Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos)
Kit relação (corrente sem retentor) da Riffel, linha Kit Titanium.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão)
428
- Fabricante
- Riffel
- Linha
- Kit Titanium
- Medidas
- 428, 428 48/14
- Linha
- Kit Titanium
- Coroa
- 48 dentes, aço 1045
- Pinhão
- 14 dentes
Dados do fabricante (riffel.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos)
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos). R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaSobre o Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos)
Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos) é um kit relação (corrente sem retentor) da Riffel. Kit de transmissão Riffel Titanium (coroa, pinhão e corrente reforçada) para Yamaha XTZ 125 2002-2016. Coroa e pinhão em aço 1045 usinados em CNC; a Riffel declara rendimento até 30% maior que o exigido pelas normas do INMETRO. Indicado pela marca para uso urbano.
Na ficha técnica que a Riffel publica, aparecem linha: Kit Titanium; coroa: 48 dentes, aço 1045; pinhão: 14 dentes; corrente: 428H x 122 elos, reforçada; passo: 428.
A medida é a mesma indicada na ficha de 10 versões de moto do catálogo, de 2 modelos, como Yamaha XTZ 125 e Yamaha YZF-R15. A lista completa está mais abaixo.
Os números da ficha e o que eles mudam na moto
A ficha de um produto de transmissão é curta, mas cada número decide se a peça monta e como a moto vai andar. No kit relação, os dados principais são o passo da corrente, os dentes da coroa e do pinhão e o número de elos. Na corrente avulsa, entram ainda o tipo de vedação (comum, O-ring ou X-ring), a versão reforçada e o tipo de emenda. Na coroa e no pinhão, além dos dentes, a ficha costuma citar o material e o tratamento térmico.
Na embreagem, procure a quantidade de discos de fricção e de separadores, a espessura e se as molas acompanham. Na correia CVT, o código vem com largura e comprimento. Nos roletes, diâmetro, largura e peso em gramas. Quando a ficha traz a lista de motos, ela vale mais que qualquer medida isolada. Quando não traz, as medidas são o único caminho, e cada uma precisa bater com o manual ou com a peça que está na moto.
| Linha | Kit Titanium |
|---|---|
| Coroa | 48 dentes, aço 1045 |
| Pinhão | 14 dentes |
| Corrente | 428H x 122 elos, reforçada |
| Passo | 428 |
| Certificação | INMETRO |
Em quais motos serve
Estas são as motos do catálogo cuja ficha pede a mesma medida deste produto. Cada link leva à página da peça naquela moto e naqueles anos, onde dá para conferir a medida original antes de comprar.
- Yamaha XTZ 125 E 2009–2016
- Yamaha XTZ 125 XE 2009–2016
- Yamaha XTZ 125 K 2009–2014
- Yamaha XTZ 125 XK 2009–2013
- Yamaha XTZ 125 E 2003–2008
- Yamaha XTZ 125 K 2003–2008
- Yamaha XTZ 125 XE 2008
- Yamaha XTZ 125 XK 2008
- Yamaha YZF-R15 ABS 70th Anniversary 2027
- Yamaha YZF-R15 ABS 2024–2026
Este produto serve? O que conferir no balcão
Um produto de transmissão pode ser muito bem feito e ainda assim não ser o da sua moto. A conferência é simples: o manual diz o que a moto usa, a ficha mostra o que o produto entrega e a peça montada confirma o que está nela hoje.
- Garantia e condições de montagem. Pergunte o prazo de garantia e o que ela exige. Muitos fabricantes pedem nota fiscal e montagem correta, às vezes comprovada por oficina, e não cobrem desgaste normal nem dano por montagem errada ou falta de manutenção. Saber as regras antes da compra evita discussão depois, caso o produto apresente algum problema.
- O que vem dentro da embalagem. Dois produtos com nome parecido podem ter conteúdo diferente. Um traz o conjunto completo, outro só a peça principal. Confira item por item o que está na embalagem e compare com o que a oficina vai precisar trocar. O que não vier na caixa precisa ser comprado à parte, de preferência na mesma aplicação.
- A medida 428 bate com a sua moto?. Antes de comprar, compare 428 com o que a sua moto usa: passo da corrente, dentes da coroa e do pinhão e número de elos. Muitas motos usadas já tiveram a relação mudada, então confira também o que está montado. Diferença de relação é escolha, não detalhe: mude só se souber o que muda.
- Compare com a peça que está na moto. A peça que sai da moto é a melhor referência que você tem. Ela mostra medidas, gravações e detalhes de encaixe que nem sempre aparecem na ficha. Compare lado a lado com o produto novo antes de montar. Se algo for diferente, entenda o motivo: pode ser outra versão da moto ou uma peça trocada por um dono anterior.
- O manual da moto como referência. Antes de comparar marcas, veja o que o fabricante da moto especifica. O manual é a régua: se a ficha do produto repete os números dele, você mantém o comportamento original. Se não repete, a diferença precisa ser intencional, como uma relação alterada ou um rolete de outro peso, e não um erro de compra.
- O uso que você faz da moto. Moto de entrega que roda o dia inteiro, moto de passeio com garupa e moto que vai para a terra pedem coisas diferentes da transmissão. Diga ao vendedor como você usa a moto. Com isso, ele consegue indicar se a linha comum resolve ou se vale olhar uma versão reforçada da mesma aplicação.
Da caixa até a moto: montagem e primeiros dias
Boa parte dos problemas que parecem defeito do produto nasce na montagem ou nos primeiros dias de uso. Estes cuidados valem para quem monta em casa e para quem leva à oficina e quer saber o que conferir na entrega.
- Olhe o que trabalha junto. A instalação é a melhor hora para conferir as peças vizinhas. Se a guia da corrente está gasta, se a campana da embreagem tem sulcos ou se a polia da CVT está marcada, o produto novo vai trabalhar em más condições. Resolver isso junto custa menos do que voltar à oficina depois.
- Folga nova logo no começo. Espere uma regulagem logo depois da troca. Peças novas assentam umas nas outras, e a corrente ganha um pouco de folga no início. Combine com a oficina essa primeira conferência ou faça você mesmo, com os esticadores alinhados. Quem não confere acaba rodando frouxo e atribui o desgaste ao produto.
- Guarde a peça velha por um tempo. A peça que saiu é prova e referência. Guarde por algumas semanas, até ter certeza de que o produto novo está bem. Ela mostra o desgaste que a moto produz, o que ajuda a perceber desalinhamento, regulagem errada ou óleo inadequado, e evita que o mesmo problema destrua a peça nova.
- Leia a instrução do fabricante. Antes de montar, leia o que a marca escreveu. A instrução pode pedir um cuidado específico, como deixar discos no óleo, respeitar uma seta de sentido ou usar uma ferramenta própria na emenda. Seguir essas orientações também protege a garantia, que costuma exigir montagem conforme o fabricante.
- Lubrificante de fábrica na corrente nova. Corrente nova costuma vir com uma camada de lubrificante aplicada pelo fabricante. Em geral, ele não deve ser removido com solvente antes da montagem, porque protege a corrente nos primeiros dias. Siga a orientação da embalagem e só comece a lubrificação periódica quando essa proteção inicial for saindo com o uso.
Como fazer este produto durar
Da prateleira até o fim da vida útil, o produto passa por guarda, uso e revisões. Estes cuidados ajudam a não perder a peça antes da hora, a saber o que a garantia cobre e a reconhecer o momento certo de trocar.
- Inclua o produto nas revisões. Não espere sintoma para olhar a transmissão. Nas revisões do manual, a oficina mede o que precisa ser medido e compara com os limites de fábrica. Esse acompanhamento mostra se o produto está durando o esperado para o seu uso e evita que uma peça no fim leve as vizinhas junto.
- Moto parada por muito tempo. Se a moto vai ficar parada, limpe e lubrifique a corrente antes, para ela não enferrujar no lugar. Embreagem banhada pode ter os discos colados depois de muito tempo sem uso, e a correia CVT pode ficar marcada na posição. Ao voltar a rodar, confira tudo com calma antes de exigir da moto.
- Peça parada muito tempo na prateleira. Borracha envelhece mesmo sem uso. Correia CVT, retentores da corrente e borrachas de alguns pinhões ressecam com o tempo e com calor. Ao comprar, desconfie de embalagem desbotada ou amassada e, quando houver data de fabricação, prefira lote recente. Peça metálica com ponto de ferrugem também não deve ir para a moto.
- Corrente sem retentor pede mais lubrificação. Sem anéis de vedação, esta corrente depende só do lubrificante aplicado por fora para proteger pinos, buchas e roletes. Isso pede lubrificação mais frequente que numa corrente com retentor, principalmente depois de chuva, lavagem ou poeira. Em troca, ela aceita uma variedade maior de produtos de limpeza e lubrificação.
- Meça o alongamento da corrente. Folga se regula; alongamento se mede. Muitos manuais trazem o comprimento máximo de um trecho da corrente, contado em número de pinos e medido com ela esticada. Comparar esse valor com o da corrente montada mostra quanto da vida do produto já foi usada, sem depender só da impressão visual ou do barulho.
Produto verdadeiro: onde e como comprar
Na transmissão, produto falso não é só prejuízo: corrente que rompe ou embreagem que patina na hora errada são riscos reais para quem pilota. Por isso, vale gastar alguns minutos para conferir a origem. Pergunte à loja de qual distribuidor ela compra e, se tiver dúvida, consulte o site ou o atendimento da marca, que costuma indicar revendas autorizadas.
Com o produto na mão, compare a embalagem com as fotos oficiais, veja se o código e o lote estão legíveis e se o lacre não foi aberto. Gravações na peça devem ser limpas e no lugar de costume. Produto vendido sem caixa, com caixa de outra marca ou com peças misturadas sem explicação deve ser recusado. A nota fiscal com o código do produto fecha a compra com segurança.
Comparando com produtos parecidos de outras marcas
O erro mais comum na comparação é colocar lado a lado produtos de categorias diferentes, como uma corrente com retentor e uma comum, ou uma correia reforçada e uma de reposição simples. Antes de olhar preço, confirme que os dois são da mesma aplicação e da mesma linha, ou de linhas equivalentes.
Depois, compare item por item: o que vem na caixa, o tipo de emenda, o material e o tratamento das engrenagens, a quantidade de peças do kit de embreagem, a garantia e as condições dela. Um produto mais completo pode sair mais barato no fim, porque evita comprar peças à parte. Desconfie de diferenças grandes de preço entre produtos que parecem iguais em tudo: em geral, algo está diferente, e nem sempre aparece na ficha.
Produtos parecidos de outras marcas no site:
- Scud Kit Transmissão XTZ 125 48/14 428UOx122 com retentor428 48/14
- Scud Kit Transmissão XTZ 125 48/14 428UOx122 com retentor KMC428 48/14
- Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 35/15, 108 elos)428, 428 35/15
- Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 34/14, 108 elos)428, 428 34/14
- Vaz Kit de Transmissão Biz 110i (428H, 33/14, 106 elos)428, 428 33/14
- Vaz Kit de Transmissão Biz 125 (428H, 34/14, 106 elos)428, 428 34/14
A marca Riffel
Riffel (Brasil; marca brasileira com mais de 20 anos de trajetória, segundo o site oficial (ano e cidade de fundação não informados)). A Riffel é uma marca brasileira de peças de reposição para motos que se apresenta como líder de mercado em kits de transmissão. Fabrica os kits Top (corrente com retentor O'Ring) e Titanium (corrente reforçada), ambos com coroa e pinhão em aço 1045 usinados em CNC e certificados pelo INMETRO. A história e as linhas estão na página da Riffel.
