tudo de moto

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Yamaha XTZ 125 K 2003–2008

A medida que serve na XTZ 125 K desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos

Moto
Yamaha XTZ 125 K
Anos
2003 a 2008
Cilindrada
124 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Medida conferida em manualpdf.com.br. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha XTZ 125 K

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha XTZ 125 K 2003–2008. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de reposição para a Yamaha XTZ 125 K 2003–2008

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2002 a 2012
FIT8723Pinhao do kit transmissao para moto YBR 125 00/08 - YBR 1 25 Factor 09/15 - XTZ 125 02/12 - TDM 225 98/03 - xt 12Amazon Fix
FIT8723Pinhao do kit transmissao para moto YBR 125 00/08 - YBR 1 25 Factor 09/15 - XTZ 125 02/12 - TDM 225 98/03 - xt 12Amazon Fix

Peças compatíveis de catálogos de reposição para esta versão e estes anos. Todos os códigos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Yamaha XTZ 125.

Produtos de marca para a Yamaha XTZ 125 K 2003–2008

Pela medida da ficha (passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

O kit relação certo para a XTZ 125 K 2003–2008

Na XTZ 125 K 2003–2008, o kit relação que serve é passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos. A medida foi conferida em manualpdf.com.br, mas vale comparar com o manual do proprietário da sua moto antes de comprar.

O que cada número quer dizer: passo 428 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo; a coroa tem 48 dentes; o pinhão tem 14 dentes; a corrente tem 122 elos.

Na prática, a relação é de 3,43 para 1: o pinhão dá 3,43 voltas para a roda traseira dar uma. Pinhão maior ou coroa menor deixam a moto mais "longa" (menos giro na estrada, menos força na saída); o contrário deixa mais "curta".

Para que serve o kit relação da XTZ 125 K

Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.

O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.

Como o kit relação trabalha na XTZ 125 K

Para entender o kit relação desta moto, vale olhar a ficha: a XTZ 125 K é uma trail de 124 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

A XTZ 125 K tem freio traseiro a tambor. Quando a roda se desloca para regular a corrente, a vareta do freio muda de posição, e o pedal pode ficar alto, baixo ou até prendendo. Depois de cada regulagem ou troca do kit, confira o freio traseiro.

Uso fora de estrada encurta a vida da relação. Lama seca na corrente é lixa. Na XTZ 125 K, vale conferir também o patim ou guia da corrente na balança, que gasta com o atrito e protege a balança.

Na XTZ 125 K, a corrente costuma ser leve e barata de manter, mas sofre com o uso intenso do dia a dia. Quem roda muito deve criar o hábito de lubrificar e regular com frequência, e não só na revisão.

Sinais de que o kit relação da XTZ 125 K está gasto

Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.

  • Ferrugem e retentores ressecados. Ferrugem nos roletes e nas placas mostra que a corrente ficou sem proteção. Na corrente com retentor, anéis de borracha ressecados, rachados ou faltando deixam sair a graxa interna, e o desgaste acelera.
  • Dentes da coroa em forma de gancho. Olhe a coroa de lado: se os dentes estão afinados, com a ponta afiada e curvados no sentido do giro, o desgaste já foi longe. Coroa assim come corrente nova em pouco tempo, por isso a troca é sempre do kit.
  • Esticador no fim do curso. Repare nas marcas de regulagem perto do eixo traseiro. Quando o ajuste chega ao fim da escala, a corrente passou do ponto. Tirar elo para ganhar curso é gambiarra: a coroa e o pinhão também já estão gastos.
  • Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.

Como escolher o kit relação certo para a XTZ 125 K

Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.

  • Linha comum ou reforçada. Em algumas linhas, a versão reforçada aparece com uma letra ao lado do passo. Ela é indicada para quem roda carregado, com garupa ou em uso pesado. Confira se a largura não encosta em tampas e protetores.
  • Tipo de emenda. A corrente pode fechar com emenda de presilha (clipe) ou com emenda rebitada. A de clipe se monta com alicate; a rebitada pede ferramenta específica. Em motos maiores, a rebitada costuma ser a indicada pelo fabricante.
  • Número de elos. Os elos contam tanto quanto o passo. Se a corrente vier com mais elos que o necessário, ela precisa ser cortada com ferramenta própria. Se vier com menos, não serve, mesmo que o passo esteja certo.
  • Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.

Motos que usam o kit relação da XTZ 125 K

No catálogo, 5 outras motos usam a mesma referência (relação 14/48 com corrente 428). Em loja, isso costuma significar mais opções de marca e mais facilidade para encontrar.

Todas as motos com essa medida estão em Relação 428 com coroa 48 e pinhão 14: em quais motos serve.

Mesma referência na ficha não garante encaixe em todos os detalhes (suporte, conector, comprimento de cabo). Na dúvida, compare com a peça antiga.

Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa

A troca do kit relação envolve tirar a roda traseira, soltar o pinhão e fechar a corrente. É serviço comum de oficina; em casa, só vale a pena para quem tem ferramentas, torquímetro e experiência com a roda traseira e o freio.

  1. Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque especificado pelo fabricante. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque especificado pelo fabricante e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
  9. Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.

A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.

Erros comuns com o kit relação

Antes de trocar ou mexer na corrente, vale conhecer os erros mais comuns. Quase todos são fáceis de evitar.

  • Trocar só a corrente. Economizar a coroa e o pinhão quase sempre sai caro: os dentes gastos destroem a corrente nova. Corrente, coroa e pinhão se trocam juntos.
  • Montar a presilha ao contrário. Presilha virada para o lado errado é um dos motivos de corrente que abre sozinha. A ponta fechada vai na direção do movimento.
  • Mudar a relação sem pensar no conjunto. Trocar coroa ou pinhão por números diferentes muda a força, a rotação na estrada e, em muitas motos, a leitura do velocímetro. Pode pedir corrente com outro número de elos. Pense antes de mudar.

Cuidados que aumentam a vida da relação

A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.

  • Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
  • Proteja do pó e da areia. Quem roda em estrada de terra ou perto da praia deve limpar e lubrificar com mais frequência. Areia e sal aceleram o desgaste e a ferrugem. Use lubrificante que não junte tanta sujeira.
  • Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Água tira o lubrificante e deixa a corrente vulnerável à ferrugem. Depois de rodar na chuva ou de lavar a moto, seque a corrente e lubrifique de novo, mesmo que não esteja no prazo.

Serve em outro ano da XTZ 125?

No catálogo, a XTZ 125 aparece em 8 gerações, somando 4 versões entre 2003 e 2016. Onde a medida já está na ficha, ela não muda: passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos em todas as gerações.

A XTZ 125 K na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 K dos anos 2003–2008 vai de R$ 4.752 (2003) a R$ 6.953 (2008). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2008R$ 6.953
2007R$ 6.783
2006R$ 6.357
2005R$ 6.201
2004R$ 5.394
2003R$ 4.752

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da XTZ 125

VersãoAnosMedida
XTZ 125 K 2009–2014 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
XTZ 125 K (esta página) 2003–2008 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos conferido
XTZ 125 E 2009–2016 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
XTZ 125 E 2003–2008 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos conferido
XTZ 125 XE 2009–2016 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
XTZ 125 XE 2008 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
XTZ 125 XK 2009–2013 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos
XTZ 125 XK 2008 passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da XTZ 125 K 2003–2008

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha XTZ 125 K 2003–2008

Perguntas frequentes

Qual a medida do kit relação da XTZ 125 K 2003–2008?

A referência é passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos, conferida em fonte técnica. Antes de comprar, confira no manual do proprietário ou na peça que está na moto.

Posso trocar só a corrente?

Não é recomendado. Coroa e pinhão desgastam junto com a corrente e mudam de formato. Corrente nova em dentes gastos não assenta e estica rapidamente. A troca do kit completo é a que realmente resolve.

Corrente com retentor vale a pena?

A corrente com retentor tem anéis de vedação que mantêm graxa dentro das articulações. Ela costuma esticar menos e durar mais, mas custa mais e pede lubrificante compatível. Antes de trocar, confira se ela cabe na sua moto, porque é um pouco mais larga.

Mudar a relação deixa a moto mais forte?

Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.

Como medir a folga da corrente?

Cada moto tem o seu valor. A medição é feita empurrando a corrente para cima e para baixo no meio do trecho inferior. Gire a roda, procure o ponto mais apertado e regule por ele, com os esticadores alinhados.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Yamaha XTZ 125: todas as versões e anos

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos