Riffel Kit Titanium CRF 230 (520H, 50/13, 110 elos)
Kit relação (corrente sem retentor) da Riffel, linha Kit Titanium.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão)
520
- Fabricante
- Riffel
- Linha
- Kit Titanium
- Medidas
- 520, 520 50/13
- Linha
- Kit Titanium
- Coroa
- 50 dentes, aço 1045
- Pinhão
- 13 dentes
Dados do fabricante (riffel.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Riffel Kit Titanium CRF 230 (520H, 50/13, 110 elos)
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Riffel Kit Titanium CRF 230 (520H, 50/13, 110 elos). R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaSobre o Riffel Kit Titanium CRF 230 (520H, 50/13, 110 elos)
Riffel Kit Titanium CRF 230 (520H, 50/13, 110 elos) é um kit relação (corrente sem retentor) da Riffel. Kit de transmissão Riffel Titanium (coroa, pinhão e corrente reforçada) para Honda CRF 230 2007-2019. Coroa e pinhão em aço 1045 usinados em CNC; a Riffel declara rendimento até 30% maior que o exigido pelas normas do INMETRO. Indicado pela marca para uso urbano.
Pelo que o fabricante informa, os pontos principais da ficha são linha: Kit Titanium; coroa: 50 dentes, aço 1045; pinhão: 13 dentes; corrente: 520H x 110 elos, reforçada; passo: 520.
Riffel Kit Titanium CRF 230 (520H, 50/13, 110 elos): como ler a ficha técnica
A ficha de um produto de transmissão é curta, mas cada número decide se a peça monta e como a moto vai andar. No kit relação, os dados principais são o passo da corrente, os dentes da coroa e do pinhão e o número de elos. Na corrente avulsa, entram ainda o tipo de vedação (comum, O-ring ou X-ring), a versão reforçada e o tipo de emenda. Na coroa e no pinhão, além dos dentes, a ficha costuma citar o material e o tratamento térmico.
Na embreagem, procure a quantidade de discos de fricção e de separadores, a espessura e se as molas acompanham. Na correia CVT, o código vem com largura e comprimento. Nos roletes, diâmetro, largura e peso em gramas. Quando a ficha traz a lista de motos, ela vale mais que qualquer medida isolada. Quando não traz, as medidas são o único caminho, e cada uma precisa bater com o manual ou com a peça que está na moto.
| Linha | Kit Titanium |
|---|---|
| Coroa | 50 dentes, aço 1045 |
| Pinhão | 13 dentes |
| Corrente | 520H x 110 elos, reforçada |
| Passo | 520 |
| Certificação | INMETRO |
Em quais motos serve
Segundo o fabricante, este produto serve nas motos abaixo. A versão e o ano fazem diferença: na dúvida, compare com a peça que está na moto ou peça o código à loja.
- Honda CRF 230 2007-2019
Este produto serve? O que conferir no balcão
Achar o produto pelo nome é só o começo. Para ter certeza de que ele serve, confira a aplicação, as medidas, o conteúdo da embalagem e o uso que você faz da moto. Estes são os pontos que um bom balconista olha antes de fechar a venda.
- A medida 520 bate com a sua moto?. Antes de comprar, compare 520 com o que a sua moto usa: passo da corrente, dentes da coroa e do pinhão e número de elos. Muitas motos usadas já tiveram a relação mudada, então confira também o que está montado. Diferença de relação é escolha, não detalhe: mude só se souber o que muda.
- O que vem dentro da embalagem. Dois produtos com nome parecido podem ter conteúdo diferente. Um traz o conjunto completo, outro só a peça principal. Confira item por item o que está na embalagem e compare com o que a oficina vai precisar trocar. O que não vier na caixa precisa ser comprado à parte, de preferência na mesma aplicação.
- Linha comum, reforçada ou de competição. O mesmo fabricante pode vender duas ou três versões para a mesma aplicação. Entender em qual linha está o produto evita comparar coisas diferentes: uma peça de competição não é feita para o mesmo uso que uma de reposição. Para uso diário, a linha que repete a especificação original costuma ser o ponto de partida.
- Código do fabricante e peça original. Peça pelo código, não pela foto. O código do fabricante liga o produto a uma aplicação conferida e permite comparar com a peça original da moto. Se o vendedor não souber informar o código, ou se a embalagem não trouxer nenhum, a chance de levar algo que “quase serve” aumenta bastante.
- A sua moto na lista de aplicação. A lista de aplicação é o que garante o encaixe. Confira se ela cita o modelo, o ano e, quando houver, a versão da sua moto. Se a lista separar por número de chassi ou por motor, use esse dado. Moto fora da lista pode até receber a peça, mas sem a certeza de que ela foi feita para aquela moto.
- Compare com a peça que está na moto. Se possível, leve a peça velha ou fotos dela com as gravações à mostra. Dentes gravados na coroa e no pinhão, código na correia, peso marcado nos roletes e quantidade de discos da embreagem confirmam o que a moto usa hoje. Moto usada pode ter recebido peça diferente da original, e a comparação mostra isso.
Instalação e ajuste: o que muda com este produto
A peça certa ainda precisa ser montada do jeito certo. Antes de abrir a moto, leia a embalagem; depois de montar, observe os primeiros dias. O passo a passo completo da troca fica na página da peça; aqui, o foco é o produto que você comprou.
- Montagem com a ferramenta certa. Peça de transmissão mexe com roda, motor ou caixa CVT e precisa de ferramenta certa: torquímetro, rebitador de corrente, extrator de pinhão, prendedor de polia. Se você não tem esses itens, a oficina é o caminho. Peça para a nota do serviço citar o produto montado; isso ajuda se for preciso acionar a garantia.
- Anote a data e a quilometragem. Escreva na nota ou no caderno da moto quando e com quantos quilômetros o produto foi montado. Esse registro mostra, na próxima troca, se a duração foi normal para o seu uso, e ajuda a comparar linhas e marcas pela experiência na sua moto, e não pela propaganda.
- Confira a caixa antes de desmontar. Com a moto ainda inteira, compare o produto com a ficha e com a nota. Veja se o código é o comprado, se a aplicação cita a sua moto e se todos os itens listados estão na caixa. Produto testado na moto e depois desmontado pode perder o direito de troca por não servir.
- Primeiros dias de uso. Nos primeiros dias, rode com calma e preste atenção a ruídos, trancos e mudanças de comportamento. Peças novas assentam, e algumas pedem nova regulagem logo no começo. Se algo parecer errado, volte à oficina antes de rodar muito: um problema de montagem descoberto cedo não chega a estragar o produto.
- Guarde a peça velha por um tempo. Não jogue fora a peça antiga logo depois da troca. Ela serve para comparar com a nova se surgir alguma dúvida de medida e mostra como o conjunto chegou ao fim. Se o produto novo apresentar problema, a peça velha ajuda a oficina e a loja a entender se a causa é o produto ou a moto.
Como fazer este produto durar
Da prateleira até o fim da vida útil, o produto passa por guarda, uso e revisões. Estes cuidados ajudam a não perder a peça antes da hora, a saber o que a garantia cobre e a reconhecer o momento certo de trocar.
- Peça parada muito tempo na prateleira. Borracha envelhece mesmo sem uso. Correia CVT, retentores da corrente e borrachas de alguns pinhões ressecam com o tempo e com calor. Ao comprar, desconfie de embalagem desbotada ou amassada e, quando houver data de fabricação, prefira lote recente. Peça metálica com ponto de ferrugem também não deve ir para a moto.
- Moto parada por muito tempo. Tempo parado também desgasta. A corrente sem proteção enferruja e trava elos, os discos de embreagem podem grudar uns nos outros e a borracha da correia resseca. Antes de guardar a moto, proteja a transmissão; ao tirar da garagem, teste a embreagem e confira a corrente antes de sair.
- Inclua o produto nas revisões. Cada revisão é a chance de conferir o produto: folga e estado da corrente e dos dentes, ponto da embreagem, estado da correia e dos roletes nas scooters. O manual define os intervalos e os limites de desgaste. Peça para a oficina anotar o que viu; assim você acompanha a vida do produto ao longo do tempo.
- O que a garantia cobre. Se o produto apresentar problema, a loja e o fabricante vão perguntar como ele foi montado e mantido. Por isso, guarde a nota, o comprovante da oficina e, se possível, a embalagem. Corrente que esticou por falta de regulagem ou embreagem que patinou com óleo errado não são defeito; quebra sem causa aparente merece análise do fabricante.
- Quando trocar: o estado manda. Não existe prazo fixo que sirva para toda moto e todo uso. Quem decide a troca é o estado da peça comparado aos limites do manual: alongamento da corrente, dentes gastos, espessura dos discos, largura da correia, roletes achatados. Troque antes do fim, porque na transmissão a peça que falha costuma levar outras junto.
Como não levar peça de transmissão falsificada
Desconfie primeiro do preço. Quando um kit relação, uma correia ou uma embreagem de marca aparece por bem menos do que custa nas lojas conhecidas, a explicação mais comum é produto falsificado, estoque irregular ou outra linha da marca vendida como se fosse a de cima. Compare em mais de um lugar antes de comprar.
Depois, confira o produto com o que a própria marca mostra. Muitos fabricantes publicam no site fotos das embalagens, o padrão das gravações e, às vezes, selos ou etiquetas de autenticidade. Veja se o código da caixa existe no catálogo e se a aplicação bate. Na peça, gravação nítida e acabamento uniforme são o mínimo. Por fim, exija nota fiscal com a descrição completa: ela é o que garante troca e garantia, e loja que se recusa a emitir não merece a compra.
Mesma aplicação, marcas diferentes: o que comparar
Para comparar produtos de transmissão de marcas diferentes, comece pelo que precisa ser igual: aplicação, medidas e especificação original. Dois kits relação só são comparáveis se tiverem o mesmo passo, os mesmos dentes e o mesmo número de elos; duas correias, a mesma largura e o mesmo comprimento; dois jogos de roletes, o mesmo diâmetro, a mesma largura e o mesmo peso.
Com isso igual, compare o que muda: tipo de corrente, linha comum ou reforçada, material da coroa, conteúdo do kit de embreagem, prazo de garantia e facilidade de achar o produto quando precisar de novo. Dados como carga de ruptura ou durabilidade estimada só servem para comparar se as duas marcas informam do mesmo jeito. Na falta disso, a experiência de oficinas que montam as duas marcas na mesma moto ajuda mais que a propaganda.
Outras marcas com produto equivalente:
- Scud Kit Transmissão CRF 230 50/13 520x110520 50/13
- Vaz Kit de Transmissão Apache RTR 200 (520H O-Ring, 45/13, 116 elos)520, 520 45/13
- Vaz Kit de Transmissão Horizon 250 (520H O-Ring, 39/13, 114 elos)520, 520 39/13
- Vaz Kit de Transmissão Horizon 250 (520 V-Ring Gold, 39/13, 114 elos)520, 520 39/13
- Vaz Kit de Transmissão Next 250 (520H O-Ring, 35/13, 102 elos)520, 520 35/13
- DID 520ERT3520
A marca Riffel
Riffel (Brasil; marca brasileira com mais de 20 anos de trajetória, segundo o site oficial (ano e cidade de fundação não informados)). A Linha Carbon atende motos de alta cilindrada com semi kit (coroa e pinhão) e corrente com retentor Stella Ring. O catálogo inclui ainda pinhões, correntes de comando, acionador do tensor, caixas de direção, rolamentos, buzinas, pedais de partida, pastilhas e patins de freio. Veja tudo o que ela vende para moto na página da Riffel.
Mais kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Riffel:
- Riffel Kit Titanium XLR 125 / NX 150 (428H, 50/14, 126 elos)428, 428 50/14
- Riffel Kit Top MT-03 / YZF-R3 (520HO O'Ring, 44/14, 112 elos)520, 520 44/14
- Riffel Kit Titanium CBX 200 / XR 200 (520H, 43/13, 108 elos)520, 520 43/13
- Riffel Kit Top DK 160 (428HO O'Ring, 44/15, 120 elos)428, 428 44/15
- Riffel Kit Top XTZ 250 Lander 2006-2008 (428HO O'Ring, 46/15, 130 elos)428, 428 46/15
- Riffel Kit Top G 310 R/GS (520HO O'Ring, 40/16, 112 elos)520, 520 40/16
- Riffel Kit Titanium YBR 125 Factor (428H, 43/14, 118 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Titanium GSR 150i / GSR 125 (428H, 42/15, 116 elos)428, 428 42/15
Todos os produtos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Riffel
Para continuar
Leia também: guia de kit relação (corrente, coroa e pinhão); todos os produtos da Riffel.
Perguntas frequentes
A medida 520 é a da minha moto?
A ficha indica 520. Compare o passo e, quando houver, os dentes de coroa e pinhão com o manual da sua moto e com as gravações das peças montadas. Se baterem, a moto mantém o comportamento de fábrica; se forem diferentes, ela fica mais curta ou mais longa e talvez peça outro número de elos.
Preço muito baixo é sinal de problema?
Pode ser promoção legítima, estoque antigo, outra linha da marca ou produto falsificado. Compare o código e a aplicação com o anúncio, veja quem é o vendedor e se ele emite nota. Diferença muito grande em relação a várias lojas conhecidas raramente tem explicação boa.
Qual a durabilidade esperada deste produto?
Não há prazo fixo. A duração depende do uso, do peso transportado, do piso, da manutenção e do estado das peças que trabalham junto. O mesmo produto dura muito mais numa moto bem cuidada. Quem indica a troca é a medição comparada aos limites do manual.
Preciso de oficina para montar este produto?
É possível para quem tem a ferramenta certa, o manual de serviço e prática. Para os demais, a oficina evita erros que estragam o produto novo, como emenda malfeita, torque errado ou correia contaminada com graxa. Alguns fabricantes também condicionam a garantia à montagem correta.
Comprei e não serviu. Posso trocar?
A maioria das lojas troca produto sem sinais de uso, com embalagem e nota. Por isso, compare a peça nova com a da moto antes de desmontar qualquer coisa. Em compra online, há prazo de arrependimento garantido pelo Código de Defesa do Consumidor, contado a partir do recebimento.
Por que marcas diferentes dão números diferentes para a mesma moto?
Pode ser outra versão da moto, uma linha de ajuste ou apenas um jeito diferente de informar a medida. Antes de decidir, confira o manual, o catálogo de cada marca e as gravações da peça montada. Se a diferença continuar sem explicação, pergunte ao fabricante antes de comprar.
Devo lavar a corrente antes de montar?
Em geral, não. O lubrificante de fábrica protege a corrente nos primeiros dias e, nas correntes com retentor, faz parte da proteção dos anéis. Siga a instrução da embalagem e comece a rotina de limpeza e lubrificação depois de rodar.