No Brasil: Fabricante brasileira de peças de reposição para motos, com certificação ISO 9001 e selo Marca Brasileira; vende por revendedores em todo o país e está presente na América Latina por distribuidores (site riffellatina.com).
Na mesma categoria, a Riffel também tem:
- Riffel Kit Titanium CG 125 Cargo/Fan 2009-2013 (428H, 43/14, 116 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Top Meteor 350 / Classic 350 / Hunter 350 (520HO O'Ring, 42/15, 104 elos)520, 520 42/15
- Riffel Kit Titanium XR 300L Tornado (520H, 39/14, 108 elos)520, 520 39/14
- Riffel Kit Titanium SHI 175 (428H, 50/16, 130 elos)428, 428 50/16
- Riffel Kit Titanium Biz 125 / Biz 110i (428H, 34/14, 106 elos)428, 428 34/14
- Riffel Kit Titanium YBR 125 Factor (428H, 43/14, 118 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Titanium NXR 125 Bros ES/KS 2003-2005 (428H, 54/17, 132 elos)428, 428 54/17
- Riffel Kit Top Fazer FZ15 (428HO O'Ring, 41/14, 128 elos)428, 428 41/14
Todos os produtos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Riffel
Para continuar
Outras páginas que ajudam: guia de kit relação (corrente, coroa e pinhão); relação 428 com coroa 48 e pinhão 14: todas as motos; todos os produtos da Riffel.
Perguntas frequentes
Em quais motos o Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos) serve?
Pela medida, em 10 versões do catálogo, como Yamaha XTZ 125 E, Yamaha XTZ 125 XE e Yamaha XTZ 125 K. A lista completa está nesta página; confira sempre a medida da sua moto no manual ou na peça instalada.
Preciso trocar outras peças junto?
Quase sempre algo trabalha junto. Corrente, coroa e pinhão se trocam em conjunto; na embreagem, separadores e molas precisam ser medidos; na CVT, correia, roletes e guias se acompanham. Peça à oficina para medir as vizinhas na montagem e trocar o que estiver fora do limite.
Vale a pena comprar outra marca em vez da peça original?
Depende do fabricante e da linha. Há marcas de reposição sérias, que seguem a especificação original e dão garantia, e há produtos sem procedência. O que importa é aplicação correta, ficha que repete os números da moto, nota fiscal e garantia. A experiência de oficinas com a marca ajuda a decidir.
Quanto tempo dura este produto?
Varia muito de moto para moto. Uso intenso, terra, garupa e manutenção atrasada encurtam a vida de qualquer produto de transmissão. Anote a quilometragem da montagem e acompanhe nas revisões: com isso, você conhece a duração real no seu uso.
Por que marcas diferentes dão números diferentes para a mesma moto?
Às vezes uma marca vende a especificação original e outra uma versão alterada, ou uma corrente vem mais longa para ser cortada. Também há diferença de versão e de ano da moto. Compare com o manual e com a peça montada: o número que repete o original é o que mantém o comportamento de fábrica.
Riffel Kit Titanium XTZ 125 (428H, 48/14, 122 elos) serve na minha moto?
Confira a aplicação do fabricante com modelo, ano e versão da sua moto e compare as medidas da ficha com o manual ou com a peça montada. Se a moto não aparecer na lista ou algum número for diferente, não conte com a semelhança: pergunte antes de comprar.
Preciso tirar a graxa da corrente nova?
Normalmente, monte como veio da caixa. Lavar com solvente tira a proteção inicial e pode prejudicar os retentores, quando a corrente tem. Se o fabricante pedir algum preparo, a instrução vem na embalagem ou no site da marca.
A loja troca produto que não encaixou na moto?
Em geral, sim, se o produto não foi montado nem danificado e está na embalagem original, com a nota. Nas compras pela internet, o Código de Defesa do Consumidor garante um prazo de arrependimento. Peça já instalada e removida pode perder o direito de troca, por isso confira antes de montar.