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Bota X11 Race Track 2

Bota esportiva de cano longo da X11, linha Sport.

Bota

X11

Fabricante
X11
Linha
Sport
Cores
Preto
Tamanhos
39 a 45

Dados do fabricante (x11.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o Bota X11 Race Track 2

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Bota X11 Race Track 2. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Sobre o Bota X11 Race Track 2

Bota X11 Race Track 2 é uma bota esportiva de cano longo da X11, da linha Sport. Bota esportiva de cano longo com proposta sport-touring, desenvolvida para desempenho, conforto e proteção.

Pelo que o fabricante informa, os pontos principais da ficha são cores: Preto; tamanhos: 39 a 45.

Ficha técnica: o que conferir antes de comprar

Comece pela etiqueta costurada por dentro do par. É nela que aparece a certificação pela norma europeia de proteção para motociclistas, com o desenho de uma moto e os níveis obtidos nos testes. Texto de anúncio pode prometer “proteção certificada”, mas o que vale é o que está impresso no produto. Na mesma etiqueta costumam vir o tamanho, a composição dos materiais e as instruções de lavagem.

Depois passe para a descrição técnica. Ela separa as partes: palma, dedos e punho, no caso da luva; biqueira, calcanhar, tornozelo e solado, no caso da bota. Veja qual material está em cada uma e quais têm protetor. Membrana impermeável, forro térmico, painel ventilado e detalhe refletivo aparecem como recursos à parte, e cada um muda o uso. Termine pela tabela de medidas da marca, que pode usar centímetros, letras ou numeração europeia, e compare com a sua medida antes de escolher o tamanho de Bota X11 Race Track 2.

CoresPreto
Tamanhos39 a 45

Antes de comprar Bota X11 Race Track 2: o que conferir

Ficha boa não garante que o par vai funcionar para você. Uso diário, distância, clima, posição de pilotagem, comandos da moto e até a jaqueta e a calça que você usa mudam o que faz sentido. Passe por cada ponto com o modelo em mente e, se puder, prove antes de fechar a compra.

  • A tabela de medidas da marca. Não escolha o tamanho pelo número que você usa em outra marca ou em calçado comum. Confira a tabela da X11 para este modelo, que pode usar centímetros, letras ou numeração europeia. Modelos da mesma marca às vezes têm forma diferente, então vale ler opiniões de quem já usou o modelo específico.
  • Solado: aderência e rigidez. O solado faz dois trabalhos: firmar o pé no chão nas paradas e resistir à torção numa queda. Sola rígida protege melhor, mas é menos confortável para andar. Veja se o desenho segura em piso molhado, como o de posto de gasolina, e se você vai caminhar muito com a bota no destino.
  • Altura do cano e a posição na moto. Bota de cano alto protege mais a canela, mas precisa dobrar bem no tornozelo para você pilotar e caminhar. Veja se este modelo tem área sanfonada ou articulada nessa região. Se você tem perna curta, um solado um pouco mais alto pode ajudar a apoiar o pé no chão nas paradas.
  • Encaixe com a jaqueta e a calça. A bota trabalha junto com a roupa. O punho da luva precisa encontrar a manga da jaqueta sem deixar o pulso à mostra, e o cano da bota precisa combinar com a barra da calça, por dentro ou por fora. Se puder, prove o modelo usando a roupa de pilotar que você já tem.
  • O bico da bota e o pedal de câmbio. Confira o espaço entre a pedaleira e o pedal de câmbio. Bota mais grossa na frente exige levantar o pé de jeito estranho para trocar marcha, o que cansa e atrasa a troca. Muitos modelos têm um reforço no peito do pé para o pedal; veja se ele fica na altura certa para a sua moto.
  • O uso para o qual o modelo foi feito. Pense no seu uso mais frequente antes de olhar os detalhes. Se você roda todo dia na cidade, conforto, ventilação e facilidade de calçar pesam muito. Se faz estrada, proteção e vedação contra vento vêm na frente. O tipo indicado na ficha, bota esportiva de cano longo, mostra para onde o fabricante pendeu nessa balança.

Calçar, ajustar e pilotar com esta bota

Os primeiros usos mostram se o par foi bem escolhido e ajudam o material a se acomodar. Estas orientações valem para quem acabou de comprar e para quem quer tirar mais do modelo que já tem.

  • Teste com a moto parada. Faça um ensaio com a moto desligada no descanso. Repita os movimentos de pilotagem várias vezes e preste atenção nos pontos de pressão. Depois rode devagar num lugar tranquilo. Esse teste de poucos minutos mostra se você precisa ajustar fecho, manete ou pedal antes de usar o par no dia a dia.
  • Troca de marcha com a bota nova. Bota de moto costuma ser mais grossa na frente do que tênis ou sapato. Nos primeiros dias, preste atenção nas trocas de marcha para não errar ou deixar a marcha entre duas posições. Se o pé não cabe confortável sob o pedal, peça à oficina para ajustar a altura conforme o manual da moto.
  • Amaciamento nos primeiros trajetos. Não estreie o par numa viagem longa. Use primeiro em trajetos curtos, por alguns dias, para o material se acomodar e você perceber se algum ponto aperta. Couro costuma ceder um pouco com o uso; tecidos sintéticos e protetores rígidos quase não mudam. Se depois disso algo ainda machuca, provavelmente não vai melhorar.
  • Fivelas, catraca e cadarço no lugar. Ajuste começando pela parte de baixo da bota e subindo até o cano. Fivelas fechadas na ordem certa deixam o pé firme sem apertar a canela. Antes de subir na moto, confira se nenhuma alça, cadarço ou ponta de velcro ficou solta, porque qualquer coisa pendurada pode prender nos comandos.
  • Freio traseiro e sensibilidade do pé. Sola mais rígida tira um pouco da sensação no pedal do freio traseiro. Antes de usar a bota no trânsito, faça algumas frenagens em lugar vazio e seguro, em baixa velocidade, para sentir quanto precisa pisar. Com alguns dias de uso, o pé se acostuma, mas o início pede atenção.

Cuidados, garantia e hora de trocar esta bota

Conservar o par é simples, mas exige constância. Limpeza leve, secagem à sombra e uma olhada de vez em quando nas partes que mais trabalham evitam surpresa no dia em que você mais precisar dele.

  • Onde guardar entre um uso e outro. O melhor lugar para guardar é aberto e ventilado. Baú e mochila fechados seguram o suor e criam mofo. Evite apertar o par embaixo de outras coisas, que deforma os protetores. Quem guarda por uma temporada deve limpar, secar bem antes e verificar o estado na hora de voltar a usar.
  • Garantia: defeito é diferente de desgaste. A garantia cobre defeito de fabricação, como costura que abre cedo sem esforço, zíper que quebra no começo do uso ou cola que solta. Desgaste normal, dano de queda e estrago por secagem errada costumam ficar de fora. Guarde a nota fiscal e, se aparecer defeito, procure a loja ou a X11 com fotos do problema.
  • Validade e tempo de uso. Não existe um prazo fixo para trocar a bota. O que manda é o estado: material afinado, costura aberta, fecho que não segura, protetor solto ou membrana que deixou de vedar. Um par pouco usado e bem guardado dura bastante; um usado todo dia, na chuva e no sol, pode precisar de troca bem antes.
  • Depois de uma queda. Queda deixa marcas que nem sempre aparecem de cara. Olhe por dentro e por fora, dobre o material para ver se não há rachaduras e confira se os protetores ainda estão firmes. Algumas marcas vendem protetor ou deslizador de reposição; se a parte danificada não tiver reposição, é hora de substituir o par.
  • Secagem depois de chuva ou suor. Umidade guardada é o que mais estraga forro, costura e couro. Seque o par aberto, à sombra, com papel dentro se estiver muito molhado. Calor direto parece acelerar, mas resseca o couro, deforma protetores e descola partes coladas. Se precisar usar no dia seguinte, um ventilador ajuda sem esquentar o material.

Como comprar Bota X11 Race Track 2 original

O primeiro filtro é onde comprar. Muitas marcas publicam no site a lista de revendedores, e é por ela que você confirma se a loja é autorizada. Em marketplace, prefira a loja oficial da marca ou de revendedor que você consegue identificar, com nota fiscal e endereço.

O segundo filtro é o produto. Peça fotos da etiqueta interna, da palma ou do solado e dos protetores antes de pagar. Cópia costuma errar em detalhes: costura torta, letras da etiqueta borradas, material que parece couro mas é plástico, protetor que dobra com a mão. O terceiro filtro é o preço. Um valor muito abaixo do praticado pelas lojas grandes quase nunca é promoção. Numa queda, a bota falsificada não oferece a proteção que a etiqueta promete.

Esta bota ou a de outra marca?

Compare modelos que têm a mesma proposta. Colocar lado a lado uma bota urbana ventilada e uma de turismo impermeável não ajuda, porque elas resolvem problemas diferentes. Depois de escolher modelos do mesmo tipo, compare na ordem que mais pesa na proteção: certificação e nível, material das partes que tocam o chão, protetores e fecho.

Em seguida vêm os recursos de conforto: ventilação, membrana, forro, peso e facilidade de calçar. Por fim, compare garantia, rede de lojas e facilidade de troca de tamanho. Preço entra na conta, mas só faz sentido entre modelos que entregam o mesmo. Nome de marca famosa não substitui a etiqueta: o que vale é o que o modelo traz. Se uma ficha deixa de informar algum desses pontos, pergunte ao vendedor ou à marca antes de decidir.

Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:

A marca X11

X11 (Brasil, fundada em 2007 em Minas Gerais). Hoje organiza o catálogo por estilo de pilotagem (Adventure, Touring, Urbano, Sport e Casual), e em 2025 lançou a linha Sporadic, voltada a jovens e entregadores. O site informa proteções certificadas CE nível 1 e nível 2 em parte dos produtos. Mais sobre a empresa na página da X11.

Na mesma categoria, a X11 também tem:

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Outras páginas que ajudam: guia de bota; todos os produtos da X11.

Perguntas frequentes

Esta bota é confortável para caminhar?

Modelos urbanos e de turismo costumam permitir caminhar bem; os de competição e de terra priorizam proteção e ficam duros para andar. Observe a flexibilidade no tornozelo e o solado. Se você caminha muito no destino, considere um calçado extra para esses momentos.

O que a garantia cobre?

A garantia cobre defeito de fabricação, como costura que solta cedo, zíper que quebra sem esforço ou cola que descola. Desgaste normal, dano de queda e estrago por mau uso costumam ficar de fora. Guarde a nota fiscal e procure a loja ou a X11 com fotos do problema.

Serve para homem e para mulher?

Depende do fabricante. Algumas marcas fazem versão feminina, com forma mais estreita e tamanhos menores, e outras vendem um único corte para todos. Veja no site da X11 se este modelo tem variação e compare as tabelas de medidas. O que conta é o encaixe na sua mão ou no seu pé.

Precisa amaciar?

É normal o par estar mais rígido nos primeiros dias, principalmente nas partes de couro e nos protetores. Use em trajetos curtos antes de viajar para o material se acomodar. Couro cede um pouco; sintético e protetor rígido quase não mudam. Se um ponto machuca de verdade, provavelmente não vai melhorar.

Qual tamanho escolher?

Use a tabela da própria X11, que pode estar em centímetros, letras ou numeração europeia. Meça com fita métrica e compare. Na prova, o par deve ficar firme sem apertar, sem sobra na ponta e sem repuxar ao dobrar. Se a medida cair entre dois tamanhos, peça orientação a quem conhece o modelo.

Como usar a calça com esta bota?

Veja a proposta da bota e da calça. Em modelos de turismo e urbanos, a calça por fora do cano é o mais comum e protege da chuva. Em botas esportivas e de cross, a calça costuma ir por dentro. O importante é não sobrar canela exposta com a perna dobrada.

Como saber se Bota X11 Race Track 2 é certificada?

Procure a etiqueta costurada por dentro do par. Se o modelo foi testado pela norma europeia de proteção para motociclistas, ela traz o desenho de uma moto e os níveis obtidos. Essa certificação não é obrigatória no Brasil. Se o anúncio não mostra a etiqueta, peça foto ao vendedor antes de comprar.