que costumam sair puxando as presilhas, e depois o forro do topo. Repare como cada peça estava presa, ou fotografe antes. Ao montar, encaixe todas as presilhas: forro solto escorrega na cabeça e muda o ajuste. Espere secar totalmente antes de recolocar.
  • Os primeiros dias de uso. Capacete novo precisa de um tempo de acomodação. Use em trajetos curtos nos primeiros dias e repare se o aperto vai aliviando. As bochechas cedem mais que o topo. Se depois de algumas saídas ainda aparecer marca vermelha na testa ou dor de cabeça, o problema é de formato, e o melhor é conversar com o vendedor sobre a troca.
  • Vestir e tirar sem forçar. O jeito certo de colocar o capacete é abrindo as laterais pelas cintas, encaixando a testa primeiro e depois descendo a parte de trás. Tirar segue a mesma lógica. Evite torcer o capacete para entrar ou sair, porque isso deforma as espumas mais rápido. E nunca segure pela viseira, que é a peça mais frágil do conjunto.
  • Regular a ventilação. A ventilação funciona melhor com a moto em movimento e com as saídas traseiras abertas, porque o ar precisa de um caminho para sair. Em dia de chuva forte, feche as entradas para a água não entrar. Se uma abertura ficar dura ou não fechar mais, procure peça de reposição: muitos fabricantes vendem os controles separados.
  • Fecho duplo D. No fecho duplo D, a ponta da cinta passa pelos dois anéis e volta por um deles, entre os dois, como o manual mostra. Puxe até ficar firme e prenda a sobra no botão de pressão ou no ímã que acompanha. Treine em casa algumas vezes até conseguir fazer sem olhar; de luva, leva um pouco mais de tempo.

Como conservar este capacete

Limpar do jeito certo, guardar longe do calor e saber quando aposentar o capacete são os cuidados que mais estendem a vida útil e mantêm a proteção. O manual que acompanha o modelo traz as orientações específicas de Nolan.

  • Peças de reposição originais. Antes de aposentar um capacete por causa de uma peça, veja se ela tem reposição. Viseira riscada, forro amassado, botão de ventilação quebrado e trava da viseira gasta costumam ter solução com peça original. Já casco, espuma de absorção e cinta não são peças para trocar em casa: dano nelas é motivo de capacete novo.
  • O lado de dentro da viseira. O lado de dentro da viseira merece ainda mais cuidado. Se ela tem tratamento antiembaçante de fábrica, limpe só com água e pano macio, sem esfregar, como o manual indicar. Se usa lente antiembaçante, tire a viseira, retire a lente e limpe cada peça separada, com cuidado para não deformar a borda de vedação.
  • Depois de uma batida ou queda. Batida de capacete não tem conserto. A espuma de absorção que fica por baixo do casco funciona amassando, e depois de amassada já não protege igual. Se o capacete foi usado num acidente, troque. Se ele caiu da moto ou da mão em piso duro, examine com cuidado e, havendo qualquer dúvida, consulte o fabricante antes de voltar a usar.
  • Sinais de que é hora de trocar. Mesmo sem batida, o capacete chega ao fim da vida. Troque quando ele ficar folgado a ponto de girar na cabeça, quando a espuma interna esfarelar ou afundar, quando a cinta desfiar ou o fecho falhar, ou quando o casco apresentar trinca. Viseira riscada, forro gasto e controles quebrados, ao contrário, se resolvem com peças de reposição.
  • Limpeza da viseira por fora. O erro mais comum com viseira é limpar a seco, com a luva ou a camiseta. A poeira vira lixa e risca na hora. Use água para amolecer, microfibra limpa para tirar e uma segunda microfibra seca para terminar. Se o fabricante indicar um limpador específico, use esse; álcool e solvente atacam o material da viseira.

Capacete original: o que conferir na compra

Três perguntas ajudam a não cair em capacete falso. Quem está vendendo? Revenda autorizada, loja oficial ou distribuidor indicado pela marca dão nota fiscal e garantia; vendedor sem nome, não. O preço faz sentido? Desconto pequeno é comum, mas valor muito abaixo do praticado nas lojas autorizadas costuma esconder produto falsificado, usado ou sem certificação. O capacete mostra a certificação?

Esta última se responde com o produto na mão: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data, e dados batendo com a caixa. Capacete sem selo, só com selo de outro país ou com a etiqueta arrancada não deve ser comprado. Para tirar dúvidas, o site do fabricante mostra o modelo, e a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro.

Como comparar com capacetes de outras marcas

Quando estiver em dúvida entre este capacete e um concorrente, responda com o seu uso, não com a fama da marca. Liste o que você precisa: rodar à noite, pegar chuva, usar óculos de grau, intercomunicador, viagem longa, trânsito parado no calor. Depois veja qual dos dois atende melhor cada item, sem esquecer o tipo de fecho e o forro removível.

Em seguida, confira os pontos práticos. O mesmo tamanho dos dois modelos serve em você? Qual pesa menos na mesma numeração? Qual tem peças de reposição fáceis de encontrar? Os dois têm certificação do Inmetro, com selo e etiqueta? Se ainda estiverem empatados, fique com o que ficou mais confortável depois de alguns minutos na cabeça. Comparação feita só por foto e preço costuma terminar em troca.

Produtos parecidos de outras marcas no site:

A marca Nolan

Nolan (Itália, fundada em 1972). O catálogo inclui capacetes integrais, abertos (jet) e escamoteáveis (modulares). No Brasil os modelos N120-1, N100-6, N90-3, N80-8, N70-2 X e N60-6 são vendidos em lojas especializadas. Mais sobre a empresa na página da Nolan.

Como a marca está no Brasil: Vendida em lojas especializadas como Toleman e Nacar (garantia de origem); importador oficial não confirmado em fonte

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Leia também: guia de capacete; todos os produtos da Nolan.

Perguntas frequentes

O capacete aperta na testa. É normal?

Dor localizada que aparece depois de alguns minutos é sinal de formato, não de tamanho. Cabeça mais redonda sofre nas laterais em casco oval, e cabeça mais alongada sofre na testa em casco redondo. Se acabou de comprar, procure a loja logo para trocar, antes de usar o capacete na rua.

Posso colocar película na viseira?

Película é proibida na viseira, seja escura, espelhada ou colorida. Além de render multa, ela reduz a visão à noite e em dia nublado. Se o sol incomoda, a solução permitida é a viseira fumê original do modelo, usada de dia, ou o óculos solar interno, quando o capacete tem.

Como lavar o forro do capacete?

O caminho mais seguro é a lavagem à mão: solte as peças, use água morna e sabão neutro, aperte para tirar a água e deixe secar na sombra até o fim. Se o fabricante liberar a máquina, use ciclo delicado e saco de proteção. Nunca use alvejante nem solvente.

Qual fecho é melhor, micrométrico ou duplo D?

Os dois cumprem a função quando estão bem ajustados e fazem parte de um capacete certificado. O engate rápido é mais prático para quem tira e põe muitas vezes; o duplo D permite ajuste fino a cada fechamento e é comum em esportivos. O que torna qualquer fecho inseguro é cinta frouxa ou encaixe incompleto.

Na dúvida entre dois números, pego o maior ou o menor?

Em geral, o menor, se ele fica firme sem causar dor. O forro cede um pouco com o uso e o capacete afrouxa; o contrário não acontece. Se o menor provocar dor localizada depois de alguns minutos, o maior pode ser o certo, ou o formato do casco não combina com a sua cabeça.

Uso óculos de grau. Este capacete serve?

Na prova, vista o capacete e encaixe os óculos pelas laterais. As hastes devem entrar sem esforço e a armação deve ficar na posição certa no nariz. Forro com rebaixo para óculos ajuda muito. Se o capacete tiver solar interno e a lente encostar na armação ao descer, compare com outro modelo.

A queixeira do escamoteável pode ficar aberta com a moto andando?

Não. Em movimento, a queixeira tem de estar abaixada e travada. Aberta, ela não protege o rosto, pega vento e pode puxar a cabeça. Levante só com a moto parada e, antes de sair, confirme a trava. Se o modelo permite girar a queixeira para trás, siga o manual sobre as posições permitidas